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OEm nos média
s dados do Relatório Estatístico de 2017 do Observatório da Emigração revelam que entre 2011 e 2015 o Reino Unido foi o país de eleição dos emigrantes portugueses: mais de 129 mil viajaram para terras de Sua Majestade. A França surge logo depois, mas não existem ainda dados disponíveis para 2015. +
Na véspera do início da visita de dois dias do primeiro-ministro português, António Costa, a Angola o coordenador do Observatório da Emigração em Portugal recorda a necessidade de se facilitar a circulação de pessoas entre os países lusófonos. +
De acordo com o último relatório do observatório da emigração teriam entrado em Angola, em 2016, 3.908 portugueses, segundo dados do consolado de Lisboa e Porto. +
A emigração para a Suíça registou em 2017, pelo quarto ano consecutivo, uma quebra e o número de portugueses entrados naquele país foi o mais baixo desde há 15 anos, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Observatório da Emigração. +
A emigração para a Suíça registou em 2017, pelo quarto ano consecutivo, uma quebra e o número de portugueses entrados naquele país foi o mais baixo desde há 15 anos, segundo dados compilados hoje pelo Observatório da Emigração. +
O coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, tem visto noutros países iniciativas semelhantes a esta que deverá integrar a proposta de Orçamento do Estado para 2019. “São medidas que têm uma característica: se tiverem pouco efeito, não têm custos; os custos dependem do resultado.” +
Para estimular o regresso dos emigrantes, António Costa propôs na Festa de Verão do PS em Caminha, no fim-de-semana passado, o corte de 50% do IRS a emigrantes que voltem a residir no país, abrangendo jovens e não-jovens, qualificados ou não, que tenham saído de Portugal entre 2010 e 2015 e queiram regressar entre 2019 e 2020. Costa sugere ainda na proposta que os emigrantes usufruam desta redução de metade do IRS durante três a cinco anos e que possam deduzir as despesas de reinstalação nos impostos. +
Portugal considera que existem 169 mil Portugueses em Macau, enquanto o Governo da RAEM apenas ‘aceita’ 9 mil. Em qualquer dos casos, os números têm vindo a aumentar e estão a bater recordes. +
O Observatório da Emigração indica que cerca de 2,3 milhões de portugueses estão no exterior, números a que podemos acrescentar os lusodescendentes, muitos com forte ligação às origens. +
Foram 248 os portugueses que, em 2016, entraram no Japão, segundo dados da OCDE. +
A emigração portuguesa para o Canadá tem vindo a registar um declínio nos últimos anos, sendo atualmente muito reduzida, envolvendo um número de entradas de 1.000 pessoas por ano, revela o Observatório da Emigração. +
No dia seguinte ao debate parlamentar desta sexta-feira, o PÚBLICO pediu a oito portugueses para falarem sobre o Estado da Nação para lá das portas de São Bento. +
As entradas em território holandês aumentaram pelo segundo ano consecutivo, superando as duas mil pessoas em 2017. É um dos poucos países de destino, a par com Espanha, em que a emigração cresceu nos anos mais recentes. +
Espanha é, dos principais países de emigração portuguesa, um dos poucos onde a entrada de portugueses tem aumentado continuadamente a partir de 2013, registando-se em 2017 o maior crescimento deste período: +18.2%.
De acordo com o Statistisches Bundesamt Deutschland, o valor das entradas de portugueses na Alemanha, em 2017, está inflacionado, e o crescimento registado entre 2016 e 2017 não é real. Segundo informações avançadas por aquele organismo, citadas pelo Observatório da Emigração, isto deve-se a «problemas de registo nos anos de 2015 e 2016». +
Segundo dados da Statistics Iceland, fornecidos pelo Observatório da Emigração, foram 270 os portugueses que, em 2017, entraram na Islândia. +
Em 2017, 270 portugueses entraram na Islândia, segundo os dados da Statistics Iceland, representando 2,3% da imigração naquele ano. +
A exemplo da Alemanha, também a Áustria registou um aumento na emigração. Chegaram em 2017 um total de 618 portugueses, enquanto que em 2016 tinham emigrado 561. Entre as dez comunidades de que são conhecidos dados estatísticos, houve em 2017 um acréscimo na Islândia (mais 50, atingindo os 270 nacionais) e na Suécia (chegaram 390 em 2017, depois de 380 em 2016), revela o Observatório da Emigração. +
O JN Comunidades é o novo espaço do Jornal de Notícias online dedicado aos portugueses que vivem fora do país. +
De acordo com os dados que são disponibilizados pelo Observatório da Emigração, o "saldo migratório", que faz o balanço entre as saídas e entradas permanentes em Portugal de cidadãos nacionais, concluímos que 147 mil trabalhadores portugueses se deslocaram definitivamente para o exterior, entre 2011 e 2016. Recordo, ainda, que vários estudos apontavam para a vontade de pelo menos 70% dos jovens emigrantes portugueses regressarem ao país. +
Segundo os dados do Portail des Statistiques du Luxembourg, avançados pelo Observatório da Emigração, em 2017 entraram naquele país 3,342 portugueses. O instituto de estatística luxemburguês contabilizou um total de 24,379 entradas de estrangeiros no território, representando os portugueses 13.7% desse total. +
O Eurostat contabilizou um total de 300,823 entradas de estrangeiros em Itália, tendo os portugueses representado 0,2% desse total, refere o Observatório da Emigração. +
A emigração justifica parte desta disparidade de números e os dados das Nações Unidas e do Observatório da Emigração comprovam-no. É que, apesar das saídas do país terem dado sinal de diminuir entre 2015 e 2017, continuam a abandonar o território nacional, em média, 100 mil portugueses por ano. Portugal continua a ocupar as posições cimeiras da lista de países europeus com maior taxa de emigração. 2,2 milhões de portugueses vivem e trabalham fora do país. +
Em 2017 entraram no Reino Unido 22.622 portugueses, o que representa menos 26% do que em 2016, revela o Observatório da Emigração. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Paula Semedo, na RDP internacional, foram abordadas diversas questões referentes aos emigrantes portugueses e ao trabalho que o Observatório da Emigração tem desenvolvido recentemente. +
Brexit poderá explicar diminuição de saídas para Reino Unido, segundo o Observatório da Emigração. +
A entrada de portugueses em território britânico baixou 26% em 2017, a segunda descida consecutiva. Os especialistas em emigração explicam este movimento "sobretudo pelos receios induzidos" pela saída da União Europeia. +
Nos anos duros da crise, a emigração foi a escapatória para milhares de trabalhadores portugueses. Mas também aqui as desigualdades foram vincadas: os mais qualificados puderam arriscar novos destinos e valorizar currículos em relativa segurança, os outros ficaram circunscritos aos tradicionais destinos da emigração portuguesa. +
Há um maior número de inscritos nos consulados portugueses nos Estados Unidos da América (EUA). Os dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros, referentes a 2016, indicam um total de 315 mil portugueses registados, mais 121 mil face aos 194 mil registos de 2015. Uma variação que traduz um salto de 62%. +
Pela primeira vez em quase dez anos, a emigração lusa para os Estados Unidos ultrapassou as mil entradas. Ainda assim, a maior economia do mundo foi o destino de apenas 1% dos cerca de 100 mil que emigraram em 2016. +
Em 2016, a entrada de emigrantes portugueses nos Estados Unidos aumentou 17%, o que significa que voltou a superar, pela primeira vez desde 2007, as mil entradas, revela o Observatório da Emigração. +
Nos dados disponíveis do relatório de emigração de 2016 por exemplo, foram realizados mais de 1 milhão e 900 mil actos consulares, mais de 600 permanências consulares em 24 países, mais de 40 mil atendimentos, tendo sido emitidos mais de 200 mil vistos. +
Desde 1990 que o fluxo migratório de portugueses para o pequeno país dos Pirinéus tem sofrido quebras. Números do Observatório da Emigração referem que, em 2004, mais de dois mil emigrantes portugueses fixaram-se em Andorra. Em 2008, verificou-se a maior quebra (-54%) comparativamente ao ano anterior e apenas 301 portugueses emigraram para Andorra em 2016. +
Segundo Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, a razão da descida da emigração portuguesa está altamente relacionada com o aumento do emprego. +
“Neste início de ano, importa pensar o emprego em Portugal e os seus desafios. A verdade é que vivemos uma realidade social inquietante: de acordo com o INE, nos últimos sete anos Portugal vem perdendo população. Isto não só porque a sociedade portuguesa está envelhecida mas também porque uma parte significativa da população em idade activa emigra. E segundo os dados do Observatório da Emigração, só em 2016 emigraram cem mil portugueses.” +
Apresentação e discussão do Relatório da Emigração Portuguesa 2017 elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), pelo Professor e Coordenador Científico do OEm, Rui Pena Pires, e pelo Professor e Investigador, Jorge Malheiros. +
O Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração, revela que a emigração atingiu o valor máximo deste século em 2013, com cerca de 120 mil saídas, e, desde então, este número tem vindo a diminuir. +
Os dados do Relatório da Emigração, lançado nesta quinta-feira, confirmam o que o PÚBLICO já antecipara na semana passada: foram 100 mil os portugueses que emigraram em 2016, menos 10 mil que no ano anterior, acentuando a tendência de descida da emigração que se verifica desde 2013. +
Na apresentação do Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), verificou-se que 22% dos portugueses residem no estrangeiro e que o número de saídas, de 110 mil pessoas todos os anos, só tem comparação com a década de 1960. +
Um total de 183 portugueses foram detidos no exterior em 2016, tendo permanecido 149 presos, 30 foram libertados e quatro obtiveram liberdade condicional, refere o Relatório da Emigração lançado nesta quinta-feira em Lisboa. +
Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas afirma que o crescimento económico ainda não é o suficiente para convencer os muitos jovens qualificados que saíram a voltar ao país. +
Ao lado do Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, o Primeiro Ministro reagiu aos dados lançados pelo Observatório da Emigração sobre o declínio no número de emigrantes. +
Na sequência da apresentação do estudo do Observatório da Emigração sobre os regressos de emigrantes portugueses na década de 2001 a 2011, foi realizada uma entrevista ao Professor e Investigador, que conduziu o estudo, João Peixoto. +
Na sequência do seminário sobre emigração e imigração em Portugal, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-ULisboa), onde foi lançado o relatório “International Migration Outlook 2017” da OCDE, o coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, avançou que as estimativas de saídas de emigrantes portugueses em 2016 ronde os 100 mil. +
No início deste mês, o Observatório da Emigração, que tem como um das suas principais missões recolher, harmonizar e analisar informação sobre a evolução e as características da emigração portuguesa e das populações portuguesas emigradas, anunciou que no ano de 2016 entraram 845 portugueses no Canadá, mais 3% do que no ano anterior. +
Foram 6.638 os portugueses que, em 2015, entraram em Espanha, segundo os dados do Instituto Nacional de Estadística. Emigração que voltou a aumentar em 2016, quando se registou a entrada de 7.646 no país vizinho. +
Dados de 17 países dão conta que o Reino Unido mantém-se como o destino preferido dos portugueses. +
O saldo das remessas o resultado de uma emigração elevada e de uma imigração muito menor, diz Rui Pena Pires, mas agora a saída de portugueses foi estancada.
O número de portugueses a emigrar para Angola aumentou 32 por cento em 2015, comparativamente a 2014. Os dados são do último Relatório de Emigração, divulgado pelo Governo português na passada quinta-feira.
O peso da emigração portuguesa no mundo é sete vezes superior à da população. O Reino Unido continua primeira escolha dos últimos anos.

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