Observatório da Emigração cria primeiro portal com informação sobre os emigrantes de todos os países europeus. Portal da Emigração Europeia será lançado nesta quinta-feira.
Apoie o jornalismo do Público. Para ler o artigo completo, junte-se à nossa comunidade de leitores. Saiba mais em https://www.publico.pt/assinaturas
Se já é assinante do jornal PÚBLICO, saiba que tem direito a oferecer até 6 artigos exclusivos por mês a amigos ou familiares, usando a opção “Oferecer artigo” no topo da página. É tão simples e é outra forma de contribuir para a vida democrática do país.
Todos os conteúdos do PÚBLICO são protegidos por Direitos de Autor ao abrigo da legislação portuguesa, conforme os Termos e Condições.
A primeira estimativa provisória de emigração portuguesa em 2023 aponta para que tenham emigrado nesse ano entre 70 e 75 mil portugueses, faltando contabilizar os dados sobre França, segundo informação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, que quinta-feira acolhe a conferência "A obsessão das migrações: porque é que a políticas de imigração e da diversidade estão constantemente em crise?".
Segundo o ISCTE, a França é o país europeu onde vivem mais portugueses (quase 600 mil em 2024) e a Suíça foi, em 2023, o país para onde os portugueses mais emigraram (cerca de 13.000).
Os dados foram divulgados no âmbito do novo Portal da Emigração Europeia, uma plataforma criada pelo Observatório da Emigração, que será oficialmente lançada esta quinta-feira, numa conferência no Iscte – Instituto Universitário de Lisboa. A iniciativa permitirá uma comparação mais abrangente e detalhada dos fluxos migratórios dentro do espaço europeu, cobrindo todas as nacionalidades e destinos dentro da Europa.
Segundo o Observatório da Emigração, estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do Iscte, em 2023 havia cerca de 140 mil portugueses a residir na Alemanha.
Entre 70 mil e 75 mil portugueses foram por viver noutro país em 2023, segundo dados provisórios, faltando contabilizar os dados sobre França. Pelo contrário, 328.978 estrangeiros imigraram para o nosso país.
A primeira estimativa provisória de emigração portuguesa em 2023 aponta para que tenham emigrado nesse ano entre 70 e 75 mil portugueses, faltando contabilizar os dados sobre França, segundo informação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, que quinta-feira acolhe a conferência “A obsessão das migrações: porque é que a políticas de imigração e da diversidade estão constantemente em crise?”.
A primeira estimativa provisória de emigração portuguesa em 2023 aponta para que tenham emigrado nesse ano entre 70 e 75 mil portugueses, faltando contabilizar os dados sobre França, segundo informação do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa, que quinta-feira acolhe a conferência “A obsessão das migrações: porque é que a políticas de imigração e da diversidade estão constantemente em crise?”.
Entre 70 mil e 75 mil portugueses foram por viver noutro país em 2023, segundo dados provisórios, faltando contabilizar os dados sobre França. Pelo contrário, 328.978 estrangeiros imigraram para o nosso país.
Rui Pena Pires, especialista em migrações e ex-coordenador científico do Observatório da Emigração, explica que idealmente deveriam entrar por ano em Portugal o mesmo número de estrangeiros para compensar as saídas. Há um problema, porém: os que saem serão sempre mais qualificados do que os que entram, pela falta de atratividade do mercado de trabalho português.
Grande maioria dos emigrantes vive na Europa, com a França a liderar as preferências.
Afinal, são menos 300 mil: as Nações Unidas reviram em baixa as suas estimativas e apontam agora para cerca de 1 milhão e 800 mil o número de emigrantes portugueses no mundo. Os dados anteriores ultrapassavam os 2 milhões.
Inês Vidigal do Observatório da Emigração explicou à RDP Internacional que esta revisão não se deve a uma alteração no movimento da diáspora, mas apenas no registo das estimativas desse movimento.
Segundo o Expresso, que se apoia em dados do Observatório da Emigração, a última revisão das estimativas alterou “significativamente” os valores de toda a série divulgada desde 1990. Em 2020, as Nações Unidas tinham estimado que havia de 2,1 milhões de emigrantes portugueses, que seria o valor mais alto de sempre. Um número que foi agora, no entanto, revisto em baixa (1,7 milhões).
De acordo com as últimas estimativas das Nações Unidas, em 2024 havia cerca de 1,8 milhões de portugueses emigrados a residir no estrangeiro. Mais precisamente, 1.799.179.
Segundo a ONU, apontou esta terça-feira o ‘Observatório da Emigração’, há um total de 304.021.813 emigrantes no mundo, sendo que os portugueses representam 0,6% desse total.
As novas estimativas das Nações Unidas apontam para 1,8 milhões de emigrantes portugueses no mundo em 2024.
A Europa continua a concentrar a maior fatia de emigrantes, representando mais de 70% do total, com um crescimento de quase 11 mil portugueses entre 2020 e 2024. Por país, a França mantém-se como o território com a maior comunidade portuguesa. No Brasil, mais do que duplicou em quatro anos.
A emigração de jovens portugueses alcançou níveis recorde, segundo o Observatório da Emigração. Os últimos dados apontam para mais de 850.000 portugueses, com idades entre 15 e 39 anos, a residirem atualmente no estrangeiro. Valor este que corresponde a cerca de 30% da população nesta faixa etária e posiciona Portugal como um dos países com maior emigração jovem em toda a Europa.
Rui Pena Pires, Coordenador Científico do Observatório da Emigração, explicou ao Jornal Expresso: “Um dos problemas estruturais do país é a desqualificação dos postos de trabalho. E, se os trabalhos são pouco qualificados, há jovens que se vão embora e há outros que ‘desaprendem’, porque os trabalhos em que estão não lhes exigem que apliquem o que aprenderam. Em ambos os casos, há um potencial que Portugal está a perder”.
Os números não batem certo: o diretor de um jornal português no Reino Unido, chamado As Notícias, contesta os números divulgados pelo Observatório da Emigração sobre os portugueses residentes no Reino Unido.
São muitos os portugueses que emigram em busca de melhores condições de vida. De acordo com o Atlas da Emigração Portuguesa (2023), elaborado pela equipa de investigadores do Observatório de Emigração, há cerca de 2,1 milhões de portugueses a viver noutros países, o que torna Portugal o país com mais emigrantes na Europa e o oitavo país do mundo com mais emigrantes.
O Observatório da Emigração, por exemplo, diz-nos que 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país; já Mário Centeno garante que “o país vive focado numa realidade que é descrita com números enganadores” e que “Portugal tem conseguido ser um receptor líquido de diplomados”. Afinal, quem tem razão? O que sabemos sobre a emigração?
Segundo dados mais recentes do INE, de Janeiro de 2024, o país continua a enfrentar um envelhecimento populacional crítico, com um índice de envelhecimento que agora ultrapassa os 198 idosos por cada 100 jovens. Por outro lado, a emigração jovem continua a ser um desafio estrutural para Portugal. De acordo com o Relatório de Emigração do Observatório da Emigração, entre 2020 e 2023, cerca de 70.000 jovens portugueses, com idade entre 25 e os 34 anos, deixaram o país, anualmente, em busca de oportunidades profissionais. Se juntarmos a isto o efeito de taxas de natalidade baixas – muito embora se tenha verificado, ainda segundo o INE, um ligeiro aumento de 2,3% na taxa de natalidade em 2023, em comparação com 2022 –, temos, de facto, um desafio que, no médio e longo prazo, pode ser uma ameaça importante para o desenvolvimento económico do país, com todas as consequências inerentes na qualidade de vida da população.
Segundo dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo Observatório da Emigração, 30.954 pessoas saíram de Portugal para viver no estrangeiro em 2022 (mais 23,4% do que no ano anterior). O Atlas da Emigração Portuguesa estima que, nos últimos 20 anos, mais de 1,5 milhões de habitantes deixaram o país à procura de novas oportunidades.
Um dado ainda mais impressionante é que mais de um terço das pessoas nascidas em Portugal, com idades entre os 15 e os 39 anos, vivem hoje no exterior, de acordo com os dados do Observatório da Emigração. Com consequências negativas para os próprios e para o país.
Já em relação à saída de jovens valores qualificados para o estrangeiro, Nuno Botelho chama a atenção para a última estimativa da FEP sobre a matéria, segundo a qual “existe, nos últimos oito anos, uma perda média anual de 21 mil licenciados”. Além disso, acrescenta o próprio, “importa recordar os dados do Observatório da Emigração, que apontam para o facto de um em cada três cidadãos portugueses, com idades compreendidas entre os 15 e os 39 anos, estarem a viver fora do país”.
Uma estimativa do Observatório da Emigração, divulgado em janeiro, mostrou que 850 mil jovens que têm entre 15 e 39 anos deixaram o país e residem atualmente no exterior, com impacto na fecundidade e no mercado de trabalho.
Piora muito a situação o fato de a maior parte dos indivíduos em idade ativa optar por tentar a vida nos países vizinhos: segundo o Observatório da Emigração, 30% dos portugueses entre 15 e 39 anos.
Duarte fala ao Contacto quando o Governo luso anuncia uma série de políticas na proposta de Orçamento de Estado para tentar o regresso daqueles que partiram. Como Duarte, cerca de 30% dos portugueses (850 mil) entre os 15 e os 39 anos já vivem fora do país, segundo o Observatório da Emigração, cujo mais recente estudo indica que a taxa de emigração mais alta da Europa é a de Portugal, uma das mais elevadas no mundo.
Cerca de 30% dos portugueses (850 mil) entre os 15 e os 39 anos já vivem fora de Portugal, segundo o Observatório da Emigração, cujo mais recente estudo indica que a taxa de emigração mais alta da Europa é a de Portugal, uma das mais elevadas no mundo.
Além da idade média, mudou o perfil de quem emigra. Três estudos sobre a emigração portuguesa publicados em 2021 pelo Observatório da Emigração (baseados em dados de 2012 a 2015) elegiam a ciência, informática e matemática; ciências sociais, comércio e direito; engenharia, indústrias transformadoras e construção como as principais áreas de trabalho e formação dos emigrantes nacionais. Não há dados consolidados mais recentes. “Sabemos que tem havido uma crescente emigração qualificada, nomeadamente para os países do norte da Europa e que acontece nomeadamente no sector terciário, mas ainda não conseguimos apurar mais do que isso”, admite Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório.
“Hoje sabe-se que quanto mais desenvolvidos são os países maiores são também os movimentos migratórios, tanto de entrada como de saída”, sublinha Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração. Isto mostra que nem só da busca de melhores salários se faz a emigração, mesmo que o peso desse fator seja claro. “Verificamos que há um grande desfasamento salarial entre Portugal e os principais países de destino, que enquanto se mantiver não torna provável que a emigração se reduza”.
Segundo o Observatório da Emigração, cerca de 850 mil jovens, equivalentes a 30% da faixa etária entre os 15 e os 39 anos, saíram de Portugal, atraídos por oportunidades de trabalho no estrangeiro. As principais razões para esta emigração incluem o aumento vertiginoso dos custos de aluguer, os baixos salários e as condições de trabalho inadequadas. Atualmente, o salário mínimo mensal é de 870 euros, enquanto o salário médio mensal é de 1.640 euros, um dos mais baixos da Europa.
Os dados dos Censos 2021 não deixam margem para dúvidas: houve uma diminuição da população jovem em Portugal e um aumento da população idosa. E, como se não bastasse, “a população jovem apresenta taxas de desemprego mais elevadas”, lê-se no relatório final disponibilizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). É por isso que os jovens portugueses procuram oportunidades de emprego, melhores salários e estabilidade laboral lá fora. Aliás, 30% dos jovens com idades entre os 15 e os 39 anos emigraram, estando hoje a viver no exterior (são 850 mil pessoas), segundo estimou no início do ano o Observatório da Emigração.
Os incentivos visam combater a devastadora fuga de cérebros de jovens em Portugal. De acordo com o Observatório da Emigração cerca de 850 000 jovens – 30% daqueles com idades compreendidas entre os 15 e os 39 anos – abandonaram o país em algum momento e vivem no estrangeiro devido aos baixos salários e às más condições de trabalho no país de origem. O país tem uma população de 10,4 milhões de pessoas.
O responsável citou dados do Projecto REMIGR - que procura compreender a dimensão e características dos novos movimentos de emigração portuguesa - do Observatório da Emigração e da Fundação Manuel Francisco dos Santos sobre emigração em Portugal entre 2001 e 2020.
No que toca à emigração, entre 1 e 1,1 milhões de portugueses emigraram (os dados do INE e do Observatório de Emigração não são muito díspares) desde 2011, muitos dos quais são jovens qualificados. A motivação maior prende-se com alcançar um mercado laboral mais dinâmico e num melhor equilíbrio entre o rendimento e o custo de vida, face àquele que o nosso país tem oferecido.
Quase um em cada três jovens nascidos em Portugal vive hoje fora do país, segundo dados recentes do Observatório da Emigração, reportados em janeiro de 2024.
O Observatório da Emigração estima que 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem atualmente fora do país. Este dado, quando analisado em conjunto com a elevada taxa de emigração, coloca Portugal numa posição alarmante: é o país com a maior taxa de emigração da Europa e com uma das maiores do mundo, com 1,5 milhões de portugueses a emigrar nas últimas duas décadas. Adicionalmente, segundo a Pordata, somos o 4.º país mais envelhecido do mundo. Estes números devem-nos preocupar a todos e evidenciam que Portugal está a perder uma parte significativa do seu capital humano, particularmente aquele que tem as características e competências para impulsionar a economia e a inovação nacional.
A Alemanha juntou-se ao “clube” de Viktor Órban e, numa tentativa de conter a “migração irregular”, apertou os controlos nas fronteiras. A medida vai vigorar durante pelo menos meio ano e, apesar de ser contrária ao princípio da livre circulação na União Europeia, não pode ser vetada por Bruxelas. “O que aconteceu já é mau: a extrema-direita não precisa de ganhar eleições para ter as suas teses concretizadas”, diz Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório de Emigração.
Podemos não querer a exigência a que obriga um país mais produtivo e mais rico. Mas a saída de tantos portugueses que não conseguem um ordenado suficiente para uma vida razoável devia fazer-nos pensar.
Os portugueses continuaram a emigrar em grande número para a Suíça no ano passado. Segundo dados do Office Fédéral de la Statistique, citados pelo Observatório da Emigração, em 2023, entraram no país 12.652 portugueses, o maior número desde 2015 e o correspondente a uma taxa de 27,2% na diáspora portuguesa durante esse ano.
A qualidade de vida e os elevados salários fazem com que muitos portugueses ainda continuem a procurar trabalho na Suíça. Sair de Portugal para procurar emprego neste país é uma tradição com décadas, mas é importante, antes de emigrar, informar-se e preparar-se bem – até porque há regras a cumprir.
“Temos ótimos projetos profissionais e empresas muito comprometidas com a capacitação do talento”, afirma Miguel Gonçalves, CEO do Magma Studio. Nem sem antes lembrar que “precisamos de salários mais altos e impostos mais baixos”.
Neste P24 ouvimos o sociólogo Rui Pena Pires, director científico do Observatório da Emigração.
Em 2023, pela primeira vez, os Países Baixos superaram o Reino Unido nos valores anuais de emigração. Bons salários e condições de trabalho são elogiadas, mas também se sente crise na habitação.
Numa publicação no Facebook apresenta-se um gráfico com dados sobre diplomados em cursos do Ensino Superior. A partir desses dados sublinha-se que "tendo Portugal a quinta maior taxa de emigração de licenciados na Europa, todos os anos 20 mil recém-licenciados deixam o país". Verificação de factos.
De acordo com os dados mais recentes do Observatório da Emigração, baseados nas estatísticas do Centraal Bureau voor de Statistiek, o organismo oficial de estatísticas neerlandês, o número de portugueses a emigrar para os Países Baixos atingiu um novo recorde em 2023, com um total de 4.892 entradas. Este valor representa um crescimento de 7,9% face ao ano anterior, consolidando uma tendência que tem vindo a acentuar-se nos últimos anos.
Em 2023, de acordo com dados do Observatório da Emigração, mais portugueses emigraram para a Holanda do que para o Reino Unido.
Quase 5 mil portugueses mudaram-se para os Países Baixos em 2023. Os dados divulgados hoje pelo Observatório da Emigração indicam que aquele país europeu se está a consolidar como o quinto destino mais escolhido pela emigração portuguesa. “É o valor mais elevado que temos em registo. Tem sido um dos países que mais consistentemente tem crescido. Nós tínhamos tido uma quebra em 2020 com a Covid mas, desde aí, tem subido exponencialmente, tendo agora quase atingido as 5.000 entradas portuguesas“, afirma a investigadora Inês Vidigal. “Tem duas vertentes: é o aumento que tem acontecido para os Países Baixos e o desaceleramento que tem existido da emigração para o Reino Unido. Com estes dois fatores conjugados, o Reino Unido passou a estar abaixo dos Países Baixos como destino de escolha dos portugueses“. Apesar de ainda não existirem dados consolidados de 2023, a investigadora do Observatório da Emigração indica que “o que se prevê é que Espanha, Suíça, França e Alemanha continuem como os principais países da emigração portuguesa, acima dos Países Baixos“.
A mudança no destino de emigração de jovens qualificados já era esperada, mas em 2023 concretizou-se: Países Baixos ultrapassaram o Reino Unido do “Brexit” e do custo de vida elevado.
Em 2023, e segundo os dados do Observatório da Emigração, os portugueses emigraram mais para os Países Baixos do que para o Reino Unido.
No ano passado emigraram para os Países Baixos 4.892 portugueses, o valor mais elevado desde o início do século, de acordo com os dados do Observatório da Emigração, com base nas estatísticas do Centraal Bureau voor de Statistiek, o organismo oficial de estatísticas neerlandês.
Há três anos que aumenta o número de portugueses que escolhem ir viver para os Países Baixos: em 2023, foram quase 5 mil. Já as saídas para o Reino Unido voltaram a descer e atingiram o valor mais baixo dos últimos 20 anos
A Federação Académica do Porto (FAP) apela a um Pacto de Regime pela Juventude entre os partidos políticos com assento parlamentar para "reformas estruturais" e "políticas públicas estáveis para reter talento em Portugal”. O apelo assinala o Dia Internacional da Juventude, que se assinala nesta segunda-feira.
Filipa Pinho investiga os fenómenos migratórios. Os estudos mostram que “há uma correspondência direta entre as oportunidades no mercado de trabalho e os ciclos de migração”, diz a investigadora associada do Observatório da Emigração e integrada no CIES-ISCTE. Quando participou no estudo “Empreender 2020 - o regresso de uma geração preparada”, percebeu que não são programas, como o Regressar, que trazem os portugueses que estão lá fora de volta. Os baixos salários são um bloqueio e o emigrante está “numa negociação constante” entre a razão e o coração.
Os últimos dados do Observatório da Emigração, ligado ao Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), apontam para mais de 50 mil cidadãos nascidos em Portugal a viver na Venezuela.
O Observatório da Emigração define o termo ‘emigrante’ como um indivíduo que deixa um país e vai viver para outro pelo menos por doze meses. Um ensaio de Clara Simões Coelho (+ Liberdade).
É coordenadora executiva do Observatório de Emigração, cresceu em Óbidos e é investigadora no ISCTE sobre imigração e emigração.
Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, alerta que o fim abrupto da manifestação de interesses pode levar a uma desregulação na entrada de imigrantes em Portugal. Este aviso surge num contexto em que os Países Baixos se preparam para se tornarem um dos principais destinos da emigração portuguesa, tendência que deverá continuar a aumentar.
Em entrevista ao Público, Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, considera que o “fim abrupto” da manifestação de interesses não vai resolver os problemas e vai contribuir para uma maior desregulação de entrada de imigrantes.
Rui Pena Pires, o coordenador científico do Observatório da Emigração, afirmou em entrevista ao Público que também “preferia uma suspensão temporária”, explicando que as curvas do emprego e das entradas de imigrantes em Portugal são paralelas: “há mais emprego, há mais imigrantes; há menos emprego, há menos imigrantes”.
Os dados recentes, do Observatório da Emigração, revelam um cenário crítico para os jovens, com dificuldades no acesso ao mercado de trabalho, remunerações abaixo da média e obstáculos no acesso ao Ensino Superior, fatores esses que contribuem para a elevada taxa de emigração e insatisfação entre a geração mais nova.
Emigração voltou a subir em 2022, ainda que se mantenha abaixo do registado em 2019 e longe do nível de há dez anos, durante o período da Troika. Reino Unido deixou de ser o principal destino da emigração portuguesa.
O número de portugueses a emigrar voltou a crescer para níveis pré-pandemia. Os números do Observatório da Emigração apontam para 70 mil saídas em 2022. Espanha foi o país que mais emigrantes acolheu.
Em 2022 houve cerca de 70 mil portugueses a emigrar, mais cinco mil do que em 2021, segundo o relatório estatístico “Emigração Portuguesa 2023”, esta terça-feira divulgado. O número aproxima-se dos 80 mil registados em 2019, o último ano antes da pandemia. Ao JN, Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração – responsável pelo estudo –, refere que o aumento não é preocupante, desde que os números estabilizem no nível atual.
Em 2022 terão saído do país 70 mil pessoas. Dados de 2021 apontam para a emigração de 65 mil portugueses, mais cinco mil dos que os inicialmente previstos.
A emigração portuguesa foi maior do que se pensava em 2021 e 2022. Os dados foram atualizados pelo Observatório da Emigração. Rui Pena Pires, o coordenador do relatório estatístico divulgado hoje, afirma que o aumento, apesar de não ser muito grande, é significativo. Em 2021 emigraram 65 mil pessoas, mais 5 mil do que tinha sido estimado. Em 2022, foram 70 mil.
O Observatório da Emigração atualizou os dados referentes às saídas de portugueses: em 2021 emigraram 65 mil pessoas, mais 5 mil do que tinha sido estimado. Em 2022, foram 70 mil. Edição Isabel Gaspar Dias
De acordo com as estatísticas do Observatório da Emigração, 30% dos jovens que estudam em Portugal partem todos os anos depois de se formarem, na procura de uma melhor qualidade de vida noutros países. Tendo em conta este cenário, “decidimos criar esta academia em 2024, com o objetivo de reunir conhecimento – métodos de trabalho – e ao mesmo tempo oportunidades, combatendo a emigração excessiva”, revela Aleknaite.
O Observatório da Emigração publicou em janeiro o Atlas da Emigração Portuguesa: só nos últimos 20 anos, o país viu sair mais de 1,5 milhões de cidadãos. No total, existem cerca de 2,2 milhões de cidadãos na diáspora portuguesa.
Em declarações à Lusa, o coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, sublinha precisamente que, “olhando para os dados, há algo que chama a atenção, que é o facto de, apesar de continuar a haver emigração para a Suíça, e em números significativos todos os anos, a população nascida em Portugal a residir na Suíça tem vindo a diminuir, o que só é possível por haver neste momento mais regressos para Portugal do que saídas” para o país helvético.
Em declarações à Lusa, o coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, sublinha precisamente que, "olhando para os dados, há algo que chama a atenção, que é o facto de, apesar de continuar a haver emigração para a Suíça, e em números significativos todos os anos, a população nascida em Portugal a residir na Suíça tem vindo a diminuir, o que só é possível por haver neste momento mais regressos para Portugal do que saídas" para o país helvético.
Em declarações à Lusa, o coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, sublinha precisamente que, "olhando para os dados, há algo que chama a atenção, que é o facto de, apesar de continuar a haver emigração para a Suíça, e em números significativos todos os anos, a população nascida em Portugal a residir na Suíça tem vindo a diminuir, o que só é possível por haver neste momento mais regressos para Portugal do que saídas" para o país helvético.
Quem tem estudado esta questão em profundidade é a socióloga Liliana Azevedo, investigadora associada do Observatório, especializada em migração de regresso e envelhecimento e mobilidade, e autora de uma tese de doutoramento intitulada “Partir ou ficar? Transição para a reforma e migração de regresso de casais portugueses na Suíça”.v
“A população nascida em Portugal a residir na Suíça tem vindo a diminuir, o que só é possível por haver neste momento mais regressos para Portugal do que saídas” para o país helvético, diz à Lusa o coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires.
A maioria dos portugueses que saem para a Suíça continuam a ser pouco qualificados, embora se observe já um aumento de alguma emigração qualificada, e o caso mais claro é o de emigração de enfermeiros para a Suíça", assinala à Lusa o coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires.
Ou seja, segundo a jornalista “perto de 2,1 milhões de pessoas nascidas em Portugal vivem fora do país, dos quais 1,5 milhões deixaram o país nos últimos vinte anos, ou seja 15% da população segundo as estimativas do Observatório da emigração.” Ainda segundo Sandrine Morel, estes “números fazem da pequena república ibérica o país com a maior taxa de emigração na Europa e o oitavo no mundo.”
Assistimos assim, à saída avolumada de jovens portugueses à procura de melhores salários e melhores condições de vida. De acordo com o Observatório da Emigração, cerca de 30 % dos jovens nascidos em Portugal e com idades compreendidas entre os 15 e os 39 anos, deixaram o país. No total são mais de 850 mil os que optaram por abandonar Portugal.
Um novo estudo do Observatório da Emigração indica que Portugal tem a taxa de emigração mais alta da Europa e uma das mais altas do mundo.
Mais de um quarto das pessoas nascidas em Portugal e atualmente com idades compreendidas entre os 15 e os 39 anos vivem fora do seu país, segundo um estudo de 2023 publicado pelo Observatório da Emigração.
De acordo com o Observatório da Emigração, cerca de 850.000 jovens, ou 30% das pessoas com idade entre 15 e 39 anos, deixaram o país — um dos mais pobres da Europa Ocidental — em algum momento e estão atualmente vivendo no exterior, devido às más condições de trabalho e aos baixos salários.
Luso-francesa, nascida em Portugal, Rosa André é candidata às Europeias pelo partido Horizons. Pelo 3º ano consecutivo, aumentou a emigração portuguesa para a Alemanha. Edição Isabel Gaspar Dias
O sociólogo, coordenador do Observatório da Emigração, refere ainda que o regresso destes portugueses também se fez sentir na criação de novas universidades, espalhadas pelo país.
Portugal tem, de acordo com os dados das Nações Unidas citados no último relatório do Observatório da Emigração, “um pouco mais de 2,1 milhões de portugueses emigrados, isto é, de pessoas nascidas em Portugal a viver no estrangeiro”.
A fuga do talento português é um problema que faz lembrar os anos da Grande Recessão. Atualmente, segundo o Observatório da Emigração, cerca de um terço dos jovens nascidos em Portugal vive fora do país – e isso é preocupante.
Com início marcado para as 15 horas, o encontro começa com um painel sobre imigração em Portugal, que terá como oradoras Cristina Milagre, da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), e de Cláudia Pereira, que integra o Observatório da Emigração do ISCTE.
O Observatório da Emigração está a organizar uma conferência mista – que pode ser assistida em sala ou online – denominada “Free Movement for Portuguese in Luxembourg“.
Mais de 10.000 portugueses emigraram para o país em 2022, o valor mais alto desde 2016, referem os dados recentemente divulgados pelo Observatório da Emigração.
Então, como no presente, a emigração é jovem. Segundo o mais recente estudo coordenado por Rui Pena Pires, para o Observatório da Emigração, cerca de 30% dos cidadãos nascidos em Portugal e que têm entre 15 e 39 anos estão emigrados – mais de 850 mil pessoas. E se, nas décadas de 60 e 70, a economia não tinha como absorver essa mão de obra pouco qualificada, o impacto pode ser agora mais severo.
Não foi assim nos últimos dois Governos. Entre 2019 e 2022, houve uma Secretária de Estado para a Integração e as Migrações liderada por Cláudia Pereira, professora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa que já fora coordenadora do Observatório da Emigração. Entre 2022 e 2024, uma Secretaria de Estado da Igualdade e Migrações, encabeçada por Almeida Rodrigues, jurista que fez carreira política.
Foram mais de 10 mil os portugueses que se mudaram para França em 2022. Dados do Observatório da Emigração. A Espanha foi o país mais escolhido pelos portugueses, seguido de França e Suíça. Edição Isabel Gaspar Dias.
Quanto à parte sobre a emigração, baseia-se numa estimativa do Observatório da Emigração que surgiu em destaque num artigo do jornal “Expresso” (edição de 11 de janeiro de 2024) que, por sua vez, foi referido várias vezes durante a campanha para as eleições legislativas, inclusive pelo próprio Montenegro.
Está a crescer a emigração portuguesa para o norte da Europa, acima de tudo para a Dinamarca. Os dados do Observatório da Emigração relativos ao ano passado confirmam esta tendência.
"Nós dizemos que é a 'Geração 30', depois da 'Geração à rasca', porque é uma geração em que, desde 2011, os licenciados perderam 30% do poder de compra. Saímos de casa dos nossos pais aos 30 anos, e por isso, segundo dados do Observatório da Emigração, 30% dos jovens portugueses emigraram", disse o líder estudantil.
"Nós dizemos que é a 'Geração 30', depois da 'Geração à rasca', porque é uma geração em que, desde 2011, os licenciados perderam 30% do poder de compra. Saímos de casa dos nossos pais aos 30 anos, e por isso, segundo dados do Observatório da Emigração, 30% dos jovens portugueses emigraram", disse à Lusa o presidente da Federação Académica do Porto (FAP), Francisco Porto Fernandes.
Não é novidade para ninguém que, nos últimos anos, a emigração jovem tem sido alarmante em Portugal. E não se trata de uma mera perceção, é uma realidade confirmada por dados do Observatório da Emigração. De acordo com a sua última estimativa, 30% dos nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos deixaram o país em algum momento e atualmente vivem no exterior. No total, os números já apontam para mais de 850 mil.
Foram 688 os portugueses que, em 2023, entraram na Suécia, segundo dados do Statistics Sweden. Este organismo sueco contabilizou um total de 94,514 entradas de estrangeiros na Suécia, tendo os portugueses representado 0.7% desse total.
O nome da iniciativa surge, na sequência das estatísticas da Eurostat e do Observatório da Emigração, que revelam que o poder de compra dos licenciados diminuiu 30% desde 2011, que os jovens saem de casa dos pais aos 30 anos, em média, e ainda que 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem no estrangeiro. De acordo com o comunicado da FAP, são “esperados mais de três centenas de jovens da Academia do Porto no encontro de estudantes”.
O sociólogo Rui Pena Pires considera que os baixos salários e a crise na habitação são cada vez mais pretextos para os portugueses emigrarem, sobretudo jovens e qualificados, embora um terço acabe por regressar.
Para conseguirmos responder a esta pergunta vale a pena analisar alguns dados publicados nos relatórios da OCDE, Relatório do Observatório das Migrações, e Observatório e o Observatório da Emigração publicados entre Outubro 2023 e Janeiro de 2024, com informação relevante sobre os imigrantes que escolheram o nosso país para viver e sobre portugueses que decidiram sair.
“O poder de compra dos licenciados diminuiu 30%, a saída de casa dos nossos pais ocorre, em média, aos 30 anos, e, de acordo com os mais recentes dados divulgados pelo Observatório da Emigração, aproximadamente 30% dos jovens nascidos em Portugal estão, atualmente, a viver no estrangeiro. Estas estatísticas refletem uma realidade preocupante, que indica que o país não proporciona um ambiente favorável para o crescimento e prosperidade da juventude em Portugal”, alega o presidente da FAP.
Entre esses desafios destaco a crise demográfica que enfrentamos de forma dramática. Pedro Nuno Santos, candidato a primeiro-ministro de Portugal afirmou, no debate com Rui Tavares, que é bom ter uma população envelhecida porque isso reflete a subida da esperança média de vida. Portugal é o 6º país da OCDE com mais idosos face à população activa. Explicar o nosso elevado nível de envelhecimento relativo apenas com base no feliz aumento da esperança de vida é ignorar a preocupante queda de natalidade e a emigração massiva de jovens que se verifica no nosso país. De facto, a taxa de natalidade tem diminuído consistentemente nas últimas décadas. De acordo com o últimos dados do Eurostat a taxa de fecundidade em Portugal é de apenas 1,35 filhos por mulher em idade fértil, abaixo dos 1,53 que correspondem à média europeia, e bem abaixo dos 2,1 filhos por mulher necessários para manter a população estável. Por outro lado, segundo dados do Observatório da Emigração, um em cada três jovens nascidos em Portugal, com idades compreendidas em os 15 e os 39 anos, vive fora do país, incluindo um terço das mulheres portuguesas em idade fértil.
A mudança de portugueses para o Reino Unido teve o ano passado o valor mais baixo em mais de 20 anos. O PAN propõe apenas um círculo eleitoral para a emigração e voto postal descentralizado. Edição Isabel Gaspar Dias
Cerca de 1,7 milhões de jovens entre os 18 e os 35 anos vão poder votar nestas eleições, segundo números do Pordata. Outros 850 mil decidiram mudar de rumo e trilhar caminhos além-fronteiras, de acordo com estimativas do Atlas da Emigração Portuguesa, apresentado pelo Observatório da Emigração em janeiro. É o balanço entre aqueles que ainda vivem em Portugal e os que tiveram de emigrar, muitos deles forçados a fazê-lo porque não encontravam resposta para os seus problemas no país onde nasceram.
Pretende, igualmente, criar condições para que os jovens possam sair mais cedo de casa dos pais, promovendo o acesso à habitação, nomeadamente através da eliminação do IMT na compra de habitação própria permanente e na isenção de imposto de selo para o arrendamento e para as transações imobiliárias. A IL propõe adicionalmente a criação de residências universitárias e estudantis na Região Autónoma da Madeira. O partido recorda que, segundo os dados do Observatório da Emigração, 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do País.
A IL aponta que actualmente 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país, segundo os dados do Observatório da Emigração. Durante o evento que hoje decorreu, e que contou com a presença do cabeça de lista da Iniciativa Liberal, Gonçalo Maia Camelo, e de outros membros da lista, os liberais apresentaram as ideias e as propostas do seu programa eleitoral orientadas para o crescimento económico, para a criação de oportunidades e para a diminuição dos impostos, essenciais para garantir a fixação dos jovens em Portugal, e na Madeira em particular.
O partido recorre aos últimos dados divulgados pelo Observatório da Emigração, segundo os quais cerca de 30% dos jovens, entre os 15 e os 39 anos, deixaram o país.
Para o JPP, o “grande fracasso” das políticas de emprego em Portugal e na Região reside nos últimos números divulgados pelo Observatório da Emigração, segundo os quais cerca de 30% dos jovens, entre os 15 e os 39 anos, deixaram o país.
Há umas semanas, o Observatório da Emigração lançou um estudo: um terço dos portugueses entre os 15 e os 39 anos saiu de Portugal. A geração mais qualificada que o país produziu não consegue ganhar salários, pagar contas, arranjar teto. Dá-se voz a políticos que atacam os que vêm de fora compensar as falhas de uma nação que foge, sim. Mas eu queria era ouvir os planos que garantam salários, contas pagas e teto a quem quer ficar.
Apesar de ter registado novo máximo em 2023, a emigração portuguesa para a Dinamarca tende a estabilizar, conclui Inês Vidigal, investigadora do Observatório da Emigração através de análise publicada hoje no site desta estrutura do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa.
Portugal enfrenta uma grave crise de emigração de talento. De acordo com uma estimativa do Observatório da Emigração, temos a taxa de emigração mais alta e qualificada da Europa e uma das maiores globalmente. São mais de 850 mil portugueses entre 15 e 39 anos que deixaram o país, representando 30% da população desta faixa etária, o que acarreta consequências sérias para a dinâmica demográfica e a força de trabalho nacional.
Quando a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reconheceu no Fórum Económico Mundial em Davos que a desinformação e a difusão generalizada de informações falsas constituem a maior ameaça à democracia, polarizando as sociedades, devemos ficar preocupados. Somando esta situação à impreparação generalizada dos quadros políticos e da maioria dos líderes, assim como à circunstância de Portugal registar a taxa de emigração jovem mais alta da Europa, o horizonte de esperança torna-se ainda mais negro. Se o nosso país estivesse assim tão bom como alguns anunciam, trinta por cento dos jovens entre os 15 e os 39 anos, nascidos em Portugal, não tinham decidido emigrar, conforme consta na estimativa do Observatório da Emigração.
O conselheiro lembra o recente estudo do Observatório da Emigração, que demonstrou que cerca de um terço, 30% dos jovens entre os 15 e os 39 anos nascidos em Portugal emigraram.
Debate entre Pedro Nuno Santos e Rui Rocha ficou tendencialmente marcado, em regra, pelo rigor nos factos. O debate inflamado entre Inês Sousa Real e André Ventura, menos.
De acordo com as principais conclusões do "Atlas da Emigração Portuguesa" do Observatório da Emigração, lançado no dia 16 de janeiro, citadas pelo jornal "Expresso", é verdade que "30% dos jovens que nasceram no país estão atualmente a viver fora".
Os dados constam do último “Atlas da Emigração Portuguesa”, do Observatório da Emigração, e ajudam a traçar o retrato do talento no país: 30% dos nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos deixaram o país em algum momento e vivem atualmente no exterior. São mais de 850 mil.
Mais recentemente, o semanário “Expresso”, citando dados do Observatório da Emigração, noticiou que Portugal tem a taxa de emigração mais elevada da Europa e uma das mais altas do mundo.
Coordenador do Observatório da Emigração analisa as causas e as consequências da procura de trabalho no estrangeiro. Rui Pena Pires defende que só o desenvolvimento económico pode estancar a fuga de talentos de Portugal.
Cerca de 60 mil portugueses saíram de Portugal durante 2022. De acordo com o Relatório da Emigração 2022 elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, o principal destino é a Suíça, a Espanha e a França, depois de uma queda das idas para o Reino Unido na ordem dos 40%. Já são mais de 2 milhões os portugueses nascidos em Portugal que vivem no estrangeiro. O fenómeno não é novo, tem séculos mas a sua natureza é diferente das anteriores, nomeadamente das que ocorreram ao longo do século XIX, até aos anos 30 do século XX, e ainda com a dos anos 50 e 60 do século passado.
Esses dados integram a nova edição do Atlas da Emigração Portuguesa.
Engenheiros. Protagonistas de diferentes áreas deixam críticas ao rumo das políticas públicas e apelam a medidas que aproveitem o talento desenvolvido dentro de portas para alicerçar o desenvolvimento. É o futuro de Portugal em causa.
Tudo isto são dados do Atlas da Emigração Portuguesas, publicados pelo Observatório da Emigração, conhecidos nos últimos dias e pouco debatidos, comentados ou analisados pelos decisores políticos. São dados que revelam várias coisas.
Cerca de 60.000 portugueses emigraram em 2022, os mesmos que no ano anterior, com o Reino Unido a perder importância devido ao Brexit e a Suíça a voltar a ser o principal país de destino, segundo um relatório.
Cerca de 60 milportugueses emigraram em 2022, os mesmos do que no ano anterior, com o Reino Unido a perder importância devido ao Brexit e a Suíça a voltar a ser o principal país de destino, revela o relatório do Observatório da Emigração e da Rede Migra.
Os fluxos de portugueses emigrados cresceram em 2022, com exceção das saídas para o Reino Unido, país que já foi o principal destino dos portugueses, mas diminuiu mais de 40% devido ao Brexit, de acordo com o Relatório da Emigração 2022.
Elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no documento indica-se que, no ano passado, se registaram mais dez detenções de portugueses no estrangeiro do que no ano anterior.
O estudo do Observatório da Emigração e a Rede Migra mostra que para o Reino Unido – que já foi o principal destino dos emigrantes portugueses – a emigração diminuiu mais de 40%, tendo sido ultrapassado pela Suíça, Espanha e França.
O Relatório da Emigração 2022 foi elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no quadro do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL).
O Relatório da Emigração 2022 foi elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no quadro do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL).
Elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no quadro do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), o Relatório da Emigração 2022 indica que, nesse ano, o Estado português proporcionou uma ajuda de 76.551 euros a cidadãos portugueses, com residência legal e efetiva no estrangeiro, em situação comprovada de absoluta carência ou evidente fragilidade, através do apoio social a emigrantes carenciados das comunidades portuguesas (ASEC-CP).
Elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, no documento indica-se que, no ano passado, se registaram mais dez detenções de portugueses no estrangeiro do que no ano anterior.
O estudo do Observatório da Emigração e a Rede Migra mostra que para o Reino Unido – que já foi o principal destino dos emigrantes portugueses – a emigração diminuiu mais de 40%, tendo sido ultrapassado pela Suíça, Espanha e França.
Portugal é hoje o país europeu que, proporcionalmente, tem maior número de emigrantes e o oitavo em todo o mundo. Os dados são claros e da autoria do Observatório da Emigração, que publicou este mês o Atlas da Emigração Portuguesa: só nos últimos 20 anos, o país viu sair mais de 1,5 milhões de cidadãos. No total, existem hoje cerca de 2,1 milhões de portugueses espalhados pelo planeta.
De acordo com o Relatório da Emigração 2022, elaborado pelo Observatório da Emigração e a Rede Migra, terão emigrado um pouco mais de 60 mil portugueses em 2022, o mesmo número que no ano anterior, mas a estagnação é aparente, uma vez que "praticamente todos os fluxos de saída cresceram, exceto o que teve o Reino Unido como destino".
No espaço de pouco mais de duas semanas, o debate nacional revolveu-se em torno de duas questões relacionadas com a temática da migração: por um lado, discutiu-se a "fuga" dos jovens portugueses, a propósito do recente relatório do Observatório da Emigração segundo o qual cerca de 30% dos jovens portugueses com idades entre os 15 e os 39 anos vivem fora do país; por outro lado, reemergiu a empoeirada retórica anti-imigração, à boleia dos discursos xenófobos de uma extrema-direita a renascer das cinzas da democracia social, que vê na praça de Martim Moniz a grande ameaça civilizacional. A exiguidade do lapso temporal dentro do qual a esfera pública foi ocupada pelos dois tópicos traz ao de cima um paradoxo subliminar: só uma profunda dissonância cognitiva justifica que, num país de emigrantes, o discurso anti-imigrantes consiga ganhar significativa tração. Em toda a casa portuguesa há um elemento da família, mais ou menos alargada, que emigrou – da tia que está há décadas em França até ao primo que se aventurou no Luxemburgo. Não deixa, por isso, de ser surpreendente que a figura do imigrante possa ser tão facilmente utilizada como bode expiatório para as – legítimas – frustrações dos portugueses que resistem em território nacional. Seria de esperar que em nós houvesse uma capacidade particular para reconhecer o valor inestimável do acolhimento empático daqueles que procuram melhores condições de vida num país estrangeiro.
Nos últimos dias foi divulgado o “Atlas da Emigração Portuguesa”, um estudo do Observatório da Emigração. Existem atualmente mais de 2.3 milhões de emigrantes portugueses espalhados pelo mundo. A diáspora portuguesa é a maior da Europa e a oitava maior do mundo. Portugal é, historicamente, um país de emigrantes. A emigração portuguesa foi uma constante no início do século XX, sobretudo para a América (Brasil, EUA e Canadá) e África até aos anos 60 e para a Europa a partir daí.
O Observatório da Emigração deu a conhecer, no passado dia 12 de janeiro, que aproximadamente 30% dos jovens nascidos em Portugal estão, atualmente, a viver no estrangeiro. Estes números, que refletem uma realidade há muito sentida, são reveladores de um país que não é para jovens. Em Portugal, os jovens saem de casa dos pais aos 29,7 anos, quando a média europeia é 26,4. Para esta realidade, muito contribui o desemprego jovem elevado – o quinto maior da União Europeia, e os baixos salários. Dados recentes mostram que 75% dos jovens ganham menos de 950€ mensais e, no que respeita ao trabalho qualificado, um jovem com qualificações superiores ganhava, em média, mais 211€ em 2011, do que em 2022.
Portugal tem uma taxa de emigração das mais elevadas da Europa e uma das mais altas do mundo” avançava um semanário há uns dias, tendo em conta que “mais de 850 mil jovens entre os 15 e os 39 anos vivem fora do País, 30% dos nascidos em Portugal no período”, citando dados do Observatório da Emigração. Muitos meios de comunicação fizeram eco da notícia e vários partidos ergueram-se alarmados a gritar que estamos a perder a geração mais bem preparada, que investimos neles fortunas e agora vão criar riqueza fora, por isso que temos de os reter e que a sangria tem de parar e já.
A título de exemplo, nos anos de 2020 e 2021, a média anual de nascimentos de bebés filhos de mães portuguesas na Suíça era de 3.016, segundo dados compilados pelo Observatório da Emigração num relatório divulgado em outubro de 2022.
«Conforme referido pelos meios de comunicação, três em cada dez jovens nascidos em Portugal decidiram emigrar, mais de 850 mil nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos optou por viver e trabalhar fora do país», um número bastante alto notado pelo Observatório da Emigração.
A Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) analisou os resultados obtidos da investigação do Público, do Expresso e do Observatório de Emigração e verificou que “mais de 850 mil nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos optou por viver e trabalhar fora do país”.
Esta é uma das razões que leva Portugal a ter a maior taxa de emigração da Europa: 30% dos jovens entre os 18 e 39 anos que nasceram no país saíram, segundo uma estimativa do Observatório da Emigração revelada este mês pelo jornal Expresso.
Sentei-me, por isso, com Rui Pena Pires, um dos autores do "Atlas da Emigração Portuguesa" - lançado na semana passada, e que reúne e analisa a informação estatística disponível sobre o estado atual da emigração portuguesa, em termos relativos. Rui Pena Pires é coordenador científico do Observatório da Emigração desde 2009 e professor no ISCTE-IUL.
Segundo a AAC ao “ter em consideração, situam-se os valores da emigração jovem em Portugal, que, conforme referido pelos meios de comunicação, três em cada dez jovens nascidos em Portugal decidiram emigrar, mais de 850 mil nascidos em Portugal com idades entre os 15 e os 39 anos optou por viver e trabalhar fora do país, um número bastante alto notado pelo Observatório da Emigração”.
Segundo o Observatório da Emigração, 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país. São mais de 850 mil jovens, entre os 15 e os 39 anos, que vivem atualmente no estrangeiro. E dentro deste grupo, quase um terço das mulheres está em idade fértil.
Cerca de 20.000 emigrantes portugueses regressam anualmente a Portugal, na sua maioria com menos de 40 anos, um retorno que o coordenador científico do Observatório da Emigração considera que deveria ser mais apoiado.
Pelas várias implicações, o foco na evolução da população residente em Portugal é absolutamente crítico. É tema ao qual tenho dedicado particular atenção e reflexão, partilhadas neste espaço de opinião. Em janeiro de 2023, alertei para o facto de as estatísticas demográficas exigirem uma ação imediata. Hoje, o alerta mantém-se, mas com uma pertinência redobrada. O assunto tem merecido a atenção da opinião pública, graças às estimativas do Observatório da Emigração.
De acordo com o Atlas da Emigração Portuguesa, entre 2001 e 2020 saíram anualmente de Portugal, em média, mais de 75 mil pessoas.
Já todos tínhamos consciência do problema, mas agora ficámos a conhecer a sua assustadora dimensão. Um estudo do Observatório da Emigração, divulgado na semana passada, indica que 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país.
Até que pusemos a desgraça na ponta do lápis, fizemos contas e chegamos ao marco de 30% de jovens emigrados, de acordo com os números do Observatório da Emigração. Espero que ninguém nos tente convencer de que o país não falhou. Que ninguém nos venha dizer que não é uma afronta ver o Governo bater recordes de arrecadação fiscal, enquanto o salário dos jovens não dá para o básico. Que ninguém nos venha com uma narrativa que terceirize a culpa de tudo isto.
“30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país”: foi esta a preocupante manchete do Expresso de sábado passado. Os números são arrasadores e constam do Atlas da Emigração Portuguesa, obra lançada esta semana. Ora vejamos: mais de 850 mil jovens com idades entre 15 e 39 anos residem, atualmente, fora de Portugal. Em […]
Um estudo recente, o “Atlas da Emigração Portuguesa”, revelou que 850.000 jovens (entre os 15 e os 39 anos) abandonaram o País: quer por falta de boas oportunidades de emprego, quer pela ausência de salários que lhes permitam ter uma qualidade de vida condigna.
Entre os destinos da emigração portuguesa, França continua a ser o líder destacado, seguindo-se a Suíça, o Reino Unido e os EUA, onde existem comunidades portuguesas estabelecidas há muitos anos, segundo o Observatório da Emigração. O mesmo acontece no Canadá e no Brasil. Na Europa, destacam-se ainda Alemanha, Espanha e Luxemburgo.
Os dados mais recentes divulgados pelo Observatório da Emigração (OE) permite concluir que Portugal tem a taxa de emigração mais alta da Europa e uma das maiores do mundo, havendo muitos jovens que fazem as malas e rumam a outros destinos em busca de melhores condições de vida. As estimativas apontam para que 30% dos nascidos em Portugal com idades entre 15 e 39 anos deixaram o país em algum momento e vivem atualmente no exterior. São mais de 850 mil.
O problema da demografia é grave e, por isso, não fiquei – nem ninguém devia ficar – indiferente à notícia publicada este fim de semana no semanário Expresso sob o título “30% dos jovens nascidos em Portugal vivem fora do país”. Nesta Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, que esta semana vai lançar o “Atlas da Emigração Portuguesa”, diz aquilo que já vamos testemunhando, ainda que sem dados oficiais: que são as populações mais jovens, entre os 15 e os 39 anos, quem mais abandona o país. Os dados que agora ficamos a conhecer deviam fazer soar todos os alarmes. Mas não.
O coordenador do Observatório da Emigração diz que a emigração não tem de ser um problema em Portugal e que não há só razões económicas - a história e a cultura também ajudam a explicá-lo. Sobre a famosa "fuga de cérebros", Rui Pena Pires desvaloriza - "emigram mais jovens com formação superior, porque também há mais jovens a acabar a universidade.
Na semana passada vieram uns números crus do Observatório da Emigração: cerca de um terço dos jovens portugueses saiu do país para trabalhar.
Dois anos depois, a propósito da publicação do Atlas da Emigração Portuguesa, o Observatório da Emigração divulgou estimativas, nada surpreendentes, que demonstram as consequências dessa falta de horizontes: 850 mil jovens emigrados, 30% de todos os portugueses entre os 15 e os 39 anos de idade; consequências graves para o equilíbrio demográfico do país, pelos filhos que milhares de casais jovens não estão a ter em Portugal, onde muitos nunca regressarão; desperdício de uma força de trabalho motivada e, em muitos casos, qualificada.
É apresentado hoje o "Atlas da Emigração" - Rui Pena Pires, professor catedrático do ISCTE, é um dos autores deste livro e esteve hoje no "Programa da Manhã" com Ricardo Soares e Frederico Moreno.
As remessas que os emigrantes portugueses enviam para Portugal valem 1,8% do Produto Interno Bruto do país. Esta é uma das conclusões do “Atlas da Emigração Portuguesa”, elaborado pelo Observatório da Emigração e citado pelo Jornal de Notícias.
O “Atlas da emigração portuguesa”, a ser lançado esta terça-feira, pelas 18h, no ISCTE, refere que “a emigração é, em Portugal, um fenómeno de longa duração e grande amplitude que teve, no século XXI, um novo crescimento”.
Segundo o Observatório da Emigração, citado pelo Jornal da Notícias, que dá pelo nome de “Atlas da Emigração Portuguesa”, o valor enviado para Portugal por emigrantes chega mesmo, em alguns casos, a ultrapassar o dos fundos europeus.
Os emigrantes portugueses enviaram cerca de 3,6 mil milhões de euros de remessas para Portugal, em 2021. Os dados fazem parte de um estudo elaborado pelo Observatório da Emigração que vai ser apresentado esta terça-feira.
As remessas enviadas pelos emigrantes portugueses para Portugal são quase equivalentes aos fundos europeus anuais, avança o Jornal de Notícias que cita o “Atlas da Emigração Portuguesa”, elaborado pelo Observatório da Emigração.
O sociólogo Rui Pena Pires considera que os baixos salários e a crise na habitação são cada vez mais pretextos para os portugueses emigrarem, sobretudo jovens e qualificados, embora um terço acabe por regressar.
O valor líquido do dinheiro - remessas - que os emigrantes portugueses enviam para Portugal chega a ser tanto quanto o dos fundos europeus que, anualmente, são transferidos para o nosso país. Em alguns anos, até o ultrapassa. Os dados constam do “Atlas da Emigração Portuguesa”, elaborado pelo Observatório da Emigração, hoje apresentado. Só em 2021, o país recebeu 3,6 mil milhões de euros em remessas.
Chegaram 3,6 mil milhões de euros em remessas só em 2021. Estes são alguns dos dados presentes no “Atlas da Emigração Portuguesa”, elaborado pelo Observatório da Emigração.
Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, explica ainda que este facto deve-se porque “França tem mais de meio milhão de pessoas nascidas em Portugal. É normal que países com menos emigrantes portugueses não tenham o mesmo impacto nas remessas”.
Porque é que estes dados são preocupantes? A análise da comentadora da Antena 1 para assuntos de economia, Helena Garrido.
Quase um em cada três jovens nascidos em Portugal, entre os 15 e os 39 anos, residem no estrangeiro. Um terço das mulheres portuguesas que vivem no exterior está em idade fértil.
Em entrevista à agência Lusa, o diretor científico do Observatório da Emigração e um dos autores do Atlas da Emigração Portuguesa, que será apresentado na próxima terça-feira, em Lisboa, afirmou que “a diferença de salários e a perspetiva profissional” são o principal motor para a emigração portuguesa, sobretudo dos mais jovens.
Segundo dados do Observatório da Emigração, cerca de 30% das pessoas nascidas em Portugal com idade entre 15 e os 39 anos moram no estrangeiro – desde 2001, saíram do país, em média, 75 mil pessoas por ano. O pico terá sido atingido, de acordo com estimativas do “Atlas da Emigração Portuguesa”, em 2013 com 120 mil portugueses a abandonarem o território nacional.
O sociólogo e diretor científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, posa para a fotografia durante uma entrevista sobre o lançamento do Atlas da Emigração Portuguesa, que será apresentado na próxima terça-feira, no ISCTE, em Lisboa, 12 de janeiro de 2024. Cerca de 20.000 emigrantes portugueses regressam anualmente a Portugal, na sua maioria com menos de 40 anos, um retorno que o coordenador científico do Observatório da Emigração considera que deveria ser mais apoiado.
"Regressam mais de 20 mil pessoas todos os anos, sem se fazer nada, e a maioria são jovens que estão fora cinco, sete, 10 anos", continua o coordenador científico do Observatório da Emigração.
A antiga eurodeputada Ana Gomes, comentou os dados recentes do Observatório da Emigração.
O Observatório da Emigração avaliou que mais de 850 mil jovens entre os 15 e os 39 anos, deixaram Portugal rumo ao estrangeiro, onde passaram a residir. Só em 2013 estima-se que terão saído 120 mil portugueses nestas faixas etárias, cita o jornal Expresso.
As declarações do presidente da FAP e a sua “extrema preocupação” com a emigração dos jovens em Portugal surge um dia depois de terem sido divulgados pelo Observatório da Emigração dados que indicam que 30% dos jovens nascidos em Portugal estão atualmente a viver no estrangeiro.
"É ótimo que quem queira sair, conhecer o mundo, ter outras experiências o possa fazer. Mas há uma diferença entre sair e ser expulso. Um país que expulsa as gerações mais jovens é um país que está a desistir do futuro. Este é o maior problema de Portugal", declarou Mariana Mortágua, referindo-se aos dados recentes do Observatório da Emigração, referindo que 30% dos jovens nascidos em Portugal vivem no estrangeiro.
Cerca de 20.000 emigrantes portugueses regressam anualmente a Portugal, na sua maioria com menos de 40 anos, um retorno que o coordenador científico do Observatório da Emigração considera que deveria ser mais apoiado.
Cerca de 30% dos jovens que nasceram em Portugal, entre os 15 e os 39 anos, tomaram a decisão de emigrar. Estes são números avançados esta semana pelo semanário “Expresso” e que têm tanto de inquietantes, como de reveladores. 70% das pessoas que emigraram têm entre 15 e 39 anos.
Segundo uma estimativa do Observatório da Emigração, divulgada hoje, mais de 850 mil jovens que têm hoje entre 15 e 39 anos deixaram o país e residem atualmente no exterior.
Todos os anos nascem cerca de 20 mil bebés de mães portuguesas a viver no estrangeiro, avançou o sociólogo Rui Pena Pires, diretor científico do Observatório da Emigração e um dos autores do ‘Atlas da Emigração Portuguesa’.
Em entrevista à agência Lusa, o diretor científico do Observatório da Emigração e um dos autores do Atlas da Emigração Portuguesa, que será apresentado na próxima terça-feira, em Lisboa, afirmou que “a diferença de salários e a perspetiva profissional” são o principal motor para a emigração portuguesa, sobretudo dos mais jovens.
Há outra estatística do Eurostat que obriga a refletir. A 1 de Janeiro de 2022, Portugal era o quarto país da UE com mais cidadãos a viver noutros países do bloco em termos absolutos: perto de um milhão. Em termos relativos, é o segundo, atrás da Roménia. Quase um terço dos jovens (entre 15 e 39 anos) nascidos em Portugal vivem fora de Portugal, segundo estima o Observatório da Emigração.
Cerca de 20.000 emigrantes portugueses regressam anualmente a Portugal, na sua maioria com menos de 40 anos, um retorno que Rui Pena Pires, o coordenador científico do Observatório da Emigração, considera que deveria ser mais apoiado.
Desde o início do século, o número de entradas no país quadruplicou, chegando às 4500 em 2022, segundo os dados do Observatório da Emigração. Nesse ano, pela primeira vez, houve mais portugueses a irem para os Países Baixos do que para o Luxemburgo. E em duas décadas a comunidade duplicou: vivem agora por todo o país 25 mil portugueses. Este salto deu-se com mais intensidade a partir do ‘Brexit’, em 2020, que provocou uma queda abrupta da emigração para o Reino Unido. “Os Países Baixos podem mesmo transformar-se no sucessor do Reino Unido”, resume Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração.
O poder político e económico tem dado a devida importância a estes problemas? Estamos a dar condições aos jovens para poderem sair de casa dos pais, formar família, terem filhos e não se sentirem forçados a emigrar? O que é necessário mudar?
Os dados são do Observatório da Emigração: quase 850 mil portugueses entre os 15 e os 39 anos já deixaram o país. O impacto desta fuga é "brutal".
O sociólogo Rui Pena Pires considera que os baixos salários e a crise na habitação são cada vez mais pretextos para os portugueses emigrarem, sobretudo jovens e qualificados, embora um terço acabe por regressar.
Rui Pena Pires, um dos autores do Atlas da Emigração Portuguesa, que será apresentado na próxima terça-feira, disse em entrevista à agência Lusa que Portugal sempre teve cidadãos a emigrar e emigrantes a regressar a Portugal.
“Portugal é um país de emigração e, desde 1974, um país de imigração”, sendo um país muito mais de saídas do que entradas, o país com mais emigração acumulada da União Europeia e com menos imigração, diz o sociólogo Rui Pena Pires, diretor científico do Observatório da Emigração e um dos autores do Atlas da Emigração Portuguesa, que será apresentado na próxima terça-feira, em Lisboa, em entrevista à agência Lusa.
Observatório da Emigração estima que mais de 850 mil jovens que hoje têm entre 15 e 39 anos deixaram o país e residem atualmente noutros países. Serão cerca de 850 mil pessoas.
Em termos de proporção da população, Portugal é o país da Europa com mais emigração e o 8.º em todo o mundo. Investigador estima que cerca de 20 mil emigrantes regressam todos os anos.
O coordenador científico do Observatório da Emigração sublinha no Fórum TSF que, ao contrário do que se pensa, os novos emigrantes não são os mais qualificados.
Portugal tem a taxa de emigração mais alta da Europa. Segundo uma estimativa do Observatório da Emigração, divulgada pelo jornal Expresso, 30% dos jovens entre os 15 e os 39 anos, que nasceram em Portugal, decidiram deixar o país.
Imagine 850 mil jovens nascidos em portugal. Agora coloque-os fora do nosso país, a viverem, a trabalharem e a terem filhos por esse mundo fora. Quase metade dos que emigraram em busca de melhores condições de vida tinham formação superior. A estimativa é do Observatório da Emigração.
Diretor científico do Observatório da Emigração considera que "seria perfeitamente anormal que, havendo liberdade de circulação" e o atual "diferencial de salários, não houvesse emigração".
Quase um em cada três jovens nascidos em Portugal, com idades atuais entre 15 e 39 anos, está a viver fora do país, calcula o Observatório da Emigração. Crises económicas, baixos salários e más condições de trabalho explicam o fenómeno que prosseguiu nas últimas décadas.
Para o coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, não é estranho o número de jovens que emigram à procura de melhores salários.
Os novos destinos da emigração portuguesa, como Reino Unido, Países Baixos, Suécia ou Dinamarca, atraem, sobretudo, jovens qualificados.
Rui Pena Pires fala das implicações da saída de milhares de jovens portugueses para o estrangeiro.
São estimativas do Observatório da Emigração. Entre 2001 e 2020, 1,5 milhão de portugueses emigraram. 30 por cento dos jovens vivem no estrangeiro. Explicações e impacto com especialistas. Edição Isabel Gaspar Dias
Mais de 850 mil jovens que têm hoje entre 15 e 39 anos deixaram o país e residem atualmente no exterior, segundo uma estimativa do Observatório da Emigração. Quase um terço das mulheres em idade fértil está fora. Êxodo tem um “impacto brutal” na fecundidade e no mercado de trabalho, alertam especialistas
Os portugueses ocuparam uma parcela maior no total de emigrantes que chegaram ao país vizinho desde 2020, informa o Observatório da Emigração, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, do Instituto Universitário de Lisboa (CIES-ISCTE). Esta informação é baseada no relatório de migração e imigração da "Estadística de Migraciones y Cambios de Residencia" (EMCR) do Instituto Nacional de Estatística espanhol, que registou mais de 727 mil pessoas no saldo migratório total, principalmente nas comunidades da Catalunha, Madrid e Valenciana.
De acordo com o Observatório da Emigração, cerca de 60 mil portugueses emigraram só em 2021, e as Nações Unidas estimam que mais de 2.6 milhões de portugueses estejam emigrados.
“Mais de metade dos jovens portugueses admite emigrar. Uma sondagem sobre os jovens a residir em Portugal revela que 54% deles admite viver fora do país, enquanto 19% fica na dúvida sobre essa questão”, leio no Público. “Cerca de metade dos jovens vive de ordenado em ordenado”, leio no ECO. “De acordo com um novo relatório de mercado, Lisboa é mais cara do que Madrid e tão cara como Barcelona”, leio noutra notícia. “Portugal é o país da União Europeia com mais emigrantes em percentagem da população”, segundo o Observatório da Emigração.
Apesar do tamanho, acolhe pessoas de 160 nacionalidades diferentes e os estrangeiros representam mais de metade da população que vive atualmente na região — e cerca de 14,5 por cento são portugueses, com uma média etária de 36 anos, segundo os dados do Observatório da Emigração. Pelas ruas, ouvem-se inúmeras línguas, algumas delas incompreensíveis, outras que nos transportam de volta a casa.
Em causa está um regime fiscal dirigido ex-residentes que regressem a Portugal até 2026, e que lhes permite, durante um período de cinco anos, beneficiar de isenção de tributação em IRS sobre 50% do rendimento de trabalho.
Os 90 membros são eleitos através de 52 círculos eleitorais referentes a países de quatro continentes. No Luxemburgo serão eleitos dois conselheiros.
A imigração é um tema complexo e desafiador, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Para os portugueses, a busca por oportunidades no estrangeiro tem sido uma realidade por várias décadas, resultando em histórias de sucesso, mas também em situações difíceis e dramáticas. O drama da imigração é um tema que merece ser explorado e entendido, para que se possa oferecer um olhar mais profundo sobre as experiências dos portugueses no estrangeiro.
Independentemente do número de portugueses que saíram de Portugal em busca de um outro país para fixarem residência (vulgo emigrantes e que foram muitos), é de salientar que a grande maioria deles, tomou essa decisão com base numa pressão financeira - a pressão de pagar contas e o dinheiro não chegar para tudo; a pressão de querer um pouco melhor e não conseguir alcançar; o medo de perder a sua casa; o pão que é preciso pôr na mesa todos os dias; a falta de emprego; a promiscuidade dos salários baixos; os impostos, taxas e taxinhas que afogam o mais nobre dos portugueses, quer a nível particular, quer a nível de empresas, e tantas outras razões que infernizam o dia a dia dos portugueses, lhes tira o sono e os obriga a deixar o seu próprio país.
O bairro mais português de Londres vai receber um mural único que representa a cultura do nosso País. A obra será inaugurada na próxima quarta-feira, 29 de novembro, junto à biblioteca Tate South Lambeth, em Stockwell, no sul da capital britânica.
As eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) realizam-se no domingo (dia 26 de novembro). No Luxemburgo, a mesa de voto estará instalada no Consulado-geral de Portugal, entre as 8h e as 19h.
Cerca de 1,5 milhões de portugueses residentes no estrangeiro escolhem domingo os 90 membros do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), o órgão consultivo do Governo para as políticas da emigração e que conta agora com mais conselheiros.
Os números baixaram um pouco com a pandemia, é normal. Aliás, é incrível como é que saíram 50 mil pessoas naqueles contextos de encerramento, mas aponta-se para que, neste momento, estaremos nas 70 mil a 75 mil saídas por ano, segundo os dados que são divulgados pelo Observatório da Emigração.
Segundo a Bloomberg, que se apoia em dados compilados pelo Observatório da Emigração em Lisboa, Portugal tem a oitava maior taxa de emigração em proporção da população do mundo, com cerca de 25% da sua população a viver no estrangeiro.
Em 2022, entraram 4.533 portugueses nos Países Baixos, num universo de mais de 21 mil residentes no país que nasceram em Portugal, segundo dados do Observatório da Emigração.
Conselho das Comunidades Portuguesas: a última reunião do mandato e assinatura de protocolo com Observatório da Emigração. Da Alemanha a recusa de desdobramento de mesas de voto nas eleições. Edição Paula Machado.
Aviso feito aos deputados pelo presidente do Conselho das Comunidades Portuguesas. O órgão de consulta do governo assinou um protocolo com o Observatório da Emigração. Edição de Isabel Gaspar Dias.
Em 2021, houve 3.529 portugueses a entrar na Bélgica, o maior pico de emigração lusa para aquele país desde 2013, ano em que foram registadas 4.332 entradas, revelou o Observatório da Emigração, citando dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Segundo o Observatório da Emigração, em 2022 residiam na Bélgica cerca de 50 mil pessoas com nacionalidade portuguesa.
Segundo o Observatório da Emigração, em 2022 residiam na Bélgica cerca de 50 mil pessoas com nacionalidade portuguesa.
Segundo o Observatório da Emigração, em 2022 residiam na Bélgica cerca de 50 mil pessoas com nacionalidade portuguesa.
Segundo o Observatório da Emigração, em 2022 residiam na Bélgica cerca de 50 mil pessoas com nacionalidade portuguesa.
Segundo o Observatório da Emigração, em 2022 residem na Bélgica cerca de 50 mil pessoas com nacionalidade portuguesa.
A Rede de Arquivos da Região de Leiria de (RARL), da qual o Município da Marinha Grande é coordenador, em colaboração com a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL), está a organizar o 1º Seminário “Memória Futura: Arquivos na Comunidade”, a realizar no dia 8 de novembro, em Pedrógão Grande.
No ano passado emigraram para os Países Baixos 4.533 portugueses, segundo dados do Observatório da Emigração, citando informação do “Central Bureau voor de Statistiek, o organismo dos Países Baixos que regista a entrada de estrangeiros. Mais 900 portugueses do que para o Luxemburgo.
Numa semana toda ela dedicada aos jovens, vamos saber se é assim tão mau emigrar. No próximo Sociedade Civil vamos falar com que saiu e com quem saiu e voltou...
De acordo com o Observatório da Emigração, cerca de 60 000 Portugueses emigraram em 2021, um número que sobe para 71 000 nas estatísticas da Pordata. Aliás, se somarmos os fluxos para o exterior da última década (2013-2022), a maior base de dados nacional contabiliza mais de 900 000 partidas. A tendência parece não esmorecer, como corroboram os resultados de uma recente sondagem (Aximage, 2023), segundo a qual 53% dos jovens portugueses admite instalar-se fora do país, enquanto 19% tem dúvidas quanto a essa questão. Por outras palavras, apenas um quarto dos jovens não equaciona de todo emigrar. Ainda há tempos cruzei com uma ex-aluna que me dizia estar de malas feitas para os Países Baixos. Verdade seja dita, somos useiros e vezeiros em lidar com tais paradoxos
O Festival de Setembro, que decorreu na Vila Medieval de Ourém entre 8 a 10 de Setembro, sob o tema “Nós, Migrantes”, promoveu a multiculturalidade através da música, seminários, teatro, filmes, visitas-guiadas, literatura e gastronomia. A abertura da quarta edição do festival realizou-se no auditório do Paço dos Condes, com o seminário “Trajetórias da Emigração Portuguesa” e contou com a participação do presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque, do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Francisco André, de Cláudia Pereira, representante do Observatório da Emigração, e de Mário Ribeiro, em representação da Alta Comissária para as Migrações.
Neste regresso depois das férias refletimos sobre alguns dados que revelam a situação dos jovens em Portugal. E os factos são estes: Os jovens saem de casa dos pais em média aos 29,7 anos, a independência é cada vez mais difícil, os preços das casas teimam em não baixar, os jovens têm salários baixos e vivem em precaridade. Esta semana, o 1º ministro anunciou um conjunto de medidas para reforçar os apoios aos jovens, entre elas algumas para cativar os jovens a ficarem em Portugal. Serão essas medidas suficientes? Que mais pode ser feito? Para nos ajudarem a responder a esta pergunta temos connosco: em estúdio ,Carla Mouro (presidente da Fundação da Juventude); via zoom, Cláudia Pereira (coordenadora-executiva do Observatório da Emigração, do ISCTE) e Sérgio Dias (membro da direção da Associação SPOT Nórdic, que está na Dinamarca há 9 anos e que tem feito carreira como especialista de IT).
Após um interregno de seis anos, o Festival de Setembro está de volta à Vila Medieval de Ourém. Assim será até este domingo. Subordinada ao tema “Nós, Migrantes”, a iniciativa teve a respetiva sessão de abertura nesta sexta-feira e contou com a presença do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Francisco André, assim como de representantes do Observatório da Emigração (Cláudia Pereira), do Alto Comissariado para as Migrações (Mário Ribeiro) e do Centro em Rede de Emigração em Antropologia (CRIA), entre os demais convidados. Luís Miguel Albuquerque, presidente da autarquia oureense, deu o ‘pontapé de saída’ para o Festival, destacando a componente histórica associada ao evento.
A sessão de abertura da quarta edição do Festival de Setembro decorreu hoje, 8 de Setembro, no auditório do Paço dos Condes em Ourém, com o seminário “Trajetórias da Emigração Portuguesa”. A sessão teve como objectivo abordar o panorama actual da emigração e interpelar e reflectir sobre as trocas culturais e representações identitárias construídas a partir das trajectórias migratórias.
Durante a sessão foram ainda apresentados alguns dados do Observatório de Emigração. A França, por exemplo, “é o país onde residem mais portugueses”, refere Cláudia Pereira, diretora do Observatório. A coordenadora salientou ainda que muitos oureenses emigraram para o Brasil desde o início do século XX, o país que, neste momento, é a “principal origem dos estrangeiros em Portugal”.
Em sentido mais lato, com base em dados do INE e do Observatório da Emigração, saíram 846.287 portugueses entre 2011 e 2018. Hoje já há muito está ultrapassado o milhão, num país de dez milhões. Um décimo da nossa população.
O seminário conta com o alto patrocínio do Observatório da Emigração e é uma das propostas do município de Ourém para dar corpo ao tema da edição deste ano do Festival de Setembro: “Nós, migrantes”.
Inspirada no tema “Nós, Migrantes”, o município de Ourém organiza o Festival de Setembro, nos dias 8, 9 e 10 de setembro, com o intuito de “abordar a relação entre o Património Cultural, a História do Lugar e a Interculturalidade”, com iniciativas e diálogos em torno da diversidade cultural, inspirados “nas trajetórias da emigração oureense para França, Reino Unido, Brasil, Angola, Moçambique, a par de todos os outros destinos do mundo”.
Em paralelo, o seminário “Trajetórias da emigração portuguesa”, com o apoio do Observatório da Emigração, vai abordar o panorama atual da emigração portuguesa, estando igualmente previstas várias conferências e tertúlias que contarão com a participação da comunidade local e as parcerias do Alto Comissariado para as Migrações e do CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia.
“A tendência recessiva verificada nos últimos anos traduziu-se numa perda relativa de importância da imigração portuguesa: se em 2013 os portugueses representaram 4.7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2022 representavam apenas 2.2%”, considerou o Observatório da Emigração de Portugal.
A base identitária de Ourém e o espírito cosmopolita do 4.º Conde de Ourém, Dom Afonso, servem de premissa para o Festival de Setembro, que vai invadir a Vila Medieval de Ourém entre os dias 8 e 10 de setembro. O Observatório da Emigração participa no Festival de Setembro com o seminário ‘Trajetórias da emigração portuguesa’, que vai abordar o panorama atual da emigração portuguesa.
Os números indicados estão patentes no "Relatório da Emigração 2021" (pode consultar aqui), uma iniciativa da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas. Baseia-se nos dados recolhidos pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, junto das instituições responsáveis pelas estatísticas da imigração.
O número de portugueses que emigraram para o Brasil aumentou em 2022, mas com valores que se mantêm longe dos registados há uma década, segundo dados do Observatório da Emigração.
O número de cidadãos portugueses que emigraram ao Brasil aumentou em 2022, mas a cifra se mantém distante da registrada há uma década, segundo os dados do Observatório da Emigração.
O Observatório da Emigração revela que, em 2022, entraram no Brasil 562 portugueses, no entanto há uma década o número era superior.
O número de portugueses que emigraram para o Brasil aumentou em 2022, mas com valores que se mantêm longe dos registados há uma década, segundo dados do Observatório da Emigração.
O número de portugueses que emigraram para o Brasil aumentou em 2022, mas com valores que se mantêm longe dos registados há uma década, segundo dados do Observatório da Emigração.
O número de portugueses que emigraram para o Brasil aumentou em 2022, mas com valores que se mantêm longe dos registados há uma década, segundo dados do Observatório da Emigração.
O seminário ‘Trajetórias da emigração portuguesa’, com o alto patrocínio do Observatório da Emigração, vai abordar o panorama atual da emigração portuguesa, além das várias conferências e tertúlias que contarão com a participação da comunidade local e as parcerias do Alto Comissariado para as Migrações e do CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia.
O seminário “Trajetórias da emigração portuguesa”, com o alto patrocínio do Observatório da Emigração, vai abordar o panorama atual da emigração portuguesa, além das várias conferências e tertúlias que contarão com a participação da comunidade local e as parcerias do Alto Comissariado para as Migrações e do CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia.
Em março deste ano, o Observatório da Emigração alertou que os baixos salários e os preços elevados da habitação favorecem a saída de jovens licenciados do país.
Citando dados do Centraal Bureau voor de Statistiek, organismo dos Países Baixos que regista a entrada de estrangeiros, o Observatório da Emigração revelou que, no ano passado, entraram nesse país 4 533 portugueses.
Citando dados do 'Centraal Bureau voor de Statistiek', organismo dos Países Baixos que regista a entrada de estrangeiros, o Observatório da Emigração revelou que, no ano passado, entraram nesse país 4.533 portugueses.
Citando dados do 'Centraal Bureau voor de Statistiek', organismo dos Países Baixos que regista a entrada de estrangeiros, o Observatório da Emigração revelou que, no ano passado, entraram nesse país 4.533 portugueses.
Citando dados do 'Centraal Bureau voor de Statistiek', organismo dos Países Baixos que regista a entrada de estrangeiros, o Observatório da Emigração revelou que, no ano passado, entraram nesse país 4.533 portugueses.
De acordo com o relatório, em 2021, verificou-se a existência de um saldo migratório positivo (mais 25,6 mil indivíduos). Um total de 25,1 mil pessoas saíram de Portugal de forma permanente, o que foi compensado pela entrada permanente de 50,7 mil imigrantes (dos quais cerca de 31 mil oriundos de países extra União Europeia e 19,7 mil provenientes dos restantes países da União, segundo a informação estatística disponibilizada pelo Observatório da Emigração e pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, disse ao Público que o mais expectável é repetir-se o que aconteceu com os dados anunciados no ano passado, o número de emigrantes deve manter-se estável, entre os 70 mil e os 75 mil (já a contar com algum aumento pós-pandémico), mas com mudanças de rumo. «O Reino Unido era o principal destino da emigração, para onde ia um terço da emigração portuguesa, mas, com o Brexit, está a absorver muito menos emigrantes. O que parece estar a acontecer, com o crescimento nos países nórdicos, é uma redistribuição.»
Segundo o Observatório da Emigração, os valores utilizados neste destaque correspondem à soma dos seguintes tipos de vistos emitidos pelos consulados de Angola em Lisboa e no Porto: privilegiado, trabalho (o mais comum), trabalho por protocolo, fixação de residência e outros (estudo e permanência temporária).
A emigração portuguesa mudou desde que o Reino Unido abandonou a União Europeia. Os números do Observatório da Emigração revelam que o “Brexit” obrigou os emigrantes portugueses a escolherem outro destino na Europa: os países nórdicos, que registam agora um aumento das entradas de portugueses — a maior parte altamente qualificada e com idade entre os 20 e os 40 anos. Os motivos, apurou o PÚBLICO em conversa com quatro portugueses emigrados naquela região, resume-se sempre a uma só expressão: qualidade de vida.
Foram 797 os portugueses que, em 2022, entraram na Áustria, segundo os dados da Statistics Austria. Este organismo austríaco contabilizou um total de 246,265 entradas de estrangeiros no país, tendo os portugueses representado 0.3% da imigração nesse ano.
O número de portugueses que emigraram para o Luxemburgo diminuiu em 2022, segundo dados do Portal de Estatísticas deste país, divulgados pelo Observatório da Emigração, em abril.
O número de portugueses que emigraram para a Islândia atingiu, em 2022, o segundo valor mais alto deste século, segundo dados da Statistics Iceland, divulgados pelo Observatório da Emigração.
“Após o ligeiro crescimento no número de entradas de portugueses na Islândia em 2021, em 2022 a emigração para este país volta a aumentar, com a entrada de 360 portugueses, o que correspondeu a um aumento de 76,5% face a 2021”, lê-se na nota do Observatório da Emigração.
O número de portugueses que emigraram para a Islândia atingiu, em 2022, o segundo valor mais alto deste século, segundo dados da Statistics Iceland, divulgados pelo Observatório da Emigração.
O número de portugueses que se mudaram para Luxemburgo diminuiu em 2022. No ano passado 3.633 cidadãos portugueses decidiram morar no país mais rico do mundo, menos 6,5% face aos números de 2021. Os dados são do Portal de Estatísticas do Luxemburgo e foram divulgados pelo Observatório da Emigração. Veja os motivos e o número de imigrantes em Luxemburgo.
Os portugueses foram a segunda nacionalidade a escolher o país para viver, com registos de entrada de 3.633 pessoas. Mas também aqui a emigração portuguesa para o Luxemburgo está a diminuir, tendo entrado no país menos 6,5% de pessoas do que em 2021, observa o Observatório da Emigração em Portugal, dados citados pela Lusa.
O número de portugueses que emigraram para o Luxemburgo diminuiu em 2022, segundo dados do Portal de Estatísticas deste país, divulgados pelo Observatório da Emigração.
Após quatro anos sucessivos de decréscimo no número de entradas de portugueses em França, em 2021 a queda é interrompida, com a entrada de 7,663 portugueses, o que correspondeu a um aumento de 27.8% face a 2020.
Os números indicados estão patentes no "Relatório da Emigração 2021", uma iniciativa da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas. Baseia-se nos dados recolhidos pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, junto das instituições responsáveis pelas estatísticas da imigração.
Coordenador do Observatório da Emigração chama ainda a atenção para o “aumento do número de filhos de mães portuguesas que nascem no estrangeiro”, uma vez que são muitas as mulheres jovens que emigram, acentuando, de forma indireta, o desequilíbrio demográfico.
De acordo com dados do Observatório da Emigração, Portugal é o 8º país com maior taxa de emigração do mundo (5º da Europa), com cerca de 25% da população a residir fora do País. O que se pode fazer para contrariar esta tendência?
Foram 547 os portugueses que, em 2022, entraram na Suécia, segundo dados do Statistics Sweden. Este organismo sueco contabilizou um total de 102,436 entradas de estrangeiros na Suécia, tendo os portugueses representado 0.5% desse total.
De acordo com dados do Observatório da Emigração, só na última década, Portugal perdeu 653 mil pessoas em idade ativa, das quais 194 mil licenciados que representam uma perda de 1,9 mil milhões de euros por ano em investimento do Estado. Representando 10,4% da população licenciada e em idade ativa, estas 194 mil pessoas seriam suficientes para aumentar a percentagem de população ativa com ensino superior em 2,4 pontos percentuais (pp), ficando acima da média da União Europeia.
Acabei de ver que a emigração portuguesa para o Reino Unido desceu 41% em 2022, os dados saíram agora. Estava a ler as novidades no site do Observatório da Emigração quando apareceram dois marcianos.
O número de novos imigrantes portugueses no Reino Unido caiu 41% em 2022 para 7.941 em relação ao ano anterior, segundo dados oficiais publicados hoje, confirmando a tendência decrescente acentuada desde a saída britânica da União Europeia.
Foram cerca de 8 mil os portugueses que entraram no Reino Unido no ano passado, bastante abaixo dos quase 14 mil registados em 2021, conclui o Observatório da Emigração a partir das estatísticas britânicas.
No ano passado, os portugueses representaram 0,8% dos 1.055.283 estrangeiros que escolheram o Reino Unido para residir, de acordo com os dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Observatório da Emigração, citando o organismo britânico "Department for Work and Pensions".
Segundo números das Nações Unidas, citados pelo Observatório da Emigração, em 2020 havia cerca de dois milhões de portugueses emigrados a residir no estrangeiro, ano em que se terá atingido o valor mais alto de sempre de emigrantes portugueses no mundo.
Um recente relatório elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, demonstrou que o número de portugueses que emigraram para Macau em 2021 foi o mais baixo desde 2000.
Cerca de 60 mil portugueses emigraram em 2021, mais 15 mil que no ano anterior, segundo o Observatório da Emigração. Os destinos onde se registaram entradas superiores a 5.000 portugueses no último ano, para o qual há informação estatística, são todos europeus. O Reino Unido liderou os destinos dos emigrantes portugueses (12.000 entradas), seguindo-se Espanha (8.000), Suíça (8.000), França (6.000) e Alemanha (6.000).
Segundo dados do Observatório da Emigração, residiam 284 portugueses na Turquia em 2020.
Segundo dados do Observatório da Emigração, residiam 284 portugueses na Turquia em 2020.
Os emigrantes portugueses do século XXI têm uma formação académica superior à dos seus antecessores e muito mais tecnologias de comunicação ao dispor. Mas vão, como sempre, à procura de melhores oportunidades – e elas têm aparecido no Norte da Europa. Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega ou Países Baixos estão cada vez mais na rota da emigração lusa.
A Associação Business Roundtable Portugal (BRP) disse que é preciso "assegurar melhores salários" para reter os profissionais qualificados em Portugal, alertando para um "inferno demográfico" agravado pela saída de jovens do País. No comunicado em que esta entidade comentou os números nacionais da emigração relativos a 2021, revelados pelo Observatório da Emigração, recordou que saíram do País mais 60 mil pessoas, lembrando ainda que em 2019 foram 80 mil. Frisa que “nos últimos dez anos a média foi de 90 mil pessoas por ano".
O documento, a que a agência Lusa teve acesso, é uma iniciativa da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e baseia-se nos dados recolhidos pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, junto das instituições responsáveis pelas estatísticas da imigração.
O Observatório da Emigração, relativo a 2021, informa que nesse ano 60 mil portugueses decidiram emigrar, ou seja, mais 15 mil do que em 2020.
Num comunicado em que comentou os números nacionais da emigração relativos a 2021, revelados pelo Observatório da Emigração, a entidade recordou que saíram do país mais 60.000 pessoas, lembrando ainda que em 2019 foram 80.000.
A Associação Business Roundtable Portugal (BRP) disse esta quarta-feira que é preciso “assegurar melhores salários” para reter os profissionais qualificados em Portugal, alertando para um “inferno demográfico” agravado pela saída de jovens do país. Num comunicado em que comentou os números nacionais da emigração relativos a 2021, revelados pelo Observatório da Emigração, a entidade recordou que saíram do país mais 60.000 pessoas, lembrando ainda que em 2019 foram 80.000.
Citando dados do Banco de Portugal, o relatório elaborado pelo Observatório da Emigração, no centro de investigação do Instituto Universitário de Lisboa, identifica um aumento de 1,8 por cento do valor das remessas em relação a 2020.
Em 2021, Portugal registou 60 mil saídas, 20 mil abaixo de 2019, metade de 2013. A saída de mão-de-obra qualificada é minoritária mas significativa para Reino Unido, Países Baixos e países nórdicos.
Da “emigração pouco qualificada” para países como França à “emigração qualificada” que prefere “Reino Unido, Países Baixos ou nórdicos”, já não se pode falar de um perfil do emigrante português.
Reino Unido recebeu maioria de novos emigrantes portugueses no ano passado. Angola lidera contagem fora da Europa. Emigram mais homens que mulheres.
Ainda assim, em 2021, emigraram metade dos portugueses que o fizeram em 2013. Reino Unido foi o principal destino.
O valor total das remessas de emigrantes em 2021 representa 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) português.
Conclusões do Relatório da Emigração revelam que cerca de 60 mil portugueses emigraram em 2021, mais 15 mil que no anterior.
O Relatório da Emigração 2021 indica que, nesse ano, terão emigrado mais 15 mil do que em 2020. Angola é o único país não europeu no “top 10” das preferências para emigrar.
Os Países Baixos destacam-se, com um crescimento da emigração lusa em 2021, traduzido em 3.406 entradas de portugueses no país nesse ano.
Nos últimos anos, houve mais portugueses a emigrar e o Reino Unido lidera as escolhas. A conclusão é de um relatório da emigração.
O Reino Unido é o país para onde os portugueses mais emigraram em 2021. A emigração aumentou, com mais 15 mil portugueses a saírem de Portugal em 2021 do que em 2020, num total de cerca de 60 mil, segundo o relatório da emigração apresentado, esta manhã de quarta-feira, em Lisboa.
Angola surge em nono lugar na lista dos principais destinos de emigração dos portugueses e é o único país não europeu do “top 10”, segundo o Relatório da Emigração 2021, hoje divulgado.
Os habituais destinos da emigração também enfrentam um aumento do custo de vida. Mas os salários mais altos nesses países podem significar para os portugueses um ganho em relação às suas condições de vida atuais, explica Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração. Para já, não há dados sobre a emigração em 2022, mas em 2021 voltou a subir.
O número de portugueses que emigraram para Macau em 2021 foi o mais baixo desde 2000, sendo esta a terceira maior emigração para o território, de acordo com o Relatório da Emigração.
Cerca de 60.000 portugueses emigraram em 2021, mais 15.000 que no ano anterior, numa "recuperação assinalável" de saídas, após quebra brutal em 2020, com o Reino Unido a retomar a posição de principal destino, segundo o Relatório da Emigração.
A Suíça voltou em 2021 a ser o país onde mais emigrantes portugueses adquiriram a nacionalidade, destronando o Reino Unido, que mantém a segunda posição, de acordo com o Relatório da Emigração, que será hoje apresentado em Lisboa.
O valor total das remessas de emigrantes em 2021 foi de 3.677,76 milhões de euros, o mais alto das últimas duas décadas e que representa 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) português, de acordo com o Relatório da Emigração.
Emigração volta a aumentar. Reino Unido ainda é o principal destino, mas há mudanças de direção para alguns países europeus que recebem cada vez mais portugueses qualificados. Também as saídas para Espanha estão novamente a crescer.
O valor total das remessas de emigrantes em 2021 foi de 3.677,76 milhões de euros, o mais alto das últimas duas décadas e que representa 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) português, de acordo com o Relatório da Emigração.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de imigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, divulgou o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do Brexit em 2016.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de imigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, divulgou hoje o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do `Brexit` em 2016.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de imigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, divulgou esta terça-feira o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do 'Brexit' em 2016.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de emigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, segundo o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do ‘Brexit’ em 2016.
Em 2021 adquiriram nacionalidade britânica 2561 portugueses, mais 25% do que os 2042 registados em 2020, um aumento de catapultou o Reino Unido para primeiro lugar no que respeita à aquisição da nacionalidade do país de destino, à frente de França e Suíça. Os dados são de um relatório do Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do "Brexit" em 2016.
O mapeamento das comunidades portuguesas tem flexibilidade para abranger cidadãos que, não sendo portugueses de nacionalidade ou lusodescendentes diretos ou próximos, por “estado de alma” se sentem portugueses, segundo o deputado socialista Paulo Pisco. O deputado falava num colóquio sobre “O que é ser lusodescendente?”, iniciativa organizada pela Associação Internacional dos Lusodescendentes (AILD) e pelo Observatório da Emigração, que decorreu hoje no Iscte – Instituto Universitário de Lisboa.
O Observatório da Emigração organiza, em parceria com a Associação Internacional dos Lusodescendentes (AILD), o colóquio “O que é ser lusodescendente?” no próximo dia 15, em formato híbrido.
Na reunião plenária desta tarde, Rodrigo Saraiva, deputado do Iniciativa Liberal, sublinhou que "cerca de 20% da população portuguesa vive fora de Portugal" e "somos mesmo o país da União Europeia com mais emigrantes em proporção da população residente". Confirma-se?
As Nações Unidas reviram ‘em baixa’ a estimativa de quantos portugueses vivem fora do país: a organização chegou a apontar para 2,6 milhões em 2020, mas corrigiu agora para 2 milhões, o que faz de Portugal o 20º país do mundo com mais pessoas emigradas face ao número de residentes. Há sinais de que em 2021 houve mais portugueses a deixar o país do que antes da pandemia, mas para ter a certeza é preciso conhecer os dados do Reino Unido, ressalva Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração. Para já, é claro o aumento da emigração para o Norte da Europa, Bélgica e Países Baixos.
Um comunicado do Observatório da Emigração revelou que, de acordo com as últimas estimativas das Nações Unidas, “em 2020 havia cerca de dois milhões de portugueses emigrados a residir no estrangeiro”, mais precisamente 2,081,419.
Dados avançados pelo Observatório da Emigração de Portugal, apresentados por Inês Vidigal, recentemente, revelam que, em 2021, entraram no Brasil 461 portugueses.
A emigração portuguesa para o Brasil voltou a crescer em 2021, mas continuou abaixo das 500 entradas. A análise do Observatório da Emigração, publicada esta semana, pela investigadora Inês Vidigal, refere que no ano passado entraram no Brasil 461 portugueses, segundo os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro.
No ano passado, emigraram para o Brasil 461 portugueses. O número é ligeiramente superior ao de 2020, quando entraram em solo brasileiro apenas 439 cidadãos portugueses. Mesmo assim, continua abaixo do meio milhar de emigrantes. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro e foram divulgados, esta terça-feira, pelo Observatório da Emigração português.
Paulo Cafôfo adiantou que o Observatório das Emigração está a elaborar um estudo comparativo sobre políticas públicas para as comunidades, seguindo-se depois a elaboração da estratégia que será colocada em consulta pública para que todos possam dar o seu parecer nos primeiros três meses do próximo ano.
O Relatório da Emigração 2020, elaborado em 2021 pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, é um importante documento que contém um extenso repositório de informação sobre a emigração portuguesa.
Os números, analisados pelo Observatório de Emigração, mostram que os portugueses constituem 5,3% do total de entradas de estrangeiros no país (143.506) em 2021 e, face aos 5,5% de 2020, nota-se uma tendência para a estabilização da emigração lusa na Suíça.
O Observatório da Emigração, que se apresenta como uma estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do ISCTE-IUL, tem imensa informação e trabalhos sobre este tema, publicando anualmente um Relatório Estatístico sobre a emigração portuguesa.
Houve mais portugueses a saírem do país no ano de 2021, segundo os dados do Observatório da Emigração referentes a onze países, uma subida que estará relacionada com o alívio das restrições impostas pela covid-19.
O número de portugueses a emigrar subiu, no ano passado. O alívio das restrições à circulação devido à Covid-19 explica o aumento, que se verifica depois da queda observada em 2020, indicam os dados do Observatório da Emigração, referentes às entradas em 14 países.
Os dados relativos à emigração portuguesa para o Reino Unido foram fornecidos pelo presidente do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, que citou dados do Departamento Britânico do Trabalho e Pensões.
Observatório da Emigração ainda só tem dados completos de 2021 relativos a 11 países. Nove registam aumento de emigração. Para o Reino Unido a informação ainda não está completa, mas já se sabe que no primeiro semestre do ano passado as entradas de portugueses estiveram em alta.
Seis mil portugueses emigraram para o Reino Unido no primeiro semestre de 2021, mais do que em todo o ano de 2020, apesar dos constrangimentos provocados pelo Brexit.
A entrada de cidadãos portugueses em Andorra registou em 2021 um novo mínimo, com apenas 206 entradas, anunciou esta terça-feira o Observatório da Emigração (OE), que cita dados do Departamento de Estatística daquele país europeu.
Em 2021, o número de emigrantes portugueses a escolher o Canadá para morar aumentou. 890 portugueses emigraram para o país, o valor mais alto desde 2000.
O número de emigrantes portugueses a escolher o Canadá para morar aumentou no último ano - 890 portugueses imigraram no país, o valor mais alto desde 2000.
O número de portugueses que optaram por se mudar para o Canadá em 2021 foi o número mais elevado desde 2000. Os dados foram partilhados pelo Observatório da Emigração, um centro de estudo e investigação baseado no departamento oficial de estatística da Cidadania e Imigração do Canadá.
Foram 890 os portugueses que, em 2021, entraram no Canadá, segundo os dados do Citizenship and Immigration Canada.
Os emigrantes portugueses que em 2021 escolheram o Canadá atingiram os 890, o valor mais alto desde 2000, indicou hoje o Observatório da Emigração. Este centro de estudos e investigação baseia-se no departamento oficial de estatística do país norte-americano, o Citizenship and Immigration Canadá.
Já em 2018, o Observatório da Emigração tinha alertado que Portugal "precisa desesperadamente" de imigrantes e que, para resolver o problema de falta de mão-de-obra, devia facilitar a entrada de estrangeiros e fazer campanhas de recrutamento no exterior.
Entraram 3,406 portugueses nos Países Baixos em 2021, segundo dados do Centraal Bureau voor de Statistiek.
Ainda que as estatísticas do INE apontem para uma nova diminuição da emigração em 2021, os dados recolhidos pelo Observatório da Emigração já dão sinais de que o número possa estar a aproximar-se do que se verificava antes da pandemia. “Ainda não temos uma estimativa global para 2021, mas todos os dados que têm sido disponibilizados pelos países de destino indicam que já houve uma recuperação em relação a 2020 para números próximos dos da pré-pandemia”, refere Rui Pena Pires, coordenador do Observatório.
Em 2017 e 2018, a emigração portuguesa para a Áustria cresceu 10.2% e 9.1%, respetivamente. No entanto, entre 2018 e 2019, a emigração para a Áustria praticamente estagnou, tendo-se registado um pequeno aumento não significativo (+0.9%).
Um inquérito voltado a emigrantes portugueses procura pessoas que tenham nascido em Portugal e emigrado para exterior – por um período superior a 3 meses – e que tenham regressado após 2000, quando tinham na altura entre 20 e 34 anos.
A emigração para Itália acompanhou a tendência de decréscimo generalizada da emigração portuguesa em 2020. A entrada de portugueses em Itália registou uma quebra de 18.8%, no entanto, o decréscimo dos portugueses é inferior à queda do total de entradas no país (-25.6%).
Um inquérito dirigido aos portugueses no estrangeiro vai revelar as suas posições sobre temas como o aumento de deputados eleitos pela emigração ou o voto eletrónico, estando prevista a divulgação das conclusões em junho, mês do Dia de Portugal. Segundo o relatório do Observatório da Emigração, apresentado em 2021, e de acordo com estatísticas das Nações Unidas, em 2019 existiam cerca de 2,6 milhões de portugueses emigrados.
Em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
O número de portugueses que entraram no Luxemburgo aumentou em 2021, após cair em 2020, e atingiu um recorde desde 2013, recuperando uma tendência de crescimento que se verificava desde 2017, revela uma análise hoje divulgada.
Em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
Citando dados do Portal de Estatísticas do Luxemburgo, a análise do Observatório da Emigração indica que em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
Dados do Eurostat citados pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, indicam que 5.998 portugueses entraram em França em 2020, menos 21,5% do que no ano anterior.
Há cinco anos, em maio de 2017, Marcelo Rebelo de Sousa esteve em visita de Estado no Grão-Ducado do Luxemburgo, onde atualmente residem mais de 90 mil portugueses, que representam cerca de 15% da população deste Estado-membro da União Europeia, segundo o Observatório da Emigração. O grão-duque Henrique é chefe de Estado do Luxemburgo desde outubro de 2000.
O Observatório de Emigração registou que o número de emigrantes portugueses não atingiu os seis mil, o que significou uma redução de 21,5% em relação ao ano anterior.
Menos de 6.000 portugueses emigraram para França em 2020, o número mais baixo desde que há registo, segundo uma análise do Observatório da Emigração hoje divulgada.
A quebra pode estar relacionada com a redução generalizada da emigração em 2020, associada à pandemia de covid-19 e às restrições à mobilidade, mas no caso de França a emigração já vinha a cair há alguns anos.
O número de emigrantes portugueses para França, em 2020, foi o mais baixo dos últimos 20 anos, já que outros destinos se tornaram mais atrativos para os portugueses.
Dados do Eurostat citados pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, indicam que 5.998 portugueses entraram em França em 2020, menos 21,5% do que no ano anterior.
Menos de 6.000 portugueses emigraram para França em 2020, o número mais baixo desde que há registo, segundo uma análise do Observatório da Emigração hoje divulgada.
A emigração portuguesa para a Noruega é um fenómeno recente, com um pico em 2013 (815 entradas), na sequência de um crescimento acelerado desde 2010.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projecto emigratório não passa por estas transacções, segundo o Observatório da Emigração.
Foram 408 os portugueses que, em 2021, entraram na Suécia, segundo dados do Statistics Sweden.
As remessas enviadas pelos emigrantes para Portugal no ano passado atingiram um montante de quase 3,7 mil milhões de euros – cerca de 10 milhões de euros por dia –, o valor mais elevado desde que a moeda única europeia entrou em vigor (1 de janeiro de 2002), revelam dados do Banco de Portugal, citados num estudo do Observatório da Emigração.
2021 foi o ano em que Portugal recebeu mais remessas da emigração desde que adotou o euro. A Suíça destaca-se na lista, sendo o principal país de origem do dinheiro das nossas comunidades.
Use as ferramentas de partilha que encontra na página de artigo.
Todos os conteúdos do PÚBLICO são protegidos por Direitos de Autor ao abrigo da legislação portuguesa, conforme os Termos e Condições.Os assinantes do jornal PÚBLICO têm direito a oferecer até 6 artigos exclusivos por mês a amigos ou familiares, usando a opção “Oferecer artigo” no topo da página. Apoie o jornalismo de qualidade do PÚBLICO.
https://www.publico.pt/2022/02/22/sociedade/noticia/emigracao-desceu-2021-remessas-altas-desde-euro-1996351
Apesar de em 2020 a emigração para o estrangeiro ter diminuído, em grande parte resultado da pandemia e dos efeitos do Brexit, já que o Reino Unido, no ano passado as remessas dos portugueses que vivem na diáspora foram as mais altas desde que foi introduzida a moeda euro, mostram os dados do Banco de Portugal compilados pelo Observatório da Emigração.
De acordo com o Observatório da Emigração, que cita dados da Denmark Statistik, em 2021 entraram na Dinamarca 1.609 portugueses.
Uma pesquisa sobre estes dados revela que se tratam de conclusões de um relatório de 2020 do Observatório da Emigração, com dados relativos a 2019 e com comparação internacional em termos de emigrantes relativa a 2017.
Os portugueses que elegeram a Dinamarca para viver atingiram o valor máximo em 2021, embora este seja um destino pouco escolhido pelos emigrantes de Portugal, segundo dados oficiais.
Os portugueses que elegeram a Dinamarca para viver atingiram o valor máximo em 2021, embora este seja um destino pouco escolhido pelos emigrantes de Portugal, segundo dados oficiais.
A emigração portuguesa para a Dinamarca atingiu um novo máximo em 2021. Cresceu 66,2 por cento em relação ao ano anterior.
De acordo com o Observatório da Emigração, que cita dados da Denmark Statistik, em 2021 entraram na Dinamarca 1609 portugueses.
De 2019 para 2020 registou-se um aumento de 13.6% e de 2020 para 2021 o crescimento foi de 66.2%. Apesar desta evolução, a emigração portuguesa para a Dinamarca continua a representar uma fração muito pequena tanto da imigração neste país (2.2%) como da emigração portuguesa total (cerca de 1%).
Em 2020, cerca de 70% dos emigrantes permanentes (que não pretendem voltar para Portugal) tinham até 34 anos e pouco mais de 50% dos emigrantes temporários tinham a mesma idade, segundo o INE. Apesar do número de emigrantes portugueses nestes dois últimos anos ter sido o mais baixo dos últimos 20 anos, segundo o observatório da emigração do ISCTE.
Segundo os dados, a entrada de portugueses nos EUA atingiu, em 2020, o valor mínimo de toda a série em análise, tendo registado um decréscimo acentuado que, ainda assim, foi inferior ao registado no total de entradas de estrangeiros no país (-27.8% e -31.4%, respetivamente).
O número de emigrantes portugueses para os Estados Unidos em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, segundo o Departamento norte-americano de Segurança Interna, que registou a entrada de 679 nacionais no período em análise.
O número de emigrantes portugueses para os Estados Unidos em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, segundo o Departamento norte-americano de Segurança Interna, que registou a entrada de 679 nacionais no período em análise.
Portugal aparece em sétimo lugar na lista de países com maior número de nascimentos de mães estrangeiras na Alemanha, num estudo que analisou o período entre 1960 e 2020, realizado pelo Observatório da Emigração.
O Relatório da Emigração 2020, apresentado no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, foi elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o Relatório da Emigração 2020 indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020
Segundo o relatório mais recente do Observatório da Emigração, a percentagem de portugueses a pedir nacionalidade luxemburguesa em 2020 representou um aumento pela primeira vez em quatro anos.
O número de emigrantes portugueses em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual contribuiu a covid-19 e o ‘Brexit’, de acordo com o Relatório da Emigração 2020, ontem apresentado em Lisboa.
O número de emigrantes portugueses em 2020 (45 mil) foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual terão contribuído a pandemia e o Brexit.
O número de emigrantes portugueses em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual contribuiu a covid-19 e o Brexit, de acordo com o Relatório da Emigração 2020, apresentado esta terça-feira em Lisboa.
O Relatório da Emigração 2020, apresentado no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, foi elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
O número de emigrantes portugueses em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual contribuiu a covid-19 e o ‘Brexit’, de acordo com o Relatório da Emigração 2020, apresentado nesta terça-feira em Lisboa.
O Reino Unido deixou de ser o principal destino dos emigrantes portugueses em 2020, mas liderou as aquisições de nacionalidade dos cidadãos nascidos em Portugal, tendo contribuído o ‘Brexit’, segundo o Observatório da Emigração.
O Relatório da Emigração foi apresentado ontem no Ministério dos Negócios Estrangeiros, e contou com as intervenções da Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. As linhas gerais foram apresentadas pelo coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires.
Em 2020 saíram de Portugal 45 mil cidadãos - cerca de metade do que se verificou em 2019. A pandemia e as restrições com o Brexit estão na origem destes dados do relatório da emigração portuguesa em 2020.
O Relatório da Emigração tem por base informação disponibilizada pela rede externa do Ministério dos Negócios Estrangeiros, pela Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e por outras fontes públicas e privadas, nacionais e internacionais, sendo esses elementos trabalhados pelo Observatório da Emigração.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, o relatório indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020.
O Relatório da Emigração 2020, apresentado esta terça-feira no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, foi elaborado pelo Observatório da Emigração.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o relatório indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o relatório indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020.
A saída de emigrantes em 2020 ficou reduzida a cerca de metade da verificada no ano anterior, com 45 mil saídas do país, de acordo com os dados apresentados nesta terça-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e pelo Observatório da Emigração.
O documento, elaborado Pelo Observatório da Emigração, do centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, e hoje apresentado no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, indica que as remessas financeiras provenientes da emigração portuguesa têm verificado uma tendência de crescimento, interrompida em 2019, que se manteve no ano passado.
O documento, elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa e apresentado hoje no Ministério dos Negócios Estrangeiros, indica que, neste período, foram expulsos ou deportados para Portugal 436 cidadãos.
O Reino Unido deixou de ser o principal destino dos emigrantes portugueses em 2020, mas liderou as aquisições de nacionalidade dos cidadãos nascidos em Portugal, para o que terá contribuído o 'Brexit', segundo o Observatório da Emigração.
A emigração portuguesa recuou no ano passado para valores de há 20 anos. O Relatório da Emigração 2020 do Observatório da Emigração, apresentado esta terça-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, dá conta de uma descida abrupta das saídas do país no ano passado, atribuída a dois grandes fatores: a pandemia e o Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia.
Segundo o Relatório da Emigração 2020, hoje apresentado no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, e elaborado pelo Observatório da Emigração do ISCTE, optaram no ano passado por viver na Suíça 7.542 portugueses, sendo este o segundo país do mundo com mais emigrantes portugueses: 210.731 em 2020.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o relatório indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020.
O número de emigrantes portugueses em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual contribuiu a covid-19 e o Brexit, de acordo com o Relatório da Emigração 2020, realizado pelo Observatório da Emigração.
De acordo com o Eurostat, por cada 1000 portugueses, existem no país 7,07 imigrantes de outros países. Por outro lado, de acordo com o Alto Comissariado para as Migrações e o Observatório da Emigração, somos hoje um dos países da União Europeia com mais emigrantes em proporção da população residente, uns avassaladores 20%.
O país conta com uma relevante diáspora portuguesa. Mais de 210 mil cidadãos portugueses residem na Confederação Suíça, segundo os dados do Observatório da Emigração.
No ano de 2020, emigraram para o Brasil 439 portugueses, segundo os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro, avançados pelo Observatório da Emigração de Portugal.
Dia 28 de outubro, a partir das 15h00, irá realizar-se o webinar “Can we de-colonise ‘migration’?”, organizado Observatório da Emigração. Este webinar terá como oradora a Professora Bridget Anderson da University of Bristol, e o Professor Jorge Malheiros, CEG, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, enquanto moderador.
Expectativas de regresso dos portugueses residentes na União Europeia é o nome do estudo apresentado esta sexta-feira, 22 de outubro, durante a Conferência “Regresso de emigrantes portugueses: expectativas e experiências na União Europeia”, promovida pelo Observatório da Emigração. Apresentado por Pedro Candeias, o estudo analisou as expectativas dos portugueses que residem em França, Luxemburgo (onde a emigração portuguesa é mais antiga) e Alemanha, com uma emigração mais recente, oriunda de Portugal. Contribuíram para este estudo respostas de 302 pessoas em França, 167 do Luxemburgo e 139 a residirem na Alemanha.
Emigração para o Reino Unido chegou a representar um terço do total das saídas, mas em 2020 deve ficar pelos 6%. Número total de saídas pode rondar os 50 mil, calcula director do Observatório da Emigração.
“Expectativas de regresso dos portugueses residentes na União Europeia” é o nome do estudo apresentado neste dia 22 durante a Conferência “Regresso de emigrantes portugueses: expectativas e experiências na União Europeia”, promovida pelo Observatório da Emigração.
“Expectativas de regresso dos portugueses residentes na União Europeia” é o nome do estudo apresentado neste dia 22 durante a Conferência “Regresso de emigrantes portugueses: expectativas e experiências na União Europeia”, promovida pelo Observatório da Emigração.
Uma análise promovida pelo Observatório da Emigração apresentada esta sexta-feira concluiu que a família e o clima são as principais razões que motivam o regresso dos emigrantes portugueses de França, Luxemburgo e Alemanha.
A conclusão consta do estudo "Integração dos emigrantes portugueses no mercado de trabalho - Determinantes do processo a partir da análise ao Rendimento Médio Bruto (RMB)", desenvolvido por Mariana Guerra, do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade de Lisboa, e hoje divulgado pelo Observatório da Emigração.
Segundo dados do Office Fédéral de la Statistique, em 2020 entraram na Suíça 7.542 portugueses. Trata-se do sétimo ano consecutivo em que a emigração para a Suíça diminuiu significativamente. +
Os dados do Observatório da Emigração indicam que o volume de saídas foi enorme, semelhante ao dos anos 60 do século passado. +
O «Observatório da Emigração» publicou um trabalho interessante em que se lêem coisas como estas: «Os portugueses na Argentina são a sétima corrente migratória do país até à década de 1950.» +
Em Setembro de 2018, quando o primeiro-ministro português, António Costa, se preparava para visitar Angola, o coordenador do Observatório da Emigração em Portugal recordou a necessidade de se facilitar a circulação de pessoas entre os países lusófonos. +
O coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, esclarece que “quando o Reino Unido estava na União Europeia, muitos portugueses entravam naquele território e não sentiam necessidade de se registar em nenhum serviço do país de destino: era uma situação irregular, mas nada que gerasse uma multa". "Agora, com o ‘Brexit’, haverá certamente milhares de portugueses que estão a querer regularizar a sua situação”, explica. +
De acordo com o artigo “Emigração para o Luxemburgo interrompe crescimento e diminui em 2020”, de Inês Vidigal, publicado no Observatório da Emigração, nesse período foram 22.490 os estrangeiros que entraram no Grão-Ducado. +
O artigo refere que a perda da importância relativa da imigração portuguesa no Luxemburgo tem vindo a acentuar-se, indicando que, entre 2003 e 2020, as entradas de portugueses naquele país passaram de mais de 29% das entradas totais de migrantes estrangeiros para 14%. Os portugueses representam 14,9% da população do Luxemburgo, segundo o Observatório da Emigração. +
De acordo com o artigo “Emigração para o Luxemburgo interrompe crescimento e diminui em 2020”, de Inês Vidigal, publicado no Observatório da Emigração, nesse período foram 22.490 os estrangeiros que entraram no Grão-Ducado. +
Os nove países de expressão oficial portuguesa seriam a décima maior economia do mundo, valendo 1,8 biliões de dólares, ficando abaixo do Canadá e acima da Coreia do Sul, numa lista liderada pelos Estados Unidos da América. +
O colóquio sobre o “Potencial Econômico da Diáspora” é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
A governante falou numa mensagem de vídeo deixada para a abertura do colóquio “Potencial Económico da Diáspora” que decorreu durante a tarde de ontem – online - e foi promovido pela Secretaria com a pasta das comunidades, em parceria com o Observatório da Emigração do ISCTE-IUL e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa. +
O colóquio sobre o "Potencial Económico da Diáspora" é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
O colóquio que decorre virtualmente é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
O colóquio sobre o “Potencial Económico da Diáspora” é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
Suíça foi o país de origem da maioria das remessas, seguido da França. De acordo com o Observatório da Emigração, as remessas de emigrantes, no ano passado, mantiveram-se ainda assim superiores a três mil milhões de euros. +
Cerca de metade das entradas de imigrantes em Portugal são regressos, uma situação que acontece também nos países de Leste, com estes países a apresentarem características comuns nesta matéria, afirmou hoje um responsável do Observatório da Emigração. +
Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração (OE), um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, falava na conferência `online` "A Emigração Portuguesa no Século XXI", organizado pelo OE. +
De acordo com o Observatório da Emigração, os regressos dos imigrantes a Portugal representam, em média, metade ou mais das entradas de estrangeiros no país. +
Cerca de metade das entradas de imigrantes em Portugal são regressos, uma situação que acontece também nos países de Leste, com estes países a apresentarem características comuns nesta matéria, afirmou esta quinta-feira um responsável do Observatório da Emigração. +
Neste relatório, enviado para a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, o Observatório da Emigração e o gabinete do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, refere que "a imagem que os portugueses têm dos seus emigrantes pode explicar a fraca cooperação económica entre os empresários de Portugal e da diáspora". +
ara Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, uma das principais explicações para a liderança da Suíça nas remessas prende-se com o regresso de emigrantes a Portugal, muitos em idade de reforma, e que trazem consigo as suas poupanças. +
Em França há mais de 600 mil emigrantes portugueses, na Suíça são cerca de 214 mil. Para Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, uma das principais explicações para a liderança da Suíça nas remessas prende-se com o regresso de emigrantes a Portugal, muitos em idade de reforma, e que trazem consigo as suas poupanças. +
Pela primeira vez, os emigrantes portugueses na Suíça enviaram mais dinheiro para Portugal do que os que trabalham em França. No total, os portugueses enviaram em 2020 mais de 3.600 milhões de euros. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, apresenta ao jornal “Público” uma explicação para o aumento da Suíça face a França, apesar de a última ter mais emigrantes. “Quando olhamos para os dados da população residente em cada um destes países, temos situações distintas: enquanto em França a população residente se tem mantido razoavelmente estável, na Suíça tem decrescido consecutivamente desde 2017”, o que indica “que não só estão a entrar menos pessoas, como também estão a sair mais”. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, disse ao Público que a geral descida das remessas “está provavelmente ligada aos efeitos da pandemia, visto que o volume de remessas e de migrações estão fortemente ligadas”. “O aumento do desemprego e da inatividade, em consequência dos confinamentos impostos por muitos países, afeta a capacidade e disponibilidade financeira dos emigrantes para enviarem remessas para Portugal”, explicou. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, destaca ao PÚBLICO que a entrada de portugueses “tem vindo a diminuir tanto na Suíça como em França”. “Contudo”, acrescenta, “quando olhamos para os dados da população residente em cada um destes países, temos situações distintas: enquanto em França a população residente se tem mantido razoavelmente estável, na Suíça tem decrescido consecutivamente desde 2017”. +
A população francesa conta com mais de meio milhão de cidadãos com nacionalidade portuguesa, o equivalente a mais de 8% dos estrangeiros no país, segundo o Observatório da Emigração. +
"Os valores provisórios do Observatório da Emigração estimam que em 2019 terão saído do nosso país cerca de 80 mil portugueses, número semelhante ao de 2018", especifica-se no documento. +
As remessas dos emigrantes portugueses baixaram em 2020, pela primeira vez numa década. Continuaram acima dos três mil milhões de euros, mas desceram 1,4%, em relação a 2019. +
168 portugueses inscreveram-se na Segurança Social entre setembro e dezembro de 2020, uma subida face aos 60 registos do trimestre anterior. Aumento acompanhou a tendência de outros Estados-membros. +
A emigração portuguesa para o Reino Unido caiu cerca de 73 por cento, passando de 24.593, em 2019, para 6664, no ano passado. A investigadora do Observatório da Emigração Inês Vidigal explica o que está na origem desta quebra. +
Os estudos indicam que pelo menos um terço dos emigrantes portugueses no Reino Unido tem profissões pouco qualificadas, apesar de o grau de licenciados entre os que imigram ter crescido 87% em dez anos, segundo o Observatório da Emigração. +
Ao Polígrafo, Ana Drago explicou o alcance das suas declarações: “Temos uma emigração histórica para o Reino Unido, que acontece desde que estamos integrados na União Europeia. E houve um aumento de emigração, como todos nós sabemos e o Observatório da Emigração mostra durante a intervenção da ‘troika’ em Portugal. Mas é óbvio que eu não estou a dizer que culpa da variante inglesa é da ’troika’”, garantiu a antiga deputada. +
Já os dados do Observatório da Emigração indicam um aumento em 30% na entrada de portugueses em solo britânico em 2019, comparando com os números de 2018 — um reflexo da emigração de “última hora” antes do “Brexit”. +
Os advogados e as associações de direitos humanos condenaram hoje os números resultantes da política de deportações de migrantes sem documentos do Canadá, em plena pandemia de covid-19, segundo a agência Reuters. +
A jovem de Samora Correia é um dos 165 mil portugueses, de acordo com os dados mais recentes do Observatório da Emigração, que vivem em Inglaterra. +
Até à chegada da pandemia, a aquisição de nacionalidade britânica subia a um ritmo nunca antes visto. Desde que foi votada a saída do Reino Unido da União Europeia, em Junho de 2016, mais de sete mil portugueses tomaram essa iniciativa. Comparando 2019 com 2016, o número triplicou. A chamada de atenção foi feita pelo Observatório da Emigração, uma estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, adianta o Público. +
El último informe del Observatorio de la Emigración, que analiza los datos del flujo migratorio portugués en 2019, indica que 596 portugueses han adquirido la nacionalidad española. Se trata de un aumento del 58,1%, frente a los 377 que habían conseguido el DNI español en 2018. En 2017, esta cifra era de 135. Estos números, desde 2010, han oscilado entre 400 y 600. +
Desde o referendo do Brexit, em junho de 2016, que ditou a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), mais de sete mil portugueses adquiriram nacionalidade britânica, segundo dados do Observatório de Emigração publicados esta terça-feira. +
Inês Vidigal, investigadora do Observatório da Emigração (um centro de investigação do ISCTE), explica ao ECO que há vários fatores a contribuir para este desempenho, mas realça dois: o retorno de emigrantes mais velhos e a maior emigração no início da década por causa da crise das dívidas soberanas e o resgate da troika. +
O Relatório da Emigração, elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, indica que foram expulsos ou deportados para Portugal 655 cidadãos, dos quais 382 provenientes de países da Europa e 273 do resto do mundo. +
O Relatório da Emigração apresentado este ano aponta que em 2019 terão saído de Portugal cerca de 80 mil portugueses. +
O número de portugueses que adquiriu a nacionalidade espanhola subiu 58,1% em 2019, o que poderá ser explicado pelos descendentes de emigrantes na Venezuela que escolheram este destino devido a afinidades, como a língua, segundo o Observatório da Emigração. +
Foi ontem tornado público o Relatório da Emigração 2019, realizado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, pela DGACCP, pelo Instituto Camões e pelo Observatório da Emigração. O presente relatório comtempla as informações mais recentes relativas ao número de cidadãos que saem do país, os países de destino dos emigrantes portugueses, a caracterização socioeconómica, designadamente escolar e académica, e geográfica dos emigrantes portugueses, a identificação e a caracterização das estruturas e das respostas consulares de apoio aos emigrantes em cada um dos países de destino, a
identificação e a caracterização das estruturas formais e informais de apoio aos emigrantes em cada um dos países de destino, assim como a situação laboral, social e económica em que se encontram os emigrantes portugueses. +
Todas as informações incluídas neste site, como texto e imagens são propriedade exclusiva da Empresa do Diário de Notícias da Madeira e protegidas pelas leis de direitos de autor. A permissão para visualizar e imprimir materiais deste site é concedida apenas para uso pessoal e não comercial. Qualquer outra cópia, distribuição ou modificação das informações na forma eletrónica ou impressa, sem permissão, é estritamente proibida. +
O número de portugueses a pedir nacionalidade espanhola está a aumentar. A partir de 2010, aumentou para 1.265, em 2013, e baixou para 135 em 2017, voltando a aumentar em 2018 e 2019. Espanha é o sétimo país do mundo onde mais portugueses adquiriram a nacionalidade do país de destino em 2019. Num relatório do Observatório de Emigração divulgado à Agência Lusa pode ler-se ainda que o número de portugueses emigrados em Espanha totalizou 94.319 em 2019, tendo diminuído 0,2% relativamente a 2018. +
O Observatório da Emigração estima que, no ano passado, tenham abandonado o país cerca de cerca de 80 mil portugueses, tantos como em 2018. Os valores estabilizaram, mas estima-se que a pandemia provoque "uma descida dos fluxos migratórios globais" nos próximos tempos. +
O valor total recebido durante o ano de 2019 foi de 3.645.200.000 euros, 1,7% do PIB português. Ainda assim, houveuma diminuição de 1,06%, indica o Relatório da Emigração. O Relatório da Emigração, elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, indica que, no contexto internacional, em termos de remessas recebidas pelos seus emigrantes, Portugal desceu do 33.º lugar em 2018 para o 36.º lugar em 2019. +
Em 2019, o número de entradas de portugueses no Reino Unido totalizou 24.593, mais 30,3% do que em 2018, um aumento que contraria a tendência decrescente verificada desde 2015. Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, o documento dá conta de uma “estabilização do volume da emigração portuguesa”, indicando que em 2019 terão saído de Portugal cerca de 80.000 portugueses, número semelhante ao ano anterior e ligeiramente inferior aos 85.000 que saíram em 2017. +
A emigração portuguesa para Angola atingiu novos mínimos em 2019, com 1.708 cidadãos a procurarem este país africano como destino, o que representa cerca de um quarto das entradas registadas em 2015, revelou hoje o Observatório da Emigração. +
Há muitos portugueses a viver no estrangeiro, sendo que segundo os dados mais recentes do Observatório de Emigração, o número em 2019, fixava-se em quase cinco milhões espalhados pelos cinco continentes, avança o ‘Correio da Manhã’. +
O artigo academico “O Brexit e os emigrantes portugueses no Reino Unido”, da autoria de Raquel Xavier Rocha, Jennifer McGarrigle e Alina Esteves, revelado ontem pelo Observatório da Emigração explora as representações que os emigrantes portugueses residentes no Reino Unido fazem sobre a saída do país da União Europeia e a forma como o Brexit alterou as suas aspirações migratórias. +
Em 2019, entraram no brasil "705 portugueses, segundo os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro". Este ministério contabilizou um "total de 31,297 entradas" de estrangeiros no Brasil, tendo os "portugueses representado 2.3%" desse total. De resto, a informação é veiculada pelo Observatório da Emigração. +
Registou-se um pequeno decréscimo no número de entradas de portugueses no Japão em 2018: foram 259 os portugueses que, em 2018, entraram no Japão, segundo dados da OCDE. Este organismo internacional contabilizou um total de 519,683 entradas de estrangeiros em território japonês, não chegando os portugueses a representar 0.1% desse total. +
Quando analisamos o conteúdo da informação da publicação também nos deparamos com vários dados incongruentes ou mesmo falsos. Exemplo disso são os cinco milhões de emigrantes portugueses que o texto afirma existirem, quando a Organização das Nações Unidas, ainda em 2019, contabilizava, por exemplo, 2,6 milhões de portugueses emigrados a residir no estrangeiro. Destes, 57% vivem na Europa e 40% no continente americano, segundo dados recentes do Observatório da Emigração. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes aos nascimentos em França de mães portuguesas. +
A emigração voltou a ser mais baixa do que no ano anterior: em 2018, tinham emigrado 31.600 portugueses. É de sublinhar que a forma como o INE estima as saídas de portugueses do país difere da metodologia usada pelo Observatório da Emigração que vai recolher dados de entrada de portugueses nos países de destino. +
A conclusão resulta da análise de uma série estatística sobre os nascimentos em França de mães de origem estrangeira, entre 1977 e 2018, da autoria de Inês Vidigal, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa. Intitulado “Nascimentos em França de mães portuguesas, 1977-2018”, a análise está a ser divulgada pelo Observatório da Emigração e identifica “o declínio” dos nascimentos em território francês das mães de origem portuguesa e suas relações com a evolução dos nascimentos em França. +
“É um comportamento expectável”, considera ao “JN” Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração. Isto porque, diz o especialista, Portugal está entre os três países da UE com maior percentagem de retorno de emigrantes, e porque quem regressa mais são os que têm mais qualificações, dado terem mais oportunidades. +
De acordo com dados do Observatório da Emigração, no Luxemburgo vivem quase 73 mil portugueses, o que representa mais de 12% da população, estimada em 264 mil habitantes. +
O embaixador de Portugal no Luxemburgo alertou hoje para o aumento de casos de portugueses explorados por empresas de construção civil portuguesas naquele país e disse recear que a pandemia vá aumentar estas situações. +
De acordo com o Observatório da Emigração, Portugal tem emigrantes em 140 dos 190 países do mundo, sendo a França a nação que concentra mais portugueses e Santa Lúcia ou ilhas Maurícias os Estados que registam menos emigrantes. +
Segundo dados do Office Fédéral de la Statistique, em 2019 entraram na Suíça 8,443 portugueses. O departamento oficial de estatística contabilizou um total de 145,608 entradas de estrangeiros em território suíço naquele ano, representando os portugueses 5.8% desse total. +
Entre 2000 e 2019, ultrapassaram-se as duas mil entradas de portugueses em seis anos (2008, 2012, 2013, 2017, 2018 e 2019), mas o último ano teve o maior crescimento. A informação surge citada pelo Observatório da Emigração (OE). +
A informação, citada pelo Observatório da Emigração (OE), sobre o número de novos emigrantes na Holanda entre 2000 e 2019, revela que se ultrapassaram as duas mil entradas de portugueses em seis anos (2008, 2012, 2013, 2017, 2018 e 2019), mas o último ano teve o maior crescimento. +
Os dados recolhidos pelo Observatório da Emigração revelam ainda que a Suíça é o terceiro país do mundo para onde saem mais portugueses/as (fluxo) e o segundo onde residem mais portugueses/as emigrados/as (stock). +
Em 2019, foram 10.155 os portugueses que entraram em Espanha, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estadística. O organismo espanhol contabilizou ainda um total de 873.842 entradas de estrangeiros em Espanha, tendo os portugueses representado 1,2% desse valor. +
Foram 10.155 os portugueses que, em 2019, entraram em Espanha, segundo os dados do Instituto Nacional de Estadística. Este organismo espanhol contabilizou ainda um total de 873.842 entradas de estrangeiros em Espanha, tendo os portugueses representado 1.2% desse valor. +
Segundo dados do Statistics Norway, em 2019 entraram no país 432 portugueses. Aquele instituto de estatística contabilizou um total de 44,570 entradas de estrangeiros em território norueguês, representando os portugueses 1% desse total. +
De acordo com dados facultados pelo Institut National de la Statistique et de Études Économiques ao Observatório da Emigração, foram 8.055 os portugueses que, em 2018, entraram em França, número que representa um decréscimo de 3.1% quando comparado com o das entradas no ano anterior. +
O número de portugueses que emigra para o Luxemburgo voltou a aumentar em 2019, totalizando 3.752 dos 26.668 estrangeiros que nesse período deram entrada nesse país, segundo dados do Observatório da Emigração. +
Número de portugueses que emigraram para o Luxemburgo diz respeito a 3.752 dos 26.668 estrangeiros que deram entrada nesse país em 2019. Após cinco anos a descer, é o 2º ano consecutivo de subida. +
Portugueses representem mais de 14% dos estrangeiros que chegaram ao Luxemburgo. +
Rui Pena Pires é sociólogo das Migrações e, numa altura em que a Covid-19 ameaça as populações e altera os hábitos de como nos relacionamos, falou com o Notícias ao Minuto fazendo um panorama do passado, do presente e do futuro. +
Em 2018, o país foi mesmo o segundo destino mais escolhido pelos emigrantes, com um total de quase 11 mil entradas de portugueses, ultrapassando as dez mil pela primeira vez na última década, segundo o relatório “Portuguese Emigration Factbook 2019”, publicado pelo Observatório da Emigração. +
São números que confirmam aquilo que já se prenunciava: os emigrantes portugueses correram no ano passado a instalar-se no Reino Unido antes que o Brexit começasse a “doer”. Em 2019, as autoridades britânicas registaram a entrada de 24.593 portugueses, o que traduziu um aumento de 30% comparativamente com o ano anterior. +
As novas regras que o Governo britânico quer aplicar aos emigrantes que tentem entrar no Reino Unido não deverão afectar a comunidade portuguesa residente no país, já que nada indica que tenham efeitos retroactivos. A comunidade tem muitos licenciados, mas a maioria ainda desempenha tarefas desqualificadas. +
O Observatório da Emigração informa que no ano passado o número de portugueses a emigrar para o Reino Unido aumentou, estimando este valor em 15 por cento. +
O Observatório da Emigração estima que 80 mil portugueses abandonaram o país no ano passado, menos 5 mil do que em 2017. +
A emigração portuguesa continua numa tendência de descida mas em desaceleração e tudo indica que poderá estar a atingir valores de estabilização, reforçando a tese de que as variações do volume da emigração portuguesa dependem hoje mais de mudanças de contexto nos principais países de destino do que da evolução da economia portuguesa. Em 2018 emigraram 80 mil portugueses. +
De acordo com a mais recente revisão das estimativas sobre as migrações internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU), existem atualmente mais de 2,6 milhões de portugueses a residirem no estrangeiro. Os dados foram recentemente divulgados pelo Observatório da Emigração (OE), mas não há consenso sobre a «fiabilidade da projeção». +
Neste período, não chegaram a mil os portugueses que se mudaram para solo norte-americano. Representaram apenas 0,1% da emigração total naquele país. +
Neste período, as entradas de cidadãos nacionais em solo norte-americano cairam 5% face a 2017 e representaram apenas 0,1% da emigração total naquele país. +
De acordo com o Relatório da Emigração, elaborado pelo Observatório da Emigração e que compila dados relativos a 2018, nos países onde estão disponíveis, “a emigração portuguesa continua numa tendência de descida, mas em desaceleração”. +
O número de imigrantes tem aumentado, a população estrangeira também e o saldo migratório é positivo há dois anos. A emigração desce, mas desde 2010 que Portugal perde população todos os anos. Esta quarta-feira assinala-se o Dia Internacional das Migrações e o tema continua a ser central, mais ainda quando se fala de declínio demográfico. +
O ministro dos Negócios Estrangeiros português apelou esta terça-feira aos portugueses que vivem no Reino Unido para que se registem o mais rapidamente possível, revelando que 220 mil dos 300 mil cidadãos nacionais naquele país já solicitaram este registo. +
Cerca de 80 mil portugueses emigraram em 2018, menos cinco mil do que em 2017, uma descida explicada sobretudo pela quebra da atração de países como Reino Unido ou Angola, segundo o Relatório da Emigração, ontem divulgado. +
Apresentado esta terça feira, no Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Relatório da Emigração de 2018 mostra que há mais imigração permanente do que emigração, condição indispensável para manter o saldo migratório positivo. +
O Fundo para as Relações Internacionais (FRI), para onde são canalizadas as receitas consulares, obteve um ganho global 48,095 milhões de euros em 2018, mais 16,9% do que em 2017, segundo o Relatório da Emigração divulgado nesta terça-feira. +
Dados são do relatório da Emigração 2018. Espanha é o único país para onde a emigração está a crescer de forma significativa há quatro anos. “As variações do volume da emigração dependem hoje mais de mudanças de contexto nos principais países de destino do que da evolução da economia portuguesa”, conclui o Observatório da Emigração. +
Com base nos dados do INE e do Observatório da Emigração, entre 2011 e 2018, emigraram 846.287 portugueses, 341.277 de forma permanente e 504.970 de forma temporária. Portanto, os 481 pedidos de regresso representam 0,057% dos que emigraram. +
No final do passado mês de novembro decorreu no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) a primeira conferência no âmbito dos 10 anos do Observatório da Emigração, dedicada ao tema “Migrações e Estado-Providência”. +
Rui Pena Pires participou na elaboração do Programa Eleitoral do PS, nomeadamente no capítulo das medidas para combater o racismo e a xenofobia, e foi questionado então pelo jornal sobre a possibilidade de virem a existir, no programa do PS, quotas para alguns grupos sociais minoritários e as medidas pensadas nestas matérias. “Não implica quotas, mas também não as inviabiliza”, foi a resposta dada. +
O número de emigrantes portugueses em Angola diminui em 2018, pelo terceiro ano consecutivo, revelou o Observatório da Emigração, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa. +
“Os emigrantes têm uma perceção muito incompleta do país para que vão”. Esta é a conclusão de um estudo do IGOT, e que Daniel Bastos realça, neste seu artigo. O desconhecimento dos mecanismos sociais leva o emigrante a agir com alternativas. +
Foram 1.910 os portugueses que entraram em Angola em 2018. O valor representa uma descida de 36% em comparação com as entradas registadas no ano anterior, de acordo com dados dos consulados da República de Angola em Lisboa e no Porto. +
"Os emigrantes têm uma perceção muito incompleta do país para que vão", disse à Lusa a investigadora do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, à margem da conferência "Migrações e Estado-Providência", inserida na celebração dos 10 anos do Observatório da Emigração. +
Segundo dados da ONU o número de portugueses a residir fora do espaço territorial do país, em 2019, era de mais de dois milhões e seiscentos mil. O observatório da emigração deste organismo internacional considera ainda que 57% dos portugueses emigrados vive no espaço europeu, 40% no continente americano e 3% em África, Ásia e Oceânia. +
No total existem 2,6 milhões de emigrantes portugueses em todo o mundo, segundo dados das Nações Unidas compilados pelo Observatório da Emigração. A maioria (1,493 milhões) encontram-se na Europa, seguido da América do Norte (802 mil), América Latina e Caraíbas (249 mil), África (62 mil), Oceânia (20 mil) e Ásia (4.182). +
De acordo com as Nações Unidas, 2.631.559 portugueses residiam no estrangeiro em 2019, 57% na Europa (1.493.128), 40% no continente americano (1.051.484) e 3% (86.947) na África, Ásia e Oceânia. +
Mais de 2,6 milhões de portugueses vivem atualmente emigrados, segundo a mais recente revisão das estimativas sobre as migrações internacionais das Nações Unidas (ONU) divulgadas pelo Observatório da Emigração (OE) com ressalvas sobre a sua fiabilidade. +
Os novos dados revelam um "acentuado crescimento de portugueses no continente americano e decréscimo nos continentes europeu e africano", variações que levantam questões de "fiabilidade" e devem ser "lidas com cautela", segundo o OE. +
As Nações Unidas estimam que haja 2.631.559 portugueses a residir no estrangeiro. A maior parte está na Europa, mas perto de um terço estão na América do Norte. Observatório da Emigração pede cautela na leitura dos dados. +
Mais de 2,6 milhões de portugueses vivem atualmente emigrados, segundo a mais recente revisão das estimativas sobre as migrações internacionais das Nações Unidas (ONU) divulgadas hoje pelo Observatório da Emigração (OE) com ressalvas sobre a sua fiabilidade. +
Mais de 2,6 milhões de portugueses vivem atualmente emigrados, segundo a mais recente revisão das estimativas sobre as migrações internacionais das Nações Unidas (ONU) divulgadas esta terça-feira pelo Observatório da Emigração (OE) com ressalvas sobre a sua fiabilidade. +
O número de portugueses a escolher o país asiático é pequeno, mas duplicou em dez anos. A emigração também tem aumentado para os países nórdicos e descido para os destinos mais tradicionais, como França ou Suíça. +
Pelo terceiro ano consecutivo, o número de portugueses a emigrar para o Japão aumentou. Os números ainda são pequenos, mas duplicaram numa década e em 2017 atingiram o seu valor mais alto, segundo os dados da OCDE apresentados esta terça-feira pelo Observatório da Emigração. +
Os portugueses representaram 2,3% do total de entradas de estrangeiros no país. +
A tendência da emigração portuguesa para o Brasil regressou em 2017 aos níveis de há uma década, depois de um pico acentuado durante o período da Troika, entre 2010 e 2013, segundo os dados do Observatório da Emigração. +
O número de portugueses que entrou em França, em 2017, foi de 8.316, o mínimo da última década, o que faz com que aquele país deixe de ser segundo destino da emigração nacional, divulgou o Observatório da Emigração. +
O número de portugueses que entrou em França em 2017 foi de 8.316, o mínimo da última década, que faz com que aquele país deixe de ser segundo destino da emigração nacional, divulgou esta terça-feira o Observatório da Emigração. +
Em 2017, entraram em França 8316 portugueses. Uma diminuição de 32,8% em relação ao ano anterior, indicam as estimativas do Instituto Nacional de Estatística e Estudos Económicos francês, divulgadas nesta terça-feira pelo Observatório da Emigração. +
Em 2017, emigraram para França 8 316 portugueses. É um novo mínimo da série disponibilizada pelo Observatório da Emigração, referente ao período entre 2010 e 2017, com base nos valores do Institut National de la Statistique et de Études Économiques. +
Apenas 8.316 portugueses entraram em França, o mínimo na última década. A França deixa de ser o segundo país de destino dos portugueses, tendo sido ultrapassado pela Espanha e pela Suíça. +
De acordo com dados do Office Fédéral de la Statistique, entraram, em 2018, na Suíça, 8,733 portugueses. O departamento oficial de estatística, citado pelo Observatório da Emigração, contabilizou um total de 146,183 entradas de estrangeiros em território suíço o ano passado, representando os portugueses 6% desse total. +
“Os destinos tradicionais da emigração portuguesa estão a diminuir”, apontou Inês Vidigal, do Observatório da Emigração. Ainda que novos destinos, como Espanha, Holanda e Países Nórdicos, estejam a assistir a aumentos no número de emigrantes portugueses chegados nos anos recentes, estas subidas não compensam as perdas registadas. +
Rui Rio afirmou que emigraram 330 mil portugueses entre 2016 e 2019, citando dados do Observatório da Emigração, incluindo projeções relativas já a este ano. +
No debate com Costa, Rio disse que, entre 2016 e 2019, emigraram 330 mil portugueses, usando projeções feitas pelos sociais democratas. Só o INE tem dados mais recentes e são de 2018. +
Portugal tem quase 2,3 milhões de emigrantes, segundos os dados mais recentes do Observatório para a Emigração. O número está em queda depois de ter atingido o seu pico em 2013 e 2014, altura em que saíram do país mais de 120 mil portugueses. +
O líder social-democrata abordou os números da emigração portuguesa, avançando que 330 mil pessoas saíram do país desde o início do Governo de António Costa, segundo números do Observatório da Emigração. +
O líder social-democrata abordou os números da emigração portuguesa, avançando que 330 mil pessoas saíram do país desde o início do Governo de António Costa, segundo números do Observatório da Emigração. +
Os dados mais recentes sobre a emigração lusa revelam que a Holanda, um dos países mais desenvolvidos do mundo, situado no litoral da planície do Norte da Europa, tem-se tornado ao longo das últimas décadas, um dos principais destinos dos emigrantes portugueses. +
A emigração portuguesa para a Alemanha registou, este ano, o valor mais baixo desde 2011. Segundo o Observatório da Emigração, 7200 portugueses fixaram-se na Alemanha, em 2018, um valor que confirma a tendência de decréscimo dos últimos anos. +
“A Suíça já é um caso excecional na história da emigração portuguesa na Europa”, declara a este semanário Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração, em Portugal. +
Artigo sobre o regresso dos portugueses emigrados na Suíça com a colaboração do coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, e da investigadora Liliana Azevedo. +
Em 2018, houve menos gente a emigrar para a Islândia. Em sentido oposto, o número de portugueses a chegar à ilha glaciar aumentou pelo oitavo ano consecutivo. À boleia do boom turístico, os portugueses procuram trabalhos na hotelaria e restauração — muitas vezes com formação superior exigida. Porque “compensa”. +
A entrada de portugueses na Holanda, tem tido oscilações entre 2000 e 2018, mas nos últimos três anos o aumento foi constante. +
O Observatório da Emigração revelou que os portugueses representaram, no ano passado, 10,1% de novas entradas de emigrantes em Andorra, mantendo-se, assim, estáveis os fluxos migratórios nacionais para aquele país. +
O número de portugueses a emigrar para a Islândia aumentou 23% em 2018, o oitavo ano consecutivo de subidas. Este movimento contrariou a tendência geral, já que a imigração total para aquele país desceu pela primeira vez desde 2011. +
Espanha registou 10.636 entradas de portugueses em 2018, o que significa que o país superou a Alemanha como destino da emigração portuguesa, segundo o Observatório da Emigração. +
Espanha registou 10.636 entradas de portugueses em 2018, o que significa que o país superou a Alemanha como destino da emigração portuguesa, segundo o Observatório da Emigração. +
Um total de 465 portugueses emigrou para Itália em 2017, segundo o Eurostat, número que representa um crescimento de 5% face ao ano anterior, mas em forte desaceleração, quando comparado com o crescimento de 25,1% verificado em 2016. +
Um total de 465 portugueses emigrou para Itália em 2017, segundo o Eurostat, número que representa um crescimento de 5% face ao ano anterior, mas em forte desaceleração, quando comparado com o crescimento de 25,1% verificado em 2016. +
A emigração portuguesa para Itália tem oscilado anualmente ao longo da série temporal em análise, tendo 2002 sido o ano em que se registou um menor número de entradas (297), e 2007 o ano em que se registou um valor mais elevado (594 entradas). +
Em 2017, emigraram 465 portugueses para Itália, mais 5% que no ano anterior. No entanto, o crescimento é desacelerado quando comparado com os 25,1% observados em 2016. +
O número de portugueses que em 2018 emigraram para a Noruega cresceu 20% face ao ano anterior, chegando aos 450, indicou hoje o instituto norueguês de estatísticas. +
O número de portugueses que em 2018 emigraram para a Noruega cresceu 20% face ao ano anterior, chegando aos 450, indicou hoje o instituto norueguês de estatísticas. +
A emigração portuguesa para a Noruega é um "fenómeno recente", segundo aquele instituto, com um pico em 2012, e na sequência de um crescimento acelerado desde 2010. +
A emigração portuguesa para a Noruega é um "fenómeno recente", segundo aquele instituto, com um pico em 2012, e na sequência de um crescimento acelerado desde 2010. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar Dias, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para o Luxemburgo e para a Alemanha. +
Apesar do ligeiro aumento, as entradas no Grão-Ducado continuam longe dos números registados em 2012, quando chegaram ao país 5.193 portugueses, o valor mais alto do período analisado, segundo os mesmos dados, divulgados esta terça-feira pelo Observatório da Emigração. +
Em cinco anos, segundo dados do Observatório da Emigração, mais de 16 mil portugueses obtiveram nacionalidade suíça. Em 2017, últimos dados disponíveis, somaram-se cerca de 4000 casos. A possibilidade de progressão na carreira e o tratamento igualitário são alguns dos argumentos apresentados pelos emigrantes. +
Segundo o Observatório da Emigração, a Alemanha registou, em 2018, um total de 1.199.115 entradas de estrangeiros no país, sendo 0,6% portugueses. +
Os dados são do Observatório da Emigração (OEM), divulgados esta quarta-feira, que vêm a confirmar a queda nos números. Em 2017, quase 18 mil portugueses deram entrada em terras alemãs, um número significativamente diferente da realidade no ano passado, quando se registou a entrada de cerca de 7 mil portugueses. +
A common EU asylum policy “has never existed,” said João Peixoto, a Lisbon University economist, migration specialist and professor at the same event, adding that “we will not have a common approach in the next few years either.” He advised the EU to instead try to cherish what is already in place. “There is one common approach,” he said, “the freedom of movement.” People moving from one country to another, even within the EU — “That is migration.” +
"Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorre, esta segunda-feira, no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
A iniciativa, sob o tema “Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica” é organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorreu esta segunda-feira no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorre hoje no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
The initiative, under the theme "Perspectives on Migration: political action and civic engagement", organized by the Portuguese and German Ministries of Foreign Affairs, the Berlin European Academy, the ISCTE-IUL School of Sociology and Public Polices, and the Emigration Observatory, counted with the participation of several national and international specialists in the area of migration. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorre esta segunda-feiera no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
"Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária", disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico -- Fórum Portugal-Alemanha, que decorre hoje no ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa. +
"É preciso lidar com a perceção de que estamos a assistir a uma invasão", defendeu António Vitorino na conferência "Perspectives on Migration: Political Action and Civic Engagement -- Portuguese-German Forum" (Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico -- Fórum Portugal-Alemanha), a decorrer no ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa. +
A perceção negativa que a opinião pública tem dos migrantes é um dos principais problemas que a Organização Internacional das Migrações enfrenta atualmente, afirmou hoje o seu presidente, António Vitorino, garantindo que a realidade é muito diferente. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico — Fórum Portugal-Alemanha, que decorre hoje no ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa. +
"É preciso lidar com a perceção de que estamos a assistir a uma invasão", defendeu António Vitorino na conferência "Perspectives on Migration: Political Action and Civic Engagement - Portuguese-German Forum" (Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico - Fórum Portugal-Alemanha), a decorrer no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. +
Irena Vojacková-Sollorano está em Portugal, para assistir à conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico - Fórum Portugal-Alemanha, que decorre esta segunda-feira. +
“É preciso lidar com a percepção de que estamos a assistir a uma invasão”, defendeu António Vitorino na conferência “Perspectives on Migration: Political Action and Civic Engagement -- Portuguese-German Forum” (Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico -- Fórum Portugal-Alemanha), a decorrer no ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa. +
A iniciativa, sob o tema “Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica” e organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
A iniciativa, sob o tema "Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica" e organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
A iniciativa, sob o tema "Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica" e organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
Dia 6 de Maio realiza-se no ISCTE-IUL a conferência internacional “Perspectives on Migration: political action and civic engagement” que terá como keynote speaker o Dr. António Vitorino, diretor-geral da Organização Internacional das Migrações (OIM), bem como diversos especialistas nacionais e internacionais nesta área. Os Ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, a Academia Europeia de Berlim, a Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e o Observatório da Emigração têm o prazer de o/a convidar para participar em mais uma edição do Fórum Luso-Alemão este ano dedicado ao tema das migrações internacionais. +
A iniciativa, sob o tema "Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica", decorrerá em Lisboa no próximo dia 06 de maio e nela participam especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. A organização da conferência é da responsabilidade dos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração. +
Caiu significativamente a emigração para o Reino Unido. Segundo o Observatório da Emigração, durante 2018, 18871 portugueses decidiram mudar de residência para aquele país, o que traduz uma queda de 17%. O pico tinha sido atingido em 2015. +
A presidente do Conselho Regional da Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas apelou hoje ao voto dos emigrantes nas próximas eleições europeias e legislativas, para "mostrar o interesse" da emigração por Portugal. +
Segundo o Relatório do Observatório da Emigração, os portugueses enviaram para Portugal em 2018 a linda soma de 3.684,5 milhões de euros. Em cada minuto entram em Portugal 6 mil euros dos emigrantes. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para a Dinamarca. +
O número de portugueses que emigraram para a Dinamarca cresceu 19% em 2018, para os 765, de acordo com dados estatísticos oficiais do país, divulgados hoje pelo Observatório da Emigração. +
De acordo com o último relatório do Observatório da Emigração relativo ao comportamento da emigração em 2017, divulgado em dezembro último, cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram apresentados os principais dados referentes à emigração portuguesa em 2017. +
Desde 2010, os emigrantes portugueses já enviaram para as famílias um total de 23 mil milhões de euros. São, em média, quase 6 mil euros por minuto. Portugal é o país da União Europeia com maior valor de remessas e em 2017 atingiu o recorde, confirma o Observatório da Emigração no relatório estatístico de 2018, divulgado esta segunda-feira.
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os valores mais recentes referentes às aquisições da nacionalidade britânica por emigrantes portugueses no Reino Unido. +
Entre 2016 e 2018 mais de três mil portugueses requereram a nacionalidade britânica. +
O número de processos duplicou em 2017 e no arranque de 2018 no Reino Unido, que continuou a ser o principal destino da emigração depois do referendo para sair da União Europeia. Governo promete reforçar apoio consular. +
“A naturalização é a única forma que os emigrantes portugueses têm de ficar protegidos. Muitos dos que não cumprirem os requisitos acabarão por regressar a Portugal ou irão emigrar para outros destinos. A Irlanda poderá ser uma hipótese, por ter a mesma língua e porque é ali ao lado”, afirmou ao jornal Rui Pena Pires, diretor do Observatório da Emigração. +
De acordo com o expresso no Relatório da Emigração 2017 agora divulgado, a emigração portuguesa continua numa tendência de descida sustentada que estará fortemente correlacionada com a retoma da economia portuguesa, sobretudo no plano da criação de emprego, a descida do desemprego e consequente revitalização do mercado de trabalho. Esta tendência, segundo o documento elaborado pelo Observatório da Emigração, explica-se ainda pela redução da atração de países de destino como o Reino Unido, devido ao efeito Brexit, e Angola, devido à crise económica desencadeada com a desvalorização dos preços do petróleo. +
A mensagem de Natal do primeiro-ministro, também foi o tiro de partida do PS para as campanhas eleitorais de 2019. António Costa disse que não se ilude com os números. Vai-nos iludindo (enganando) despejando milhões de euros na banca… Afinal, há dinheiro! Esperávamos soluções, ouvimos intenções. Foi poucochinho. Falou da necessidade de cativar os jovens, os mais instruídos de que há memória, em cá permanecer. Porém o Observatório da Emigração revela que têm emigrado 90.000 pessoas/ano. +
O Banco de Portugal divulgou que as remessas dos emigrantes portugueses passaram para 302,5 milhões em outubro deste ano, o que revela uma subida de 9,64%. +
Se há cinco anos, enquanto preparava as malas para partir para Inglaterra, António soubesse que o país para onde emigraria estava prestes a dar início ao polémico acordo do Brexit, garante que provavelmente não teria embarcado. Contudo, Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido, já marcou data e até hora: às 23:00 do dia 29 de março de 2019, o país deixará oficialmente de fazer parte da União Europeia. Deixam-se mais de 45 anos de história conjunta para trás e o futuro de muitos portugueses como incerto. Em 2017, cerca de 23 mil emigraram de Portugal para território britânico. São menos 26% do que no ano transato, mas o Reino Unido continua a ser o destino migratório predileto dos portugueses, mesmo com Brexit à vista. +
Cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino, segundo o Relatório de Emigração hoje divulgado. +
Pelo quarto ano consecutivo, o número de portugueses a emigrar está em queda. Segundo os dados publicados no Relatório da Emigração, cerca de 90 mil portugueses foram viver para o estrangeiro em 2017, menos 10 mil do que em 2016. Como principais fatores para a "tendência de descida sustentada", o Observatório da Emigração aponta a "a retoma da economia portuguesa", a "descida do desemprego" e a "revitalização do mercado de trabalho". +
The Emigration Observatory’s report showed that Portuguese emigration reached its peak this century in the year 2013 with 120 thousand people leaving the country — since that year, the number of emigrants has been decreasing, standing now at 90,000 Portuguese nationals emigrating from the country in 2017. +
Um dos efeitos do Brexit já se faz sentir: a diminuição da entrada de portugueses, o que Rui Pena Pires, curador do Observatório da Imigração responsável por este relatório, diz ter uma relação direta com a diminuição do desemprego em Portugal. +
O diretor do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, defende uma aposta “prioritária” em políticas de imigração, estimando que as saídas de portugueses continuem a manter-se num “patamar elevado” nos próximos anos. E não tem dúvidas: “A Europa não tem futuro sem migrações”. +
“Este ano, segundo os nossos cálculos, terão saído de Portugal cerca de 90 mil pessoas, o que acentua a tendência de descida da emigração; é provável que esta tendência de descida se mantenha se a economia portuguesa continuar a comportar-se como até agora", disse Rui Pena Pires, durante a apresentação do Relatório da Emigração 2017, que decorreu hoje no Palácio das Necessidades, em Lisboa. +
O diretor do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, defende uma aposta “prioritária” em políticas de imigração, estimando que as saídas de portugueses continuem a manter-se num “patamar elevado” nos próximos anos. E não tem dúvidas: “A Europa não tem futuro sem migrações”. +
No ano passado, emigraram 90 mil portugueses. O número tem vindo a descer desde 2016 e, de acordo com o Relatório da Emigração, hoje apresentado, o abrandamento é justificado pela retoma do crescimento económico em Portugal. +
Cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino, segundo o Relatório de Emigração hoje divulgado. No entanto, são cada vez mais os que vão para Espanha, tendo as idas para o país vizinho aumentado 18,2 por cento em relação a 2016, em contraciclo com a descida na maioria dos destinos da emigração portuguesa. +
O ASIC-CP tem como destinatários portugueses com 65 anos ou mais, com residência legal e efetiva no estrangeiro, “em situação de comprovada carência económico-social não superável pelos mecanismos existentes nos países de acolhimento e cujos familiares não se encontrem obrigados à prestação de alimentos”, recorda-se no relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração. +
O relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração, refere que sobre os motivos de detenção, o tráfico de droga “continua a ser o que apresenta um valor mais expressivo”, com 18 casos, mas ressalva que em 97 casos não foi possível apurar o motivo da detenção. +
Mais de 700 emigrantes idosos carenciados, residentes em 14 países, recebiam, no final de 2017, apoio do Estado português, de acordo com o Relatório da Emigração, hoje divulgado. +
O ano passado foram expulsos/deportados para Portugal 692 portugueses, dos quais, 448 são provenientes de países da Europa e 244 do resto do mundo, dados do relatório da Emigração 2017, apresentado esta manhã. +
Revisão das estatísticas de emigração durante a crise mostra que afinal, entre 2011 e 2014, quase meio milhão de portugueses deixou o país. Remessas atingiram o valor mais alto de sempre no ano passado, mostra o Relatório da Emigração 2017 agora divulgado. Reino Unido continua a ser o principal destino. +
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas anunciou hoje que na próxima quinta-feira irá visitar alguns detidos portugueses na zona de Paris, para ilustrar que também estes cidadãos merecem um acompanhamento especial do Estado. +
No ano passado chegaram ao Luxemburgo 3.355 portugueses, menos 170 que no ano anterior. Este é o quarto ano consecutivo em que o número de chegadas ao Grão-Ducado diminui, constata o Observatório da Emigração, que aponta que é preciso recuar até 2002 para encontrar um valor mais baixo. +
O Relatório da Emigração mostra que no ano passado cerca de 90 mil pessoas saíram do país, menos 10 mil do que em 2016. +
Segundo o relatório da emigração divulgado hoje pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, os portugueses estão a emigrar menos desde 2013. Em 2017, os lusos foram a segunda nacionalidade mais representada no Luxemburgo entre os novos emigrantes. +
O número de portugueses detidos no estrangeiro em 2017 diminuiu para 168, contra 183 no ano anterior, totalizando 1.942 cidadãos nacionais presos em todo o mundo, de acordo com o Relatório da Emigração. +
O ministro dos Negócios Estrangeiros disse hoje que o caso da emigração portuguesa é “a prova empírica e concreta” de que é possível uma plena integração nas sociedades, ao contrário dos argumentos da extrema-direita. +
Esta tendência, segundo o relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração, explica-se ainda pela “redução da atração de países de destino como o Reino Unido, devido ao efeito ‘Brexit’, e Angola, devido à crise económica desencadeada com a desvalorização dos preços do petróleo”. +
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, inicia no sábado uma visita de quatro dias à Alemanha, durante a qual vai inaugurar as novas instalações consulares em Hamburgo e Frankfurt, anunciou o Governo. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram abordadas diversas questões referentes aos emigrantes portugueses e ao trabalho que o Observatório da Emigração tem desenvolvido recentemente. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Cristina Borges, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para os EUA. +
De acordo com o Observatório da Emigração, em 2017, a emigração portuguesa para os EUA registou um decréscimo de 7%, voltando a valores abaixo das 1,000 entradas por ano, uma inversão em relação ao que se tinha verificado em 2016 (aumento de 17% e entradas superiores a mil). +
Segundo o Observatório da Emigração, estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), no ano passado foram 785 os portugueses que entraram no Canadá.
De acordo com o Observatório da Emigração, desde 2000, o número de entradas de portugueses no Canadá tem oscilado com frequência, embora predomine uma tendência para a sua subida. Durante o período em análise, o valor mais baixo de entradas registou-se em 2003, quando apenas 329 portugueses emigraram para o Canadá. O mais alto ocorreu em 2016, com 845 entradas em território canadiano. +
Ainda este fim de semana, o Observatório da Emigração lançou o alerta: Portugal precisa desesperadamente de imigrantes para combater a falta de mão-de-obra e, por isso, precisa de facilitar a entrada de estrangeiros. +
O coordenador do Observatório da Emigração defendeu este sábado que Portugal “precisa desesperadamente” de imigrantes e, para resolver o problema de falta de mão de obra, deve facilitar a entrada de estrangeiros e fazer campanhas de recrutamento no exterior. +
O coordenador do Observatório da Emigração defendeu este sábado que Portugal "precisa desesperadamente" de imigrantes e, para resolver o problema de falta de mão de obra, deve facilitar a entrada de estrangeiros e fazer campanhas de recrutamento no exterior. +
De acordo com o Observatório da Emigração, este número representa um decréscimo de 24% quando comparado com o das entradas no ano anterior. Depois de um máximo de 6,715 entradas em território angolano em 2015, o número de emigrantes portugueses para Angola tem vindo a diminuir significativamente: -42% em 2016 e -24% em 2017. +
Segundo os dados para 2017 do Observatório da Emigração, estimam-se em cerca de 2,266 milhões o número total de emigrantes portugueses, pelo que o universo é bastante abrangente, podendo este regime, caso surta o efeito pretendido, contribuir para colmatar a escassez de talento sentida em alguns setores de atividade empresarial, para além da arrecadação de receita fiscal. +
s dados do Relatório Estatístico de 2017 do Observatório da Emigração revelam que entre 2011 e 2015 o Reino Unido foi o país de eleição dos emigrantes portugueses: mais de 129 mil viajaram para terras de Sua Majestade. A França surge logo depois, mas não existem ainda dados disponíveis para 2015. +
Na véspera do início da visita de dois dias do primeiro-ministro português, António Costa, a Angola o coordenador do Observatório da Emigração em Portugal recorda a necessidade de se facilitar a circulação de pessoas entre os países lusófonos. +
De acordo com o último relatório do observatório da emigração teriam entrado em Angola, em 2016, 3.908 portugueses, segundo dados do consolado de Lisboa e Porto. +
Na véspera do início da visita de dois dias do primeiro-ministro português, António Costa, a Angola o coordenador do Observatório da Emigração em Portugal recorda uma promessa de campanha do líder luso. +
De acordo com o último relatório do observatório da emigração teriam entrado em Angola, em 2016, 3.908 portugueses, segundo dados do consolado de Lisboa e Porto. +
A emigração para a Suíça registou em 2017, pelo quarto ano consecutivo, uma quebra e o número de portugueses entrados naquele país foi o mais baixo desde há 15 anos, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Observatório da Emigração. +
A emigração para a Suíça registou em 2017, pelo quarto ano consecutivo, uma quebra e o número de portugueses entrados naquele país foi o mais baixo desde há 15 anos, segundo dados compilados hoje pelo Observatório da Emigração. +
O coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, tem visto noutros países iniciativas semelhantes a esta que deverá integrar a proposta de Orçamento do Estado para 2019. “São medidas que têm uma característica: se tiverem pouco efeito, não têm custos; os custos dependem do resultado.” +
Será um incentivo fiscal suficiente para fazer os emigrantes regressarem a Portugal? Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração, diz que é difícil saber que efeito terá esta medida. +
O coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, tem visto noutros países iniciativas semelhantes a esta que deverá integrar a proposta de Orçamento do Estado para 2019. “São medidas que têm uma característica: se tiverem pouco efeito, não têm custos; os custos dependem do resultado.” +
Para estimular o regresso dos emigrantes, António Costa propôs na Festa de Verão do PS em Caminha, no fim-de-semana passado, o corte de 50% do IRS a emigrantes que voltem a residir no país, abrangendo jovens e não-jovens, qualificados ou não, que tenham saído de Portugal entre 2010 e 2015 e queiram regressar entre 2019 e 2020. Costa sugere ainda na proposta que os emigrantes usufruam desta redução de metade do IRS durante três a cinco anos e que possam deduzir as despesas de reinstalação nos impostos. +
Portugal considera que existem 169 mil Portugueses em Macau, enquanto o Governo da RAEM apenas ‘aceita’ 9 mil. Em qualquer dos casos, os números têm vindo a aumentar e estão a bater recordes. +
O Observatório da Emigração indica que cerca de 2,3 milhões de portugueses estão no exterior, números a que podemos acrescentar os lusodescendentes, muitos com forte ligação às origens. +
Foram 248 os portugueses que, em 2016, entraram no Japão, segundo dados da OCDE. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para o Japão. +
A emigração portuguesa para o Canadá tem vindo a registar um declínio nos últimos anos, sendo atualmente muito reduzida, envolvendo um número de entradas de 1.000 pessoas por ano, revela o Observatório da Emigração. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Paula Machado, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para a Bélgica. +
No dia seguinte ao debate parlamentar desta sexta-feira, o PÚBLICO pediu a oito portugueses para falarem sobre o Estado da Nação para lá das portas de São Bento. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Paula Machado, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa. +
As entradas em território holandês aumentaram pelo segundo ano consecutivo, superando as duas mil pessoas em 2017. É um dos poucos países de destino, a par com Espanha, em que a emigração cresceu nos anos mais recentes. +
Espanha é, dos principais países de emigração portuguesa, um dos poucos onde a entrada de portugueses tem aumentado continuadamente a partir de 2013, registando-se em 2017 o maior crescimento deste período: +18.2%.
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para Espanha. +
De acordo com o Statistisches Bundesamt Deutschland, o valor das entradas de portugueses na Alemanha, em 2017, está inflacionado, e o crescimento registado entre 2016 e 2017 não é real. Segundo informações avançadas por aquele organismo, citadas pelo Observatório da Emigração, isto deve-se a «problemas de registo nos anos de 2015 e 2016». +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Paula Machado, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para a Alemanha. +
Segundo dados da Statistics Iceland, fornecidos pelo Observatório da Emigração, foram 270 os portugueses que, em 2017, entraram na Islândia. +
Em 2017, 270 portugueses entraram na Islândia, segundo os dados da Statistics Iceland, representando 2,3% da imigração naquele ano. +
A exemplo da Alemanha, também a Áustria registou um aumento na emigração. Chegaram em 2017 um total de 618 portugueses, enquanto que em 2016 tinham emigrado 561. Entre as dez comunidades de que são conhecidos dados estatísticos, houve em 2017 um acréscimo na Islândia (mais 50, atingindo os 270 nacionais) e na Suécia (chegaram 390 em 2017, depois de 380 em 2016), revela o Observatório da Emigração. +
O JN Comunidades é o novo espaço do Jornal de Notícias online dedicado aos portugueses que vivem fora do país. +
De acordo com os dados que são disponibilizados pelo Observatório da Emigração, o "saldo migratório", que faz o balanço entre as saídas e entradas permanentes em Portugal de cidadãos nacionais, concluímos que 147 mil trabalhadores portugueses se deslocaram definitivamente para o exterior, entre 2011 e 2016. Recordo, ainda, que vários estudos apontavam para a vontade de pelo menos 70% dos jovens emigrantes portugueses regressarem ao país. +
Segundo os dados do Portail des Statistiques du Luxembourg, avançados pelo Observatório da Emigração, em 2017 entraram naquele país 3,342 portugueses. O instituto de estatística luxemburguês contabilizou um total de 24,379 entradas de estrangeiros no território, representando os portugueses 13.7% desse total. +
O Eurostat contabilizou um total de 300,823 entradas de estrangeiros em Itália, tendo os portugueses representado 0,2% desse total, refere o Observatório da Emigração. +
A emigração justifica parte desta disparidade de números e os dados das Nações Unidas e do Observatório da Emigração comprovam-no. É que, apesar das saídas do país terem dado sinal de diminuir entre 2015 e 2017, continuam a abandonar o território nacional, em média, 100 mil portugueses por ano. Portugal continua a ocupar as posições cimeiras da lista de países europeus com maior taxa de emigração. 2,2 milhões de portugueses vivem e trabalham fora do país. +
Em 2017 entraram no Reino Unido 22.622 portugueses, o que representa menos 26% do que em 2016, revela o Observatório da Emigração. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Paula Semedo, na RDP internacional, foram abordadas diversas questões referentes aos emigrantes portugueses e ao trabalho que o Observatório da Emigração tem desenvolvido recentemente. +
Brexit poderá explicar diminuição de saídas para Reino Unido, segundo o Observatório da Emigração. +
A entrada de portugueses em território britânico baixou 26% em 2017, a segunda descida consecutiva. Os especialistas em emigração explicam este movimento "sobretudo pelos receios induzidos" pela saída da União Europeia. +
Nos anos duros da crise, a emigração foi a escapatória para milhares de trabalhadores portugueses. Mas também aqui as desigualdades foram vincadas: os mais qualificados puderam arriscar novos destinos e valorizar currículos em relativa segurança, os outros ficaram circunscritos aos tradicionais destinos da emigração portuguesa. +
Há um maior número de inscritos nos consulados portugueses nos Estados Unidos da América (EUA). Os dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros, referentes a 2016, indicam um total de 315 mil portugueses registados, mais 121 mil face aos 194 mil registos de 2015. Uma variação que traduz um salto de 62%. +
Pela primeira vez em quase dez anos, a emigração lusa para os Estados Unidos ultrapassou as mil entradas. Ainda assim, a maior economia do mundo foi o destino de apenas 1% dos cerca de 100 mil que emigraram em 2016. +
Em 2016, a entrada de emigrantes portugueses nos Estados Unidos aumentou 17%, o que significa que voltou a superar, pela primeira vez desde 2007, as mil entradas, revela o Observatório da Emigração. +
Nos dados disponíveis do relatório de emigração de 2016 por exemplo, foram realizados mais de 1 milhão e 900 mil actos consulares, mais de 600 permanências consulares em 24 países, mais de 40 mil atendimentos, tendo sido emitidos mais de 200 mil vistos. +
Desde 1990 que o fluxo migratório de portugueses para o pequeno país dos Pirinéus tem sofrido quebras. Números do Observatório da Emigração referem que, em 2004, mais de dois mil emigrantes portugueses fixaram-se em Andorra. Em 2008, verificou-se a maior quebra (-54%) comparativamente ao ano anterior e apenas 301 portugueses emigraram para Andorra em 2016. +
Segundo Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, a razão da descida da emigração portuguesa está altamente relacionada com o aumento do emprego. +
“Neste início de ano, importa pensar o emprego em Portugal e os seus desafios. A verdade é que vivemos uma realidade social inquietante: de acordo com o INE, nos últimos sete anos Portugal vem perdendo população. Isto não só porque a sociedade portuguesa está envelhecida mas também porque uma parte significativa da população em idade activa emigra. E segundo os dados do Observatório da Emigração, só em 2016 emigraram cem mil portugueses.” +
Apresentação e discussão do Relatório da Emigração Portuguesa 2017 elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), pelo Professor e Coordenador Científico do OEm, Rui Pena Pires, e pelo Professor e Investigador, Jorge Malheiros. +
O Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração, revela que a emigração atingiu o valor máximo deste século em 2013, com cerca de 120 mil saídas, e, desde então, este número tem vindo a diminuir. +
Os dados do Relatório da Emigração, lançado nesta quinta-feira, confirmam o que o PÚBLICO já antecipara na semana passada: foram 100 mil os portugueses que emigraram em 2016, menos 10 mil que no ano anterior, acentuando a tendência de descida da emigração que se verifica desde 2013. +
Na apresentação do Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), verificou-se que 22% dos portugueses residem no estrangeiro e que o número de saídas, de 110 mil pessoas todos os anos, só tem comparação com a década de 1960. +
Um total de 183 portugueses foram detidos no exterior em 2016, tendo permanecido 149 presos, 30 foram libertados e quatro obtiveram liberdade condicional, refere o Relatório da Emigração lançado nesta quinta-feira em Lisboa. +
Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas afirma que o crescimento económico ainda não é o suficiente para convencer os muitos jovens qualificados que saíram a voltar ao país. +
Os emigrantes portugueses eram então estimados em 2,3 milhões. Hoje, as linhas gerais do relatório da emigração relativo ao ano de 2016 são divulgadas pelo coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, na presença do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. A tendência é de diminuição do número de saídas do país, rondando agora as cem mil por ano, crescimento de população residente no exterior - de 1,8 milhões em 1990 para os 2,2 milhões atuais -, agora cada vez mais concentrada na Europa. +
Ao lado do Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, o Primeiro Ministro reagiu aos dados lançados pelo Observatório da Emigração sobre o declínio no número de emigrantes. +
Na sequência da apresentação do estudo do Observatório da Emigração sobre os regressos de emigrantes portugueses na década de 2001 a 2011, foi realizada uma entrevista ao Professor e Investigador, que conduziu o estudo, João Peixoto. +
No ano passado chegaram ao Luxemburgo 3.355 portugueses, menos 170 que no ano anterior. Este é o quarto ano consecutivo em que o número de chegadas ao Grão-Ducado diminui, constata o Observatório da Emigração, que aponta que é preciso recuar até 2002 para encontrar um valor mais baixo. +
Na sequência do seminário sobre emigração e imigração em Portugal, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-ULisboa), onde foi lançado o relatório “International Migration Outlook 2017” da OCDE, o coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, avançou que as estimativas de saídas de emigrantes portugueses em 2016 ronde os 100 mil. +
Em 2016 estimamos que tenham sido 100 mil”, avança ao Expresso Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração, que participou esta quarta-feira num seminário sobre emigração e imigração em Portugal, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-ULisboa), onde foi lançado o relatório “International Migration Outlook 2017” da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico). +
No início deste mês, o Observatório da Emigração, que tem como um das suas principais missões recolher, harmonizar e analisar informação sobre a evolução e as características da emigração portuguesa e das populações portuguesas emigradas, anunciou que no ano de 2016 entraram 845 portugueses no Canadá, mais 3% do que no ano anterior. +
Foram 6.638 os portugueses que, em 2015, entraram em Espanha, segundo os dados do Instituto Nacional de Estadística. Emigração que voltou a aumentar em 2016, quando se registou a entrada de 7.646 no país vizinho. +
Dados de 17 países dão conta que o Reino Unido mantém-se como o destino preferido dos portugueses. +
O saldo das remessas o resultado de uma emigração elevada e de uma imigração muito menor, diz Rui Pena Pires, mas agora a saída de portugueses foi estancada.
O saldo das remessas o resultado de uma emigração elevada e de uma imigração muito menor, diz Rui Pena Pires, mas agora a saída de portugueses foi estancada. +
O número de portugueses a emigrar para Angola aumentou 32 por cento em 2015, comparativamente a 2014. Os dados são do último Relatório de Emigração, divulgado pelo Governo português na passada quinta-feira.
número de emigrantes nascidos em Portugal superou os 2,3 milhões, 22,3% da população portuguesa, o que significa que continuamos a ser um país de emigrantes. Um dado sublinhado por Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração, que ontem apresentou o relatório de 2015. +
O peso da emigração portuguesa no mundo é sete vezes superior à da população. O Reino Unido continua primeira escolha dos últimos anos.
Mais de 110 mil portugueses saíram do país em 2015. Reaberta a porta de emigração, o fluxo de partidas não parece pronto a estancar. O Reino Unido é o principal destino e, segundo o último Relatório da Emigração, não há margem para dúvidas: este é um país de “repulsão”
Com a crise, o número de emigrantes aumentou muito a partir de 2010. O nível das 110 mil saídas mantém-se desde 2013, apesar de a economia estar a crescer há dois anos.
Augusto Santos Silva afirmou que Portugal tem "verdadeiramente um problema demográfico" e comentou que "é fácil notar" o efeito da crise económica no aumento da emigração portuguesa.
Cerca de 110 mil portugueses emigraram em 2015.
Queda dos preços do petróleo não abranda chegadas a antiga colónia.
Portugueses no Reino Unido não têm razões para estar preocupados. Hospitais querem que eles fiquem no pais.
Dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que entre 2011 e 2015 saíram, em média, quase 120 mil pessoas por ano.
No ano passado o Statec contabilizou a chegada de 3.525 portugueses ao Luxemburgo. É preciso recuar até 2002 para encontrar um valor mais baixo.
Entrevista a Rui Pena Pires, coordenador cientifico do Observatório da Emigração, publicada no jornal Público, dia 1 de Novembro 2016, realizada por Joana Gorjão Henriques. Segundo Rui Pena Pires, embora em decréscimo, a emigração não chegará aos níveis de antes da crise, para além de Portugal ser cada vez menos atractivo para imigrantes. +
Depois de cair 24% em 2014, no ano passado o decréscimo na nova emigração portuguesa naquele território foi de 19%. Esta "tendência recessiva", como designa o presidente do Observatório da Emigração (OdE), acontece em contraciclo com o aumento, ainda que ligeiro (0,9%), do número total de estrangeiros. +
A entrada de portugueses no território recuou 19% no ano passado e quase metade dos 12.325 registos "escondem" a transformação de autorizações provisórias em permanentes.
No ano passado, entraram 947 os portugueses na Dinamarca e 145 na Região Autónoma de Macau, China.
“Perceções sobre a Emigração Portuguesa” é o tema do debate que vai decorrer, em Viana do Castelo, na sexta-feira, às 15:OO, na Sala Couto Viana da biblioteca municipal da cidade.
Há ainda o caso da emigração portuguesa no Reino Unido, país que se tornou o principal destino dos portugueses e para onde vão, em média, 30 mil emigrantes por ano. “Ninguém sabe muito bem o impacto do ‘Brexit’. Vai depender do que for a solução de associação do Reino Unido à União Europeia”, nota Rui Pena Pires. +
Há 40 anos, meio milhão de pessoas chegou a Portugal num ano. Um cenário de retorno de portugueses em grande número, em poucos meses, é pouco provável, mas não é de excluir. Estaria o país preparado para o enfrentar se ocorresse hoje?
Dados do instituto de estatísticas alemão revelam terem entrado naquele país, 6.195 portugueses em 2015
Mais de 6.600 portugueses entraram em Espanha no ano passado, cerca de 1,5% do total de entradas de estrangeiros no país vizinho. Espanha é já o quinto país para onde mais portugueses emigram. Mas permanece a incógnita: é um novo fluxo de emigração mais qualificada ou a retoma da procura de mão-de-obra pouco qualificada?
O número de emigrantes portugueses aumentou em 2015. Os dados provisórios do Observatório da Emigração revelam que mais de 57 mil pessoas saíram do país no ano passado. O Reino Unido continua a ser o principal destino dos portugueses.
O coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, não acredita num aumento da emigração, mas numa tendência para a estagnação em 2015.
Foram mais de 57.300 os portugueses que, durante o ano passado, procuraram no estrangeiro melhores condições de vida.
O Observatório da Emigração avança que os portugueses representam 0,1% do total de 1.016.518 entradas de estrangeiros nos EUA, em 2014.
Nem o fantasma do Brexit assustou os portugueses que, em 2015, decidiram emigrar. Dados do Observatório da Emigração contabilizam mais 30 mil emigrantes nacionais em Londres.
Estabilidade laboral e salários são os principais factores que levam os portugueses a procurar o Reino Unido.
O novo sítio na Internet do Observatório da Emigração (OEm), lançado hoje em Lisboa, tem mais dados sobre a diáspora portuguesa, mais bem organizados e mais acessíveis aos utilizadores, anunciou hoje o coordenador científico da instituição. +
Para Rui Pena Pires, só o crescimento da taxa de emprego e da qualidade do emprego criado poderiam fazer aumentar o retorno, “mais do que qualquer outro tipo de política de incentivo”. O programa Vem — criado pelo anterior Governo e que previa um apoio de até €20 mil para quem quisesse regressar e criar negócios — teve fracos resultados: só 21 emigrantes foram abrangidos. +
Current emigration rates are the highest they have been since 1973, according to a report from the Emigration Observatory (OEm) (in Portuguese, 3.2 MB PDF). The report notes that Portuguese citizens emigrate predominantly to European destinations. The UK is the most popular destination (receiving 30,000 in 2013 and 31,000 in 2014), especially among young people with higher qualifications (such as nurses). France and Germany are the next most popular destinations. +
Números de saídas e entradas no País, os destinos mais desejados, as qualificações dos que deixam Portugal, causas e consequências destes fluxos são apenas alguns pontos em discussão, esta tarde, no seminário A Emigração Portuguesa no século XXI
O coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, admitiu no parlamento que a emigração nacional, que em 2014 estabilizou com a saída de 110 mil portugueses, deverá "manter-se alta", mesmo depois de ultrapassada a crise.
Portugal é um país de emigrantes sem capacidade para os seduzir nem para atrair estrangeiros. Rui Pena Pires que participou na conferência "Regresso ao futuro: a nova emigração e a relação com a sociedade portuguesa", que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian, disse que a emigração não é um tema do passado.
O Observatório da Emigração estima que a saída de portugueses do país em 2013 e 2014 tenha estabilizado, em alta, nos 110 mil por ano e que em 2015 comece a descer.
Observatório da Emigração dá a conhecer pela primeira vez a tendência de 2014. Os valores constam de um relatório entregue ao Governo em Julho, para ser publicado antes das férias parlamentares, como no ano passado. Mas tal não aconteceu.
|