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OEm nos média
Desde 1990 que o fluxo migratório de portugueses para o pequeno país dos Pirinéus tem sofrido quebras. Números do Observatório da Emigração referem que, em 2004, mais de dois mil emigrantes portugueses fixaram-se em Andorra. Em 2008, verificou-se a maior quebra (-54%) comparativamente ao ano anterior e apenas 301 portugueses emigraram para Andorra em 2016. +
Segundo Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, a razão da descida da emigração portuguesa está altamente relacionada com o aumento do emprego. +
Apresentação e discussão do Relatório da Emigração Portuguesa 2017 elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), pelo Professor e Coordenador Científico do OEm, Rui Pena Pires, e pelo Professor e Investigador, Jorge Malheiros. +
O Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração, revela que a emigração atingiu o valor máximo deste século em 2013, com cerca de 120 mil saídas, e, desde então, este número tem vindo a diminuir. +
Os dados do Relatório da Emigração, lançado nesta quinta-feira, confirmam o que o PÚBLICO já antecipara na semana passada: foram 100 mil os portugueses que emigraram em 2016, menos 10 mil que no ano anterior, acentuando a tendência de descida da emigração que se verifica desde 2013. +
Na apresentação do Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), verificou-se que 22% dos portugueses residem no estrangeiro e que o número de saídas, de 110 mil pessoas todos os anos, só tem comparação com a década de 1960. +
Um total de 183 portugueses foram detidos no exterior em 2016, tendo permanecido 149 presos, 30 foram libertados e quatro obtiveram liberdade condicional, refere o Relatório da Emigração lançado nesta quinta-feira em Lisboa. +
Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas afirma que o crescimento económico ainda não é o suficiente para convencer os muitos jovens qualificados que saíram a voltar ao país. +
Ao lado do Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, o Primeiro Ministro reagiu aos dados lançados pelo Observatório da Emigração sobre o declínio no número de emigrantes. +
Na sequência da apresentação do estudo do Observatório da Emigração sobre os regressos de emigrantes portugueses na década de 2001 a 2011, foi realizada uma entrevista ao Professor e Investigador, que conduziu o estudo, João Peixoto. +
Na sequência do seminário sobre emigração e imigração em Portugal, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-ULisboa), onde foi lançado o relatório “International Migration Outlook 2017” da OCDE, o coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, avançou que as estimativas de saídas de emigrantes portugueses em 2016 ronde os 100 mil. +
No início deste mês, o Observatório da Emigração, que tem como um das suas principais missões recolher, harmonizar e analisar informação sobre a evolução e as características da emigração portuguesa e das populações portuguesas emigradas, anunciou que no ano de 2016 entraram 845 portugueses no Canadá, mais 3% do que no ano anterior. +
Foram 6.638 os portugueses que, em 2015, entraram em Espanha, segundo os dados do Instituto Nacional de Estadística. Emigração que voltou a aumentar em 2016, quando se registou a entrada de 7.646 no país vizinho. +
Dados de 17 países dão conta que o Reino Unido mantém-se como o destino preferido dos portugueses. +
O saldo das remessas o resultado de uma emigração elevada e de uma imigração muito menor, diz Rui Pena Pires, mas agora a saída de portugueses foi estancada.
O número de portugueses a emigrar para Angola aumentou 32 por cento em 2015, comparativamente a 2014. Os dados são do último Relatório de Emigração, divulgado pelo Governo português na passada quinta-feira.
O peso da emigração portuguesa no mundo é sete vezes superior à da população. O Reino Unido continua primeira escolha dos últimos anos.
Mais de 110 mil portugueses saíram do país em 2015. Reaberta a porta de emigração, o fluxo de partidas não parece pronto a estancar. O Reino Unido é o principal destino e, segundo o último Relatório da Emigração, não há margem para dúvidas: este é um país de “repulsão”
Com a crise, o número de emigrantes aumentou muito a partir de 2010. O nível das 110 mil saídas mantém-se desde 2013, apesar de a economia estar a crescer há dois anos.
Augusto Santos Silva afirmou que Portugal tem "verdadeiramente um problema demográfico" e comentou que "é fácil notar" o efeito da crise económica no aumento da emigração portuguesa.
Cerca de 110 mil portugueses emigraram em 2015.
Queda dos preços do petróleo não abranda chegadas a antiga colónia.
Portugueses no Reino Unido não têm razões para estar preocupados. Hospitais querem que eles fiquem no pais.
Dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que entre 2011 e 2015 saíram, em média, quase 120 mil pessoas por ano.
No ano passado o Statec contabilizou a chegada de 3.525 portugueses ao Luxemburgo. É preciso recuar até 2002 para encontrar um valor mais baixo.
A entrada de portugueses no território recuou 19% no ano passado e quase metade dos 12.325 registos "escondem" a transformação de autorizações provisórias em permanentes.
No ano passado, entraram 947 os portugueses na Dinamarca e 145 na Região Autónoma de Macau, China.
“Perceções sobre a Emigração Portuguesa” é o tema do debate que vai decorrer, em Viana do Castelo, na sexta-feira, às 15:OO, na Sala Couto Viana da biblioteca municipal da cidade.
Há 40 anos, meio milhão de pessoas chegou a Portugal num ano. Um cenário de retorno de portugueses em grande número, em poucos meses, é pouco provável, mas não é de excluir. Estaria o país preparado para o enfrentar se ocorresse hoje?
Dados do instituto de estatísticas alemão revelam terem entrado naquele país, 6.195 portugueses em 2015
Mais de 6.600 portugueses entraram em Espanha no ano passado, cerca de 1,5% do total de entradas de estrangeiros no país vizinho. Espanha é já o quinto país para onde mais portugueses emigram. Mas permanece a incógnita: é um novo fluxo de emigração mais qualificada ou a retoma da procura de mão-de-obra pouco qualificada?
O número de emigrantes portugueses aumentou em 2015. Os dados provisórios do Observatório da Emigração revelam que mais de 57 mil pessoas saíram do país no ano passado. O Reino Unido continua a ser o principal destino dos portugueses.
O coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, não acredita num aumento da emigração, mas numa tendência para a estagnação em 2015.
Foram mais de 57.300 os portugueses que, durante o ano passado, procuraram no estrangeiro melhores condições de vida.
O Observatório da Emigração avança que os portugueses representam 0,1% do total de 1.016.518 entradas de estrangeiros nos EUA, em 2014.
Nem o fantasma do Brexit assustou os portugueses que, em 2015, decidiram emigrar. Dados do Observatório da Emigração contabilizam mais 30 mil emigrantes nacionais em Londres.
Estabilidade laboral e salários são os principais factores que levam os portugueses a procurar o Reino Unido.
O novo sítio na Internet do Observatório da Emigração (OEm), lançado hoje em Lisboa, tem mais dados sobre a diáspora portuguesa, mais bem organizados e mais acessíveis aos utilizadores, anunciou hoje o coordenador científico da instituição. +
Números de saídas e entradas no País, os destinos mais desejados, as qualificações dos que deixam Portugal, causas e consequências destes fluxos são apenas alguns pontos em discussão, esta tarde, no seminário A Emigração Portuguesa no século XXI
O coordenador científico do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, admitiu no parlamento que a emigração nacional, que em 2014 estabilizou com a saída de 110 mil portugueses, deverá "manter-se alta", mesmo depois de ultrapassada a crise.
Portugal é um país de emigrantes sem capacidade para os seduzir nem para atrair estrangeiros. Rui Pena Pires que participou na conferência "Regresso ao futuro: a nova emigração e a relação com a sociedade portuguesa", que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian, disse que a emigração não é um tema do passado.
O Observatório da Emigração estima que a saída de portugueses do país em 2013 e 2014 tenha estabilizado, em alta, nos 110 mil por ano e que em 2015 comece a descer.
Observatório da Emigração dá a conhecer pela primeira vez a tendência de 2014. Os valores constam de um relatório entregue ao Governo em Julho, para ser publicado antes das férias parlamentares, como no ano passado. Mas tal não aconteceu.

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