FR
Início / Notícias / OEm nos média
OEm nos média
Um inquérito dirigido aos portugueses no estrangeiro vai revelar as suas posições sobre temas como o aumento de deputados eleitos pela emigração ou o voto eletrónico, estando prevista a divulgação das conclusões em junho, mês do Dia de Portugal. Segundo o relatório do Observatório da Emigração, apresentado em 2021, e de acordo com estatísticas das Nações Unidas, em 2019 existiam cerca de 2,6 milhões de portugueses emigrados.
Em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
O número de portugueses que entraram no Luxemburgo aumentou em 2021, após cair em 2020, e atingiu um recorde desde 2013, recuperando uma tendência de crescimento que se verificava desde 2017, revela uma análise hoje divulgada.
Em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
Citando dados do Portal de Estatísticas do Luxemburgo, a análise do Observatório da Emigração indica que em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
Dados do Eurostat citados pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, indicam que 5.998 portugueses entraram em França em 2020, menos 21,5% do que no ano anterior.
Há cinco anos, em maio de 2017, Marcelo Rebelo de Sousa esteve em visita de Estado no Grão-Ducado do Luxemburgo, onde atualmente residem mais de 90 mil portugueses, que representam cerca de 15% da população deste Estado-membro da União Europeia, segundo o Observatório da Emigração. O grão-duque Henrique é chefe de Estado do Luxemburgo desde outubro de 2000.
O Observatório de Emigração registou que o número de emigrantes portugueses não atingiu os seis mil, o que significou uma redução de 21,5% em relação ao ano anterior.
Menos de 6.000 portugueses emigraram para França em 2020, o número mais baixo desde que há registo, segundo uma análise do Observatório da Emigração hoje divulgada.
A quebra pode estar relacionada com a redução generalizada da emigração em 2020, associada à pandemia de covid-19 e às restrições à mobilidade, mas no caso de França a emigração já vinha a cair há alguns anos.
O número de emigrantes portugueses para França, em 2020, foi o mais baixo dos últimos 20 anos, já que outros destinos se tornaram mais atrativos para os portugueses.
Dados do Eurostat citados pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, indicam que 5.998 portugueses entraram em França em 2020, menos 21,5% do que no ano anterior.
Menos de 6.000 portugueses emigraram para França em 2020, o número mais baixo desde que há registo, segundo uma análise do Observatório da Emigração hoje divulgada.
A emigração portuguesa para a Noruega é um fenómeno recente, com um pico em 2013 (815 entradas), na sequência de um crescimento acelerado desde 2010.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projecto emigratório não passa por estas transacções, segundo o Observatório da Emigração.
Foram 408 os portugueses que, em 2021, entraram na Suécia, segundo dados do Statistics Sweden.
As remessas enviadas pelos emigrantes para Portugal no ano passado atingiram um montante de quase 3,7 mil milhões de euros – cerca de 10 milhões de euros por dia –, o valor mais elevado desde que a moeda única europeia entrou em vigor (1 de janeiro de 2002), revelam dados do Banco de Portugal, citados num estudo do Observatório da Emigração.
2021 foi o ano em que Portugal recebeu mais remessas da emigração desde que adotou o euro. A Suíça destaca-se na lista, sendo o principal país de origem do dinheiro das nossas comunidades.
Use as ferramentas de partilha que encontra na página de artigo. Todos os conteúdos do PÚBLICO são protegidos por Direitos de Autor ao abrigo da legislação portuguesa, conforme os Termos e Condições.Os assinantes do jornal PÚBLICO têm direito a oferecer até 6 artigos exclusivos por mês a amigos ou familiares, usando a opção “Oferecer artigo” no topo da página. Apoie o jornalismo de qualidade do PÚBLICO. https://www.publico.pt/2022/02/22/sociedade/noticia/emigracao-desceu-2021-remessas-altas-desde-euro-1996351 Apesar de em 2020 a emigração para o estrangeiro ter diminuído, em grande parte resultado da pandemia e dos efeitos do Brexit, já que o Reino Unido, no ano passado as remessas dos portugueses que vivem na diáspora foram as mais altas desde que foi introduzida a moeda euro, mostram os dados do Banco de Portugal compilados pelo Observatório da Emigração.
De acordo com o Observatório da Emigração, que cita dados da Denmark Statistik, em 2021 entraram na Dinamarca 1.609 portugueses.
Uma pesquisa sobre estes dados revela que se tratam de conclusões de um relatório de 2020 do Observatório da Emigração, com dados relativos a 2019 e com comparação internacional em termos de emigrantes relativa a 2017.
Os portugueses que elegeram a Dinamarca para viver atingiram o valor máximo em 2021, embora este seja um destino pouco escolhido pelos emigrantes de Portugal, segundo dados oficiais.
Os portugueses que elegeram a Dinamarca para viver atingiram o valor máximo em 2021, embora este seja um destino pouco escolhido pelos emigrantes de Portugal, segundo dados oficiais.
A emigração portuguesa para a Dinamarca atingiu um novo máximo em 2021. Cresceu 66,2 por cento em relação ao ano anterior.
De acordo com o Observatório da Emigração, que cita dados da Denmark Statistik, em 2021 entraram na Dinamarca 1609 portugueses.
De 2019 para 2020 registou-se um aumento de 13.6% e de 2020 para 2021 o crescimento foi de 66.2%. Apesar desta evolução, a emigração portuguesa para a Dinamarca continua a representar uma fração muito pequena tanto da imigração neste país (2.2%) como da emigração portuguesa total (cerca de 1%).
Em 2020, cerca de 70% dos emigrantes permanentes (que não pretendem voltar para Portugal) tinham até 34 anos e pouco mais de 50% dos emigrantes temporários tinham a mesma idade, segundo o INE. Apesar do número de emigrantes portugueses nestes dois últimos anos ter sido o mais baixo dos últimos 20 anos, segundo o observatório da emigração do ISCTE.
Segundo os dados, a entrada de portugueses nos EUA atingiu, em 2020, o valor mínimo de toda a série em análise, tendo registado um decréscimo acentuado que, ainda assim, foi inferior ao registado no total de entradas de estrangeiros no país (-27.8% e -31.4%, respetivamente).
O número de emigrantes portugueses para os Estados Unidos em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, segundo o Departamento norte-americano de Segurança Interna, que registou a entrada de 679 nacionais no período em análise.
O número de emigrantes portugueses para os Estados Unidos em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, segundo o Departamento norte-americano de Segurança Interna, que registou a entrada de 679 nacionais no período em análise.
Portugal aparece em sétimo lugar na lista de países com maior número de nascimentos de mães estrangeiras na Alemanha, num estudo que analisou o período entre 1960 e 2020, realizado pelo Observatório da Emigração.
O Relatório da Emigração 2020, apresentado no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, foi elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o Relatório da Emigração 2020 indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020
Segundo o relatório mais recente do Observatório da Emigração, a percentagem de portugueses a pedir nacionalidade luxemburguesa em 2020 representou um aumento pela primeira vez em quatro anos.
O número de emigrantes portugueses em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual contribuiu a covid-19 e o ‘Brexit’, de acordo com o Relatório da Emigração 2020, ontem apresentado em Lisboa.
O número de emigrantes portugueses em 2020 (45 mil) foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual terão contribuído a pandemia e o Brexit.
O número de emigrantes portugueses em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual contribuiu a covid-19 e o Brexit, de acordo com o Relatório da Emigração 2020, apresentado esta terça-feira em Lisboa.
O Relatório da Emigração 2020, apresentado no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, foi elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
O número de emigrantes portugueses em 2020 foi o mais baixo dos últimos 20 anos, um valor para o qual contribuiu a covid-19 e o ‘Brexit’, de acordo com o Relatório da Emigração 2020, apresentado nesta terça-feira em Lisboa.
O Reino Unido deixou de ser o principal destino dos emigrantes portugueses em 2020, mas liderou as aquisições de nacionalidade dos cidadãos nascidos em Portugal, tendo contribuído o ‘Brexit’, segundo o Observatório da Emigração.
O Relatório da Emigração foi apresentado ontem no Ministério dos Negócios Estrangeiros, e contou com as intervenções da Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. As linhas gerais foram apresentadas pelo coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires.
Em 2020 saíram de Portugal 45 mil cidadãos - cerca de metade do que se verificou em 2019. A pandemia e as restrições com o Brexit estão na origem destes dados do relatório da emigração portuguesa em 2020.
O Relatório da Emigração tem por base informação disponibilizada pela rede externa do Ministério dos Negócios Estrangeiros, pela Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e por outras fontes públicas e privadas, nacionais e internacionais, sendo esses elementos trabalhados pelo Observatório da Emigração.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, o relatório indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020.
O Relatório da Emigração 2020, apresentado esta terça-feira no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, foi elaborado pelo Observatório da Emigração.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o relatório indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020.
Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o relatório indica que, de 80 mil saídas em 2019, esse número baixou para 45 mil em 2020.

Observatório da Emigração Centro de Investigação e Estudos de Sociologia
Instituto Universitário de Lisboa

Av. das Forças Armadas,
1649-026 Lisboa, Portugal

T. (+351) 210 464 322

F. (+351) 217 940 074

observatorioemigracao@iscte-iul.pt

Parceiros Apoios