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OEm nos média
De acordo com o expresso no Relatório da Emigração 2017 agora divulgado, a emigração portuguesa continua numa tendência de descida sustentada que estará fortemente correlacionada com a retoma da economia portuguesa, sobretudo no plano da criação de emprego, a descida do desemprego e consequente revitalização do mercado de trabalho. Esta tendência, segundo o documento elaborado pelo Observatório da Emigração, explica-se ainda pela redução da atração de países de destino como o Reino Unido, devido ao efeito Brexit, e Angola, devido à crise económica desencadeada com a desvalorização dos preços do petróleo. +
A mensagem de Natal do primeiro-ministro, também foi o tiro de partida do PS para as campanhas eleitorais de 2019. António Costa disse que não se ilude com os números. Vai-nos iludindo (enganando) despejando milhões de euros na banca… Afinal, há dinheiro! Esperávamos soluções, ouvimos intenções. Foi poucochinho. Falou da necessidade de cativar os jovens, os mais instruídos de que há memória, em cá permanecer. Porém o Observatório da Emigração revela que têm emigrado 90.000 pessoas/ano. +
O Banco de Portugal divulgou que as remessas dos emigrantes portugueses passaram para 302,5 milhões em outubro deste ano, o que revela uma subida de 9,64%. +
Se há cinco anos, enquanto preparava as malas para partir para Inglaterra, António soubesse que o país para onde emigraria estava prestes a dar início ao polémico acordo do Brexit, garante que provavelmente não teria embarcado. Contudo, Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido, já marcou data e até hora: às 23:00 do dia 29 de março de 2019, o país deixará oficialmente de fazer parte da União Europeia. Deixam-se mais de 45 anos de história conjunta para trás e o futuro de muitos portugueses como incerto. Em 2017, cerca de 23 mil emigraram de Portugal para território britânico. São menos 26% do que no ano transato, mas o Reino Unido continua a ser o destino migratório predileto dos portugueses, mesmo com Brexit à vista. +
Cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino, segundo o Relatório de Emigração hoje divulgado. +
Pelo quarto ano consecutivo, o número de portugueses a emigrar está em queda. Segundo os dados publicados no Relatório da Emigração, cerca de 90 mil portugueses foram viver para o estrangeiro em 2017, menos 10 mil do que em 2016. Como principais fatores para a "tendência de descida sustentada", o Observatório da Emigração aponta a "a retoma da economia portuguesa", a "descida do desemprego" e a "revitalização do mercado de trabalho". +
O diretor do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, defende uma aposta “prioritária” em políticas de imigração, estimando que as saídas de portugueses continuem a manter-se num “patamar elevado” nos próximos anos. E não tem dúvidas: “A Europa não tem futuro sem migrações”. +
No ano passado, emigraram 90 mil portugueses. O número tem vindo a descer desde 2016 e, de acordo com o Relatório da Emigração, hoje apresentado, o abrandamento é justificado pela retoma do crescimento económico em Portugal. +
Cerca de 90 mil portugueses emigraram em 2017, menos 10 mil do que em 2016, com o Reino Unido a manter-se o principal destino, segundo o Relatório de Emigração hoje divulgado. No entanto, são cada vez mais os que vão para Espanha, tendo as idas para o país vizinho aumentado 18,2 por cento em relação a 2016, em contraciclo com a descida na maioria dos destinos da emigração portuguesa. +
O ASIC-CP tem como destinatários portugueses com 65 anos ou mais, com residência legal e efetiva no estrangeiro, “em situação de comprovada carência económico-social não superável pelos mecanismos existentes nos países de acolhimento e cujos familiares não se encontrem obrigados à prestação de alimentos”, recorda-se no relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração. +
O relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração, refere que sobre os motivos de detenção, o tráfico de droga “continua a ser o que apresenta um valor mais expressivo”, com 18 casos, mas ressalva que em 97 casos não foi possível apurar o motivo da detenção. +
Mais de 700 emigrantes idosos carenciados, residentes em 14 países, recebiam, no final de 2017, apoio do Estado português, de acordo com o Relatório da Emigração, hoje divulgado. +
O ano passado foram expulsos/deportados para Portugal 692 portugueses, dos quais, 448 são provenientes de países da Europa e 244 do resto do mundo, dados do relatório da Emigração 2017, apresentado esta manhã. +
Revisão das estatísticas de emigração durante a crise mostra que afinal, entre 2011 e 2014, quase meio milhão de portugueses deixou o país. Remessas atingiram o valor mais alto de sempre no ano passado, mostra o Relatório da Emigração 2017 agora divulgado. Reino Unido continua a ser o principal destino. +
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas anunciou hoje que na próxima quinta-feira irá visitar alguns detidos portugueses na zona de Paris, para ilustrar que também estes cidadãos merecem um acompanhamento especial do Estado. +
No ano passado chegaram ao Luxemburgo 3.355 portugueses, menos 170 que no ano anterior. Este é o quarto ano consecutivo em que o número de chegadas ao Grão-Ducado diminui, constata o Observatório da Emigração, que aponta que é preciso recuar até 2002 para encontrar um valor mais baixo. +
O Relatório da Emigração mostra que no ano passado cerca de 90 mil pessoas saíram do país, menos 10 mil do que em 2016. +
Segundo o relatório da emigração divulgado hoje pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, os portugueses estão a emigrar menos desde 2013. Em 2017, os lusos foram a segunda nacionalidade mais representada no Luxemburgo entre os novos emigrantes. +
O número de portugueses detidos no estrangeiro em 2017 diminuiu para 168, contra 183 no ano anterior, totalizando 1.942 cidadãos nacionais presos em todo o mundo, de acordo com o Relatório da Emigração. +
O ministro dos Negócios Estrangeiros disse hoje que o caso da emigração portuguesa é “a prova empírica e concreta” de que é possível uma plena integração nas sociedades, ao contrário dos argumentos da extrema-direita. +
Esta tendência, segundo o relatório, elaborado pelo Observatório da Emigração, explica-se ainda pela “redução da atração de países de destino como o Reino Unido, devido ao efeito ‘Brexit’, e Angola, devido à crise económica desencadeada com a desvalorização dos preços do petróleo”. +
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, inicia no sábado uma visita de quatro dias à Alemanha, durante a qual vai inaugurar as novas instalações consulares em Hamburgo e Frankfurt, anunciou o Governo. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram abordadas diversas questões referentes aos emigrantes portugueses e ao trabalho que o Observatório da Emigração tem desenvolvido recentemente. +
De acordo com o Observatório da Emigração, em 2017, a emigração portuguesa para os EUA registou um decréscimo de 7%, voltando a valores abaixo das 1,000 entradas por ano, uma inversão em relação ao que se tinha verificado em 2016 (aumento de 17% e entradas superiores a mil). +
Segundo o Observatório da Emigração, estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), no ano passado foram 785 os portugueses que entraram no Canadá.
De acordo com o Observatório da Emigração, desde 2000, o número de entradas de portugueses no Canadá tem oscilado com frequência, embora predomine uma tendência para a sua subida. Durante o período em análise, o valor mais baixo de entradas registou-se em 2003, quando apenas 329 portugueses emigraram para o Canadá. O mais alto ocorreu em 2016, com 845 entradas em território canadiano. +
Ainda este fim de semana, o Observatório da Emigração lançou o alerta: Portugal precisa desesperadamente de imigrantes para combater a falta de mão-de-obra e, por isso, precisa de facilitar a entrada de estrangeiros. +
O coordenador do Observatório da Emigração defendeu este sábado que Portugal “precisa desesperadamente” de imigrantes e, para resolver o problema de falta de mão de obra, deve facilitar a entrada de estrangeiros e fazer campanhas de recrutamento no exterior. +
De acordo com o Observatório da Emigração, este número representa um decréscimo de 24% quando comparado com o das entradas no ano anterior. Depois de um máximo de 6,715 entradas em território angolano em 2015, o número de emigrantes portugueses para Angola tem vindo a diminuir significativamente: -42% em 2016 e -24% em 2017. +
Segundo os dados para 2017 do Observatório da Emigração, estimam-se em cerca de 2,266 milhões o número total de emigrantes portugueses, pelo que o universo é bastante abrangente, podendo este regime, caso surta o efeito pretendido, contribuir para colmatar a escassez de talento sentida em alguns setores de atividade empresarial, para além da arrecadação de receita fiscal. +
s dados do Relatório Estatístico de 2017 do Observatório da Emigração revelam que entre 2011 e 2015 o Reino Unido foi o país de eleição dos emigrantes portugueses: mais de 129 mil viajaram para terras de Sua Majestade. A França surge logo depois, mas não existem ainda dados disponíveis para 2015. +
Na véspera do início da visita de dois dias do primeiro-ministro português, António Costa, a Angola o coordenador do Observatório da Emigração em Portugal recorda a necessidade de se facilitar a circulação de pessoas entre os países lusófonos. +
De acordo com o último relatório do observatório da emigração teriam entrado em Angola, em 2016, 3.908 portugueses, segundo dados do consolado de Lisboa e Porto. +
A emigração para a Suíça registou em 2017, pelo quarto ano consecutivo, uma quebra e o número de portugueses entrados naquele país foi o mais baixo desde há 15 anos, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Observatório da Emigração. +
A emigração para a Suíça registou em 2017, pelo quarto ano consecutivo, uma quebra e o número de portugueses entrados naquele país foi o mais baixo desde há 15 anos, segundo dados compilados hoje pelo Observatório da Emigração. +
O coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, tem visto noutros países iniciativas semelhantes a esta que deverá integrar a proposta de Orçamento do Estado para 2019. “São medidas que têm uma característica: se tiverem pouco efeito, não têm custos; os custos dependem do resultado.” +
Para estimular o regresso dos emigrantes, António Costa propôs na Festa de Verão do PS em Caminha, no fim-de-semana passado, o corte de 50% do IRS a emigrantes que voltem a residir no país, abrangendo jovens e não-jovens, qualificados ou não, que tenham saído de Portugal entre 2010 e 2015 e queiram regressar entre 2019 e 2020. Costa sugere ainda na proposta que os emigrantes usufruam desta redução de metade do IRS durante três a cinco anos e que possam deduzir as despesas de reinstalação nos impostos. +
Portugal considera que existem 169 mil Portugueses em Macau, enquanto o Governo da RAEM apenas ‘aceita’ 9 mil. Em qualquer dos casos, os números têm vindo a aumentar e estão a bater recordes. +
O Observatório da Emigração indica que cerca de 2,3 milhões de portugueses estão no exterior, números a que podemos acrescentar os lusodescendentes, muitos com forte ligação às origens. +
Foram 248 os portugueses que, em 2016, entraram no Japão, segundo dados da OCDE. +
A emigração portuguesa para o Canadá tem vindo a registar um declínio nos últimos anos, sendo atualmente muito reduzida, envolvendo um número de entradas de 1.000 pessoas por ano, revela o Observatório da Emigração. +
No dia seguinte ao debate parlamentar desta sexta-feira, o PÚBLICO pediu a oito portugueses para falarem sobre o Estado da Nação para lá das portas de São Bento. +
As entradas em território holandês aumentaram pelo segundo ano consecutivo, superando as duas mil pessoas em 2017. É um dos poucos países de destino, a par com Espanha, em que a emigração cresceu nos anos mais recentes. +
Espanha é, dos principais países de emigração portuguesa, um dos poucos onde a entrada de portugueses tem aumentado continuadamente a partir de 2013, registando-se em 2017 o maior crescimento deste período: +18.2%.
De acordo com o Statistisches Bundesamt Deutschland, o valor das entradas de portugueses na Alemanha, em 2017, está inflacionado, e o crescimento registado entre 2016 e 2017 não é real. Segundo informações avançadas por aquele organismo, citadas pelo Observatório da Emigração, isto deve-se a «problemas de registo nos anos de 2015 e 2016». +
Segundo dados da Statistics Iceland, fornecidos pelo Observatório da Emigração, foram 270 os portugueses que, em 2017, entraram na Islândia. +
Em 2017, 270 portugueses entraram na Islândia, segundo os dados da Statistics Iceland, representando 2,3% da imigração naquele ano. +
A exemplo da Alemanha, também a Áustria registou um aumento na emigração. Chegaram em 2017 um total de 618 portugueses, enquanto que em 2016 tinham emigrado 561. Entre as dez comunidades de que são conhecidos dados estatísticos, houve em 2017 um acréscimo na Islândia (mais 50, atingindo os 270 nacionais) e na Suécia (chegaram 390 em 2017, depois de 380 em 2016), revela o Observatório da Emigração. +
O JN Comunidades é o novo espaço do Jornal de Notícias online dedicado aos portugueses que vivem fora do país. +
De acordo com os dados que são disponibilizados pelo Observatório da Emigração, o "saldo migratório", que faz o balanço entre as saídas e entradas permanentes em Portugal de cidadãos nacionais, concluímos que 147 mil trabalhadores portugueses se deslocaram definitivamente para o exterior, entre 2011 e 2016. Recordo, ainda, que vários estudos apontavam para a vontade de pelo menos 70% dos jovens emigrantes portugueses regressarem ao país. +

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