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OEm nos média
Há umas semanas, o Observatório da Emigração lançou um estudo: um terço dos portugueses entre os 15 e os 39 anos saiu de Portugal. A geração mais qualificada que o país produziu não consegue ganhar salários, pagar contas, arranjar teto. Dá-se voz a políticos que atacam os que vêm de fora compensar as falhas de uma nação que foge, sim. Mas eu queria era ouvir os planos que garantam salários, contas pagas e teto a quem quer ficar.
Apesar de ter registado novo máximo em 2023, a emigração portuguesa para a Dinamarca tende a estabilizar, conclui Inês Vidigal, investigadora do Observatório da Emigração através de análise publicada hoje no site desta estrutura do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa.
Portugal enfrenta uma grave crise de emigração de talento. De acordo com uma estimativa do Observatório da Emigração, temos a taxa de emigração mais alta e qualificada da Europa e uma das maiores globalmente. São mais de 850 mil portugueses entre 15 e 39 anos que deixaram o país, representando 30% da população desta faixa etária, o que acarreta consequências sérias para a dinâmica demográfica e a força de trabalho nacional.
Quando a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reconheceu no Fórum Económico Mundial em Davos que a desinformação e a difusão generalizada de informações falsas constituem a maior ameaça à democracia, polarizando as sociedades, devemos ficar preocupados. Somando esta situação à impreparação generalizada dos quadros políticos e da maioria dos líderes, assim como à circunstância de Portugal registar a taxa de emigração jovem mais alta da Europa, o horizonte de esperança torna-se ainda mais negro. Se o nosso país estivesse assim tão bom como alguns anunciam, trinta por cento dos jovens entre os 15 e os 39 anos, nascidos em Portugal, não tinham decidido emigrar, conforme consta na estimativa do Observatório da Emigração.
O conselheiro lembra o recente estudo do Observatório da Emigração, que demonstrou que cerca de um terço, 30% dos jovens entre os 15 e os 39 anos nascidos em Portugal emigraram.
Debate entre Pedro Nuno Santos e Rui Rocha ficou tendencialmente marcado, em regra, pelo rigor nos factos. O debate inflamado entre Inês Sousa Real e André Ventura, menos.
De acordo com as principais conclusões do "Atlas da Emigração Portuguesa" do Observatório da Emigração, lançado no dia 16 de janeiro, citadas pelo jornal "Expresso", é verdade que "30% dos jovens que nasceram no país estão atualmente a viver fora".
Os dados constam do último “Atlas da Emigração Portuguesa”, do Observatório da Emigração, e ajudam a traçar o retrato do talento no país: 30% dos nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos deixaram o país em algum momento e vivem atualmente no exterior. São mais de 850 mil.
Mais recentemente, o semanário “Expresso”, citando dados do Observatório da Emigração, noticiou que Portugal tem a taxa de emigração mais elevada da Europa e uma das mais altas do mundo.
Coordenador do Observatório da Emigração analisa as causas e as consequências da procura de trabalho no estrangeiro. Rui Pena Pires defende que só o desenvolvimento económico pode estancar a fuga de talentos de Portugal.
Cerca de 60 mil portugueses saíram de Portugal durante 2022. De acordo com o Relatório da Emigração 2022 elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, o principal destino é a Suíça, a Espanha e a França, depois de uma queda das idas para o Reino Unido na ordem dos 40%. Já são mais de 2 milhões os portugueses nascidos em Portugal que vivem no estrangeiro. O fenómeno não é novo, tem séculos mas a sua natureza é diferente das anteriores, nomeadamente das que ocorreram ao longo do século XIX, até aos anos 30 do século XX, e ainda com a dos anos 50 e 60 do século passado.
Esses dados integram a nova edição do Atlas da Emigração Portuguesa.
Engenheiros. Protagonistas de diferentes áreas deixam críticas ao rumo das políticas públicas e apelam a medidas que aproveitem o talento desenvolvido dentro de portas para alicerçar o desenvolvimento. É o futuro de Portugal em causa.
Tudo isto são dados do Atlas da Emigração Portuguesas, publicados pelo Observatório da Emigração, conhecidos nos últimos dias e pouco debatidos, comentados ou analisados pelos decisores políticos. São dados que revelam várias coisas.
Cerca de 60.000 portugueses emigraram em 2022, os mesmos que no ano anterior, com o Reino Unido a perder importância devido ao Brexit e a Suíça a voltar a ser o principal país de destino, segundo um relatório.
Cerca de 60 milportugueses emigraram em 2022, os mesmos do que no ano anterior, com o Reino Unido a perder importância devido ao Brexit e a Suíça a voltar a ser o principal país de destino, revela o relatório do Observatório da Emigração e da Rede Migra.
Os fluxos de portugueses emigrados cresceram em 2022, com exceção das saídas para o Reino Unido, país que já foi o principal destino dos portugueses, mas diminuiu mais de 40% devido ao Brexit, de acordo com o Relatório da Emigração 2022.
Elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no documento indica-se que, no ano passado, se registaram mais dez detenções de portugueses no estrangeiro do que no ano anterior.
O estudo do Observatório da Emigração e a Rede Migra mostra que para o Reino Unido – que já foi o principal destino dos emigrantes portugueses – a emigração diminuiu mais de 40%, tendo sido ultrapassado pela Suíça, Espanha e França.
O Relatório da Emigração 2022 foi elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no quadro do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL).
O Relatório da Emigração 2022 foi elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no quadro do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL).
Elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no quadro do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), o Relatório da Emigração 2022 indica que, nesse ano, o Estado português proporcionou uma ajuda de 76.551 euros a cidadãos portugueses, com residência legal e efetiva no estrangeiro, em situação comprovada de absoluta carência ou evidente fragilidade, através do apoio social a emigrantes carenciados das comunidades portuguesas (ASEC-CP).
Elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no documento indica-se que, no ano passado, se registaram mais dez detenções de portugueses no estrangeiro do que no ano anterior.
O estudo do Observatório da Emigração e a Rede Migra mostra que para o Reino Unido – que já foi o principal destino dos emigrantes portugueses – a emigração diminuiu mais de 40%, tendo sido ultrapassado pela Suíça, Espanha e França.
Portugal é hoje o país europeu que, proporcionalmente, tem maior número de emigrantes e o oitavo em todo o mundo. Os dados são claros e da autoria do Observatório da Emigração, que publicou este mês o Atlas da Emigração Portuguesa: só nos últimos 20 anos, o país viu sair mais de 1,5 milhões de cidadãos. No total, existem hoje cerca de 2,1 milhões de portugueses espalhados pelo planeta.
De acordo com o Relatório da Emigração 2022, elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, terão emigrado um pouco mais de 60 mil portugueses em 2022, o mesmo número que no ano anterior, mas a estagnação é aparente, uma vez que "praticamente todos os fluxos de saída cresceram, exceto o que teve o Reino Unido como destino".
No espaço de pouco mais de duas semanas, o debate nacional revolveu-se em torno de duas questões relacionadas com a temática da migração: por um lado, discutiu-se a "fuga" dos jovens portugueses, a propósito do recente relatório do Observatório da Emigração segundo o qual cerca de 30% dos jovens portugueses com idades entre os 15 e os 39 anos vivem fora do país; por outro lado, reemergiu a empoeirada retórica anti-imigração, à boleia dos discursos xenófobos de uma extrema-direita a renascer das cinzas da democracia social, que vê na praça de Martim Moniz a grande ameaça civilizacional. A exiguidade do lapso temporal dentro do qual a esfera pública foi ocupada pelos dois tópicos traz ao de cima um paradoxo subliminar: só uma profunda dissonância cognitiva justifica que, num país de emigrantes, o discurso anti-imigrantes consiga ganhar significativa tração. Em toda a casa portuguesa há um elemento da família, mais ou menos alargada, que emigrou – da tia que está há décadas em França até ao primo que se aventurou no Luxemburgo. Não deixa, por isso, de ser surpreendente que a figura do imigrante possa ser tão facilmente utilizada como bode expiatório para as – legítimas – frustrações dos portugueses que resistem em território nacional. Seria de esperar que em nós houvesse uma capacidade particular para reconhecer o valor inestimável do acolhimento empático daqueles que procuram melhores condições de vida num país estrangeiro.
Nos últimos dias foi divulgado o “Atlas da Emigração Portuguesa”, um estudo do Observatório da Emigração. Existem atualmente mais de 2.3 milhões de emigrantes portugueses espalhados pelo mundo. A diáspora portuguesa é a maior da Europa e a oitava maior do mundo. Portugal é, historicamente, um país de emigrantes. A emigração portuguesa foi uma constante no início do século XX, sobretudo para a América (Brasil, EUA e Canadá) e África até aos anos 60 e para a Europa a partir daí.
O Observatório da Emigração deu a conhecer, no passado dia 12 de janeiro, que aproximadamente 30% dos jovens nascidos em Portugal estão, atualmente, a viver no estrangeiro. Estes números, que refletem uma realidade há muito sentida, são reveladores de um país que não é para jovens. Em Portugal, os jovens saem de casa dos pais aos 29,7 anos, quando a média europeia é 26,4. Para esta realidade, muito contribui o desemprego jovem elevado – o quinto maior da União Europeia, e os baixos salários. Dados recentes mostram que 75% dos jovens ganham menos de 950€ mensais e, no que respeita ao trabalho qualificado, um jovem com qualificações superiores ganhava, em média, mais 211€ em 2011, do que em 2022.
Portugal tem uma taxa de emigração das mais elevadas da Europa e uma das mais altas do mundo” avançava um semanário há uns dias, tendo em conta que “mais de 850 mil jovens entre os 15 e os 39 anos vivem fora do País, 30% dos nascidos em Portugal no período”, citando dados do Observatório da Emigração. Muitos meios de comunicação fizeram eco da notícia e vários partidos ergueram-se alarmados a gritar que estamos a perder a geração mais bem preparada, que investimos neles fortunas e agora vão criar riqueza fora, por isso que temos de os reter e que a sangria tem de parar e já.
A título de exemplo, nos anos de 2020 e 2021, a média anual de nascimentos de bebés filhos de mães portuguesas na Suíça era de 3.016, segundo dados compilados pelo Observatório da Emigração num relatório divulgado em outubro de 2022.
«Conforme referido pelos meios de comunicação, três em cada dez jovens nascidos em Portugal decidiram emigrar, mais de 850 mil nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos optou por viver e trabalhar fora do país», um número bastante alto notado pelo Observatório da Emigração.
A Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) analisou os resultados obtidos da investigação do Público, do Expresso e do Observatório de Emigração e verificou que “mais de 850 mil nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos optou por viver e trabalhar fora do país”.
Esta é uma das razões que leva Portugal a ter a maior taxa de emigração da Europa: 30% dos jovens entre os 18 e 39 anos que nasceram no país saíram, segundo uma estimativa do Observatório da Emigração revelada este mês pelo jornal Expresso.
Sentei-me, por isso, com Rui Pena Pires, um dos autores do "Atlas da Emigração Portuguesa" - lançado na semana passada, e que reúne e analisa a informação estatística disponível sobre o estado atual da emigração portuguesa, em termos relativos. Rui Pena Pires é coordenador científico do Observatório da Emigração desde 2009 e professor no ISCTE-IUL.
Segundo a AAC ao “ter em consideração, situam-se os valores da emigração jovem em Portugal, que, conforme referido pelos meios de comunicação, três em cada dez jovens nascidos em Portugal decidiram emigrar, mais de 850 mil nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos optou por viver e trabalhar fora do país, um número bastante alto notado pelo Observatório da Emigração”.
Segundo o Observatório da Emigração, 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país. São mais de 850 mil jovens, entre os 15 e os 39 anos, que vivem atualmente no estrangeiro. E dentro deste grupo, quase um terço das mulheres está em idade fértil.
Cerca de 20.000 emigrantes portugueses regressam anualmente a Portugal, na sua maioria com menos de 40 anos, um retorno que o coordenador científico do Observatório da Emigração considera que deveria ser mais apoiado.
Pelas várias implicações, o foco na evolução da população residente em Portugal é absolutamente crítico. É tema ao qual tenho dedicado particular atenção e reflexão, partilhadas neste espaço de opinião. Em janeiro de 2023, alertei para o facto de as estatísticas demográficas exigirem uma ação imediata. Hoje, o alerta mantém-se, mas com uma pertinência redobrada. O assunto tem merecido a atenção da opinião pública, graças às estimativas do Observatório da Emigração.
De acordo com o Atlas da Emigração Portuguesa, entre 2001 e 2020 saíram anualmente de Portugal, em média, mais de 75 mil pessoas.
Já todos tínhamos consciência do problema, mas agora ficámos a conhecer a sua assustadora dimensão. Um estudo do Observatório da Emigração, divulgado na semana passada, indica que 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país.
Até que pusemos a desgraça na ponta do lápis, fizemos contas e chegamos ao marco de 30% de jovens emigrados, de acordo com os números do Observatório da Emigração. Espero que ninguém nos tente convencer de que o país não falhou. Que ninguém nos venha dizer que não é uma afronta ver o Governo bater recordes de arrecadação fiscal, enquanto o salário dos jovens não dá para o básico. Que ninguém nos venha com uma narrativa que terceirize a culpa de tudo isto.
“30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país”: foi esta a preocupante manchete do Expresso de sábado passado. Os números são arrasadores e constam do Atlas da Emigração Portuguesa, obra lançada esta semana. Ora vejamos: mais de 850 mil jovens com idades entre 15 e 39 anos residem, atualmente, fora de Portugal. Em […]
Um estudo recente, o “Atlas da Emigração Portuguesa”, revelou que 850.000 jovens (entre os 15 e os 39 anos) abandonaram o País: quer por falta de boas oportunidades de emprego, quer pela ausência de salários que lhes permitam ter uma qualidade de vida condigna.
Entre os destinos da emigração portuguesa, França continua a ser o líder destacado, seguindo-se a Suíça, o Reino Unido e os EUA, onde existem comunidades portuguesas estabelecidas há muitos anos, segundo o Observatório da Emigração. O mesmo acontece no Canadá e no Brasil. Na Europa, destacam-se ainda Alemanha, Espanha e Luxemburgo.
Os dados mais recentes divulgados pelo Observatório da Emigração (OE) permite concluir que Portugal tem a taxa de emigração mais alta da Europa e uma das maiores do mundo, havendo muitos jovens que fazem as malas e rumam a outros destinos em busca de melhores condições de vida. As estimativas apontam para que 30% dos nascidos em Portugal com idades entre 15 e 39 anos deixaram o país em algum momento e vivem atualmente no exterior. São mais de 850 mil.
O problema da demografia é grave e, por isso, não fiquei – nem ninguém devia ficar – indiferente à notícia publicada este fim de semana no semanário Expresso sob o título “30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país”. Nesta Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, que esta semana vai lançar o “Atlas da Emigração Portuguesa”, diz aquilo que já vamos testemunhando, ainda que sem dados oficiais: que são as populações mais jovens, entre os 15 e os 39 anos, quem mais abandona o país. Os dados que agora ficamos a conhecer deviam fazer soar todos os alarmes. Mas não.
O coordenador do Observatório da Emigração diz que a emigração não tem de ser um problema em Portugal e que não há só razões económicas - a história e a cultura também ajudam a explicá-lo. Sobre a famosa "fuga de cérebros", Rui Pena Pires desvaloriza - "emigram mais jovens com formação superior, porque também há mais jovens a acabar a universidade.
Na semana passada vieram uns números crus do Observatório da Emigração: cerca de um terço dos jovens portugueses saiu do país para trabalhar.
Dois anos depois, a propósito da publicação do Atlas da Emigração Portuguesa, o Observatório da Emigração divulgou estimativas, nada surpreendentes, que demonstram as consequências dessa falta de horizontes: 850 mil jovens emigrados, 30% de todos os portugueses entre os 15 e os 39 anos de idade; consequências graves para o equilíbrio demográfico do país, pelos filhos que milhares de casais jovens não estão a ter em Portugal, onde muitos nunca regressarão; desperdício de uma força de trabalho motivada e, em muitos casos, qualificada.

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