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OEm nos média
A common EU asylum policy “has never existed,” said João Peixoto, a Lisbon University economist, migration specialist and professor at the same event, adding that “we will not have a common approach in the next few years either.” He advised the EU to instead try to cherish what is already in place. “There is one common approach,” he said, “the freedom of movement.” People moving from one country to another, even within the EU — “That is migration.” +
"Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorre, esta segunda-feira, no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
A iniciativa, sob o tema “Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica” é organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorreu esta segunda-feira no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorre hoje no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
The initiative, under the theme "Perspectives on Migration: political action and civic engagement", organized by the Portuguese and German Ministries of Foreign Affairs, the Berlin European Academy, the ISCTE-IUL School of Sociology and Public Polices, and the Emigration Observatory, counted with the participation of several national and international specialists in the area of migration. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico – Fórum Portugal-Alemanha, que decorre esta segunda-feiera no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. +
"Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária", disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico -- Fórum Portugal-Alemanha, que decorre hoje no ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa. +
"É preciso lidar com a perceção de que estamos a assistir a uma invasão", defendeu António Vitorino na conferência "Perspectives on Migration: Political Action and Civic Engagement -- Portuguese-German Forum" (Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico -- Fórum Portugal-Alemanha), a decorrer no ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa. +
A perceção negativa que a opinião pública tem dos migrantes é um dos principais problemas que a Organização Internacional das Migrações enfrenta atualmente, afirmou hoje o seu presidente, António Vitorino, garantindo que a realidade é muito diferente. +
“Existem, neste momento, na Turquia 3,6 milhões de sírios refugiados. Estão no estatuto de proteção temporária”, disse à Lusa Irena Vojacková-Sollorano, à margem da conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico — Fórum Portugal-Alemanha, que decorre hoje no ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa. +
"É preciso lidar com a perceção de que estamos a assistir a uma invasão", defendeu António Vitorino na conferência "Perspectives on Migration: Political Action and Civic Engagement - Portuguese-German Forum" (Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico - Fórum Portugal-Alemanha), a decorrer no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. +
Irena Vojacková-Sollorano está em Portugal, para assistir à conferência Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico - Fórum Portugal-Alemanha, que decorre esta segunda-feira. +
“É preciso lidar com a percepção de que estamos a assistir a uma invasão”, defendeu António Vitorino na conferência “Perspectives on Migration: Political Action and Civic Engagement -- Portuguese-German Forum” (Perspetivas sobre as Migrações: Ação Política e Compromisso Cívico -- Fórum Portugal-Alemanha), a decorrer no ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa. +
A iniciativa, sob o tema “Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica” e organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
A iniciativa, sob o tema "Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica" e organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
A iniciativa, sob o tema "Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica" e organizada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. +
Dia 6 de Maio realiza-se no ISCTE-IUL a conferência internacional “Perspectives on Migration: political action and civic engagement” que terá como keynote speaker o Dr. António Vitorino, diretor-geral da Organização Internacional das Migrações (OIM), bem como diversos especialistas nacionais e internacionais nesta área. Os Ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, a Academia Europeia de Berlim, a Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e o Observatório da Emigração têm o prazer de o/a convidar para participar em mais uma edição do Fórum Luso-Alemão este ano dedicado ao tema das migrações internacionais. +
A iniciativa, sob o tema "Perspetivas das Migrações: Ação política e participação cívica", decorrerá em Lisboa no próximo dia 06 de maio e nela participam especialistas nacionais e internacionais na área das migrações. A organização da conferência é da responsabilidade dos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e alemão, Academia Europeia de Berlim, Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL e Observatório da Emigração. +
Caiu significativamente a emigração para o Reino Unido. Segundo o Observatório da Emigração, durante 2018, 18871 portugueses decidiram mudar de residência para aquele país, o que traduz uma queda de 17%. O pico tinha sido atingido em 2015. +
A presidente do Conselho Regional da Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas apelou hoje ao voto dos emigrantes nas próximas eleições europeias e legislativas, para "mostrar o interesse" da emigração por Portugal. +
Segundo o Relatório do Observatório da Emigração, os portugueses enviaram para Portugal em 2018 a linda soma de 3.684,5 milhões de euros. Em cada minuto entram em Portugal 6 mil euros dos emigrantes. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes à emigração portuguesa para a Dinamarca. +
O número de portugueses que emigraram para a Dinamarca cresceu 19% em 2018, para os 765, de acordo com dados estatísticos oficiais do país, divulgados hoje pelo Observatório da Emigração. +
De acordo com o último relatório do Observatório da Emigração relativo ao comportamento da emigração em 2017, divulgado em dezembro último, cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram apresentados os principais dados referentes à emigração portuguesa em 2017. +
Desde 2010, os emigrantes portugueses já enviaram para as famílias um total de 23 mil milhões de euros. São, em média, quase 6 mil euros por minuto. Portugal é o país da União Europeia com maior valor de remessas e em 2017 atingiu o recorde, confirma o Observatório da Emigração no relatório estatístico de 2018, divulgado esta segunda-feira.
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os valores mais recentes referentes às aquisições da nacionalidade britânica por emigrantes portugueses no Reino Unido. +
Entre 2016 e 2018 mais de três mil portugueses requereram a nacionalidade britânica. +
O número de processos duplicou em 2017 e no arranque de 2018 no Reino Unido, que continuou a ser o principal destino da emigração depois do referendo para sair da União Europeia. Governo promete reforçar apoio consular. +
“A naturalização é a única forma que os emigrantes portugueses têm de ficar protegidos. Muitos dos que não cumprirem os requisitos acabarão por regressar a Portugal ou irão emigrar para outros destinos. A Irlanda poderá ser uma hipótese, por ter a mesma língua e porque é ali ao lado”, afirmou ao jornal Rui Pena Pires, diretor do Observatório da Emigração. +
De acordo com o expresso no Relatório da Emigração 2017 agora divulgado, a emigração portuguesa continua numa tendência de descida sustentada que estará fortemente correlacionada com a retoma da economia portuguesa, sobretudo no plano da criação de emprego, a descida do desemprego e consequente revitalização do mercado de trabalho. Esta tendência, segundo o documento elaborado pelo Observatório da Emigração, explica-se ainda pela redução da atração de países de destino como o Reino Unido, devido ao efeito Brexit, e Angola, devido à crise económica desencadeada com a desvalorização dos preços do petróleo. +
A mensagem de Natal do primeiro-ministro, também foi o tiro de partida do PS para as campanhas eleitorais de 2019. António Costa disse que não se ilude com os números. Vai-nos iludindo (enganando) despejando milhões de euros na banca… Afinal, há dinheiro! Esperávamos soluções, ouvimos intenções. Foi poucochinho. Falou da necessidade de cativar os jovens, os mais instruídos de que há memória, em cá permanecer. Porém o Observatório da Emigração revela que têm emigrado 90.000 pessoas/ano. +
O Banco de Portugal divulgou que as remessas dos emigrantes portugueses passaram para 302,5 milhões em outubro deste ano, o que revela uma subida de 9,64%. +
Se há cinco anos, enquanto preparava as malas para partir para Inglaterra, António soubesse que o país para onde emigraria estava prestes a dar início ao polémico acordo do Brexit, garante que provavelmente não teria embarcado. Contudo, Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido, já marcou data e até hora: às 23:00 do dia 29 de março de 2019, o país deixará oficialmente de fazer parte da União Europeia. Deixam-se mais de 45 anos de história conjunta para trás e o futuro de muitos portugueses como incerto. Em 2017, cerca de 23 mil emigraram de Portugal para território britânico. São menos 26% do que no ano transato, mas o Reino Unido continua a ser o destino migratório predileto dos portugueses, mesmo com Brexit à vista. +
Cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino, segundo o Relatório de Emigração hoje divulgado. +
Pelo quarto ano consecutivo, o número de portugueses a emigrar está em queda. Segundo os dados publicados no Relatório da Emigração, cerca de 90 mil portugueses foram viver para o estrangeiro em 2017, menos 10 mil do que em 2016. Como principais fatores para a "tendência de descida sustentada", o Observatório da Emigração aponta a "a retoma da economia portuguesa", a "descida do desemprego" e a "revitalização do mercado de trabalho". +
The Emigration Observatory’s report showed that Portuguese emigration reached its peak this century in the year 2013 with 120 thousand people leaving the country — since that year, the number of emigrants has been decreasing, standing now at 90,000 Portuguese nationals emigrating from the country in 2017. +
O diretor do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, defende uma aposta “prioritária” em políticas de imigração, estimando que as saídas de portugueses continuem a manter-se num “patamar elevado” nos próximos anos. E não tem dúvidas: “A Europa não tem futuro sem migrações”. +
No ano passado, emigraram 90 mil portugueses. O número tem vindo a descer desde 2016 e, de acordo com o Relatório da Emigração, hoje apresentado, o abrandamento é justificado pela retoma do crescimento económico em Portugal. +
Cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino, segundo o Relatório de Emigração hoje divulgado. No entanto, são cada vez mais os que vão para Espanha, tendo as idas para o país vizinho aumentado 18,2 por cento em relação a 2016, em contraciclo com a descida na maioria dos destinos da emigração portuguesa. +
O ASIC-CP tem como destinatários portugueses com 65 anos ou mais, com residência legal e efetiva no estrangeiro, “em situação de comprovada carência económico-social não superável pelos mecanismos existentes nos países de acolhimento e cujos familiares não se encontrem obrigados à prestação de alimentos”, recorda-se no relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração. +
O relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração, refere que sobre os motivos de detenção, o tráfico de droga “continua a ser o que apresenta um valor mais expressivo”, com 18 casos, mas ressalva que em 97 casos não foi possível apurar o motivo da detenção. +
Mais de 700 emigrantes idosos carenciados, residentes em 14 países, recebiam, no final de 2017, apoio do Estado português, de acordo com o Relatório da Emigração, hoje divulgado. +
O ano passado foram expulsos/deportados para Portugal 692 portugueses, dos quais, 448 são provenientes de países da Europa e 244 do resto do mundo, dados do relatório da Emigração 2017, apresentado esta manhã. +
Revisão das estatísticas de emigração durante a crise mostra que afinal, entre 2011 e 2014, quase meio milhão de portugueses deixou o país. Remessas atingiram o valor mais alto de sempre no ano passado, mostra o Relatório da Emigração 2017 agora divulgado. Reino Unido continua a ser o principal destino. +
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas anunciou hoje que na próxima quinta-feira irá visitar alguns detidos portugueses na zona de Paris, para ilustrar que também estes cidadãos merecem um acompanhamento especial do Estado. +
No ano passado chegaram ao Luxemburgo 3.355 portugueses, menos 170 que no ano anterior. Este é o quarto ano consecutivo em que o número de chegadas ao Grão-Ducado diminui, constata o Observatório da Emigração, que aponta que é preciso recuar até 2002 para encontrar um valor mais baixo. +
O Relatório da Emigração mostra que no ano passado cerca de 90 mil pessoas saíram do país, menos 10 mil do que em 2016. +

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