FR
Início / Notícias / OEm nos média
OEm nos média
Dia 28 de outubro, a partir das 15h00, irá realizar-se o webinar “Can we de-colonise ‘migration’?”, organizado Observatório da Emigração. Este webinar terá como oradora a Professora Bridget Anderson da University of Bristol, e o Professor Jorge Malheiros, CEG, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, enquanto moderador.
Expectativas de regresso dos portugueses residentes na União Europeia é o nome do estudo apresentado esta sexta-feira, 22 de outubro, durante a Conferência “Regresso de emigrantes portugueses: expectativas e experiências na União Europeia”, promovida pelo Observatório da Emigração. Apresentado por Pedro Candeias, o estudo analisou as expectativas dos portugueses que residem em França, Luxemburgo (onde a emigração portuguesa é mais antiga) e Alemanha, com uma emigração mais recente, oriunda de Portugal. Contribuíram para este estudo respostas de 302 pessoas em França, 167 do Luxemburgo e 139 a residirem na Alemanha.
Emigração para o Reino Unido chegou a representar um terço do total das saídas, mas em 2020 deve ficar pelos 6%. Número total de saídas pode rondar os 50 mil, calcula director do Observatório da Emigração.
“Expectativas de regresso dos portugueses residentes na União Europeia” é o nome do estudo apresentado neste dia 22 durante a Conferência “Regresso de emigrantes portugueses: expectativas e experiências na União Europeia”, promovida pelo Observatório da Emigração.
“Expectativas de regresso dos portugueses residentes na União Europeia” é o nome do estudo apresentado neste dia 22 durante a Conferência “Regresso de emigrantes portugueses: expectativas e experiências na União Europeia”, promovida pelo Observatório da Emigração.
Uma análise promovida pelo Observatório da Emigração apresentada esta sexta-feira concluiu que a família e o clima são as principais razões que motivam o regresso dos emigrantes portugueses de França, Luxemburgo e Alemanha.
A conclusão consta do estudo "Integração dos emigrantes portugueses no mercado de trabalho - Determinantes do processo a partir da análise ao Rendimento Médio Bruto (RMB)", desenvolvido por Mariana Guerra, do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade de Lisboa, e hoje divulgado pelo Observatório da Emigração.
Segundo dados do Office Fédéral de la Statistique, em 2020 entraram na Suíça 7.542 portugueses. Trata-se do sétimo ano consecutivo em que a emigração para a Suíça diminuiu significativamente. +
Os dados do Observatório da Emigração indicam que o volume de saídas foi enorme, semelhante ao dos anos 60 do século passado. +
O «Observatório da Emigração» publicou um trabalho interessante em que se lêem coisas como estas: «Os portugueses na Argentina são a sétima corrente migratória do país até à década de 1950.» +
Em Setembro de 2018, quando o primeiro-ministro português, António Costa, se preparava para visitar Angola, o coordenador do Observatório da Emigração em Portugal recordou a necessidade de se facilitar a circulação de pessoas entre os países lusófonos. +
O coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, esclarece que “quando o Reino Unido estava na União Europeia, muitos portugueses entravam naquele território e não sentiam necessidade de se registar em nenhum serviço do país de destino: era uma situação irregular, mas nada que gerasse uma multa". "Agora, com o ‘Brexit’, haverá certamente milhares de portugueses que estão a querer regularizar a sua situação”, explica. +
De acordo com o artigo “Emigração para o Luxemburgo interrompe crescimento e diminui em 2020”, de Inês Vidigal, publicado no Observatório da Emigração, nesse período foram 22.490 os estrangeiros que entraram no Grão-Ducado. +
O artigo refere que a perda da importância relativa da imigração portuguesa no Luxemburgo tem vindo a acentuar-se, indicando que, entre 2003 e 2020, as entradas de portugueses naquele país passaram de mais de 29% das entradas totais de migrantes estrangeiros para 14%. Os portugueses representam 14,9% da população do Luxemburgo, segundo o Observatório da Emigração. +
De acordo com o artigo “Emigração para o Luxemburgo interrompe crescimento e diminui em 2020”, de Inês Vidigal, publicado no Observatório da Emigração, nesse período foram 22.490 os estrangeiros que entraram no Grão-Ducado. +
Os nove países de expressão oficial portuguesa seriam a décima maior economia do mundo, valendo 1,8 biliões de dólares, ficando abaixo do Canadá e acima da Coreia do Sul, numa lista liderada pelos Estados Unidos da América. +
O colóquio sobre o “Potencial Econômico da Diáspora” é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
A governante falou numa mensagem de vídeo deixada para a abertura do colóquio “Potencial Económico da Diáspora” que decorreu durante a tarde de ontem – online - e foi promovido pela Secretaria com a pasta das comunidades, em parceria com o Observatório da Emigração do ISCTE-IUL e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa. +
O colóquio sobre o "Potencial Económico da Diáspora" é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
O colóquio que decorre virtualmente é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
O colóquio sobre o “Potencial Económico da Diáspora” é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
Suíça foi o país de origem da maioria das remessas, seguido da França. De acordo com o Observatório da Emigração, as remessas de emigrantes, no ano passado, mantiveram-se ainda assim superiores a três mil milhões de euros. +
Cerca de metade das entradas de imigrantes em Portugal são regressos, uma situação que acontece também nos países de Leste, com estes países a apresentarem características comuns nesta matéria, afirmou hoje um responsável do Observatório da Emigração. +
Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração (OE), um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, falava na conferência `online` "A Emigração Portuguesa no Século XXI", organizado pelo OE. +
De acordo com o Observatório da Emigração, os regressos dos imigrantes a Portugal representam, em média, metade ou mais das entradas de estrangeiros no país. +
Cerca de metade das entradas de imigrantes em Portugal são regressos, uma situação que acontece também nos países de Leste, com estes países a apresentarem características comuns nesta matéria, afirmou esta quinta-feira um responsável do Observatório da Emigração. +
Neste relatório, enviado para a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, o Observatório da Emigração e o gabinete do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, refere que "a imagem que os portugueses têm dos seus emigrantes pode explicar a fraca cooperação económica entre os empresários de Portugal e da diáspora". +
ara Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, uma das principais explicações para a liderança da Suíça nas remessas prende-se com o regresso de emigrantes a Portugal, muitos em idade de reforma, e que trazem consigo as suas poupanças. +
Em França há mais de 600 mil emigrantes portugueses, na Suíça são cerca de 214 mil. Para Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, uma das principais explicações para a liderança da Suíça nas remessas prende-se com o regresso de emigrantes a Portugal, muitos em idade de reforma, e que trazem consigo as suas poupanças. +
Pela primeira vez, os emigrantes portugueses na Suíça enviaram mais dinheiro para Portugal do que os que trabalham em França. No total, os portugueses enviaram em 2020 mais de 3.600 milhões de euros. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, apresenta ao jornal “Público” uma explicação para o aumento da Suíça face a França, apesar de a última ter mais emigrantes. “Quando olhamos para os dados da população residente em cada um destes países, temos situações distintas: enquanto em França a população residente se tem mantido razoavelmente estável, na Suíça tem decrescido consecutivamente desde 2017”, o que indica “que não só estão a entrar menos pessoas, como também estão a sair mais”. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, disse ao Público que a geral descida das remessas “está provavelmente ligada aos efeitos da pandemia, visto que o volume de remessas e de migrações estão fortemente ligadas”. “O aumento do desemprego e da inatividade, em consequência dos confinamentos impostos por muitos países, afeta a capacidade e disponibilidade financeira dos emigrantes para enviarem remessas para Portugal”, explicou. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, destaca ao PÚBLICO que a entrada de portugueses “tem vindo a diminuir tanto na Suíça como em França”. “Contudo”, acrescenta, “quando olhamos para os dados da população residente em cada um destes países, temos situações distintas: enquanto em França a população residente se tem mantido razoavelmente estável, na Suíça tem decrescido consecutivamente desde 2017”. +
A população francesa conta com mais de meio milhão de cidadãos com nacionalidade portuguesa, o equivalente a mais de 8% dos estrangeiros no país, segundo o Observatório da Emigração. +
"Os valores provisórios do Observatório da Emigração estimam que em 2019 terão saído do nosso país cerca de 80 mil portugueses, número semelhante ao de 2018", especifica-se no documento. +
As remessas dos emigrantes portugueses baixaram em 2020, pela primeira vez numa década. Continuaram acima dos três mil milhões de euros, mas desceram 1,4%, em relação a 2019. +
168 portugueses inscreveram-se na Segurança Social entre setembro e dezembro de 2020, uma subida face aos 60 registos do trimestre anterior. Aumento acompanhou a tendência de outros Estados-membros. +
A emigração portuguesa para o Reino Unido caiu cerca de 73 por cento, passando de 24.593, em 2019, para 6664, no ano passado. A investigadora do Observatório da Emigração Inês Vidigal explica o que está na origem desta quebra. +
Os estudos indicam que pelo menos um terço dos emigrantes portugueses no Reino Unido tem profissões pouco qualificadas, apesar de o grau de licenciados entre os que imigram ter crescido 87% em dez anos, segundo o Observatório da Emigração. +
Ao Polígrafo, Ana Drago explicou o alcance das suas declarações: “Temos uma emigração histórica para o Reino Unido, que acontece desde que estamos integrados na União Europeia. E houve um aumento de emigração, como todos nós sabemos e o Observatório da Emigração mostra durante a intervenção da ‘troika’ em Portugal. Mas é óbvio que eu não estou a dizer que culpa da variante inglesa é da ’troika’”, garantiu a antiga deputada. +
Já os dados do Observatório da Emigração indicam um aumento em 30% na entrada de portugueses em solo britânico em 2019, comparando com os números de 2018 — um reflexo da emigração de “última hora” antes do “Brexit”. +
Os advogados e as associações de direitos humanos condenaram hoje os números resultantes da política de deportações de migrantes sem documentos do Canadá, em plena pandemia de covid-19, segundo a agência Reuters. +
A jovem de Samora Correia é um dos 165 mil portugueses, de acordo com os dados mais recentes do Observatório da Emigração, que vivem em Inglaterra. +
Até à chegada da pandemia, a aquisição de nacionalidade britânica subia a um ritmo nunca antes visto. Desde que foi votada a saída do Reino Unido da União Europeia, em Junho de 2016, mais de sete mil portugueses tomaram essa iniciativa. Comparando 2019 com 2016, o número triplicou. A chamada de atenção foi feita pelo Observatório da Emigração, uma estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, adianta o Público. +
El último informe del Observatorio de la Emigración, que analiza los datos del flujo migratorio portugués en 2019, indica que 596 portugueses han adquirido la nacionalidad española. Se trata de un aumento del 58,1%, frente a los 377 que habían conseguido el DNI español en 2018. En 2017, esta cifra era de 135. Estos números, desde 2010, han oscilado entre 400 y 600. +
Desde o referendo do Brexit, em junho de 2016, que ditou a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), mais de sete mil portugueses adquiriram nacionalidade britânica, segundo dados do Observatório de Emigração publicados esta terça-feira. +
Inês Vidigal, investigadora do Observatório da Emigração (um centro de investigação do ISCTE), explica ao ECO que há vários fatores a contribuir para este desempenho, mas realça dois: o retorno de emigrantes mais velhos e a maior emigração no início da década por causa da crise das dívidas soberanas e o resgate da troika. +
O Relatório da Emigração, elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, indica que foram expulsos ou deportados para Portugal 655 cidadãos, dos quais 382 provenientes de países da Europa e 273 do resto do mundo. +
O Relatório da Emigração apresentado este ano aponta que em 2019 terão saído de Portugal cerca de 80 mil portugueses. +
O número de portugueses que adquiriu a nacionalidade espanhola subiu 58,1% em 2019, o que poderá ser explicado pelos descendentes de emigrantes na Venezuela que escolheram este destino devido a afinidades, como a língua, segundo o Observatório da Emigração. +

Observatório da Emigração Centro de Investigação e Estudos de Sociologia
Instituto Universitário de Lisboa

Av. das Forças Armadas,
1649-026 Lisboa, Portugal

T. (+351) 210 464 018

F. (+351) 217 940 074

observatorioemigracao@iscte-iul.pt

Parceiros Apoios