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OEm nos média
A governante falou numa mensagem de vídeo deixada para a abertura do colóquio “Potencial Económico da Diáspora” que decorreu durante a tarde de ontem – online - e foi promovido pela Secretaria com a pasta das comunidades, em parceria com o Observatório da Emigração do ISCTE-IUL e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa. +
O colóquio sobre o "Potencial Económico da Diáspora" é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
O colóquio que decorre virtualmente é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
O colóquio sobre o “Potencial Económico da Diáspora” é promovido pelo gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros (SECP-MNE), em parceria com o Observatório da Emigração (ISCTE-IUL) e o Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa (CRCPE). +
Suíça foi o país de origem da maioria das remessas, seguido da França. De acordo com o Observatório da Emigração, as remessas de emigrantes, no ano passado, mantiveram-se ainda assim superiores a três mil milhões de euros. +
Cerca de metade das entradas de imigrantes em Portugal são regressos, uma situação que acontece também nos países de Leste, com estes países a apresentarem características comuns nesta matéria, afirmou hoje um responsável do Observatório da Emigração. +
Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração (OE), um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, falava na conferência `online` "A Emigração Portuguesa no Século XXI", organizado pelo OE. +
De acordo com o Observatório da Emigração, os regressos dos imigrantes a Portugal representam, em média, metade ou mais das entradas de estrangeiros no país. +
Cerca de metade das entradas de imigrantes em Portugal são regressos, uma situação que acontece também nos países de Leste, com estes países a apresentarem características comuns nesta matéria, afirmou esta quinta-feira um responsável do Observatório da Emigração. +
Neste relatório, enviado para a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, o Observatório da Emigração e o gabinete do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, refere que "a imagem que os portugueses têm dos seus emigrantes pode explicar a fraca cooperação económica entre os empresários de Portugal e da diáspora". +
ara Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, uma das principais explicações para a liderança da Suíça nas remessas prende-se com o regresso de emigrantes a Portugal, muitos em idade de reforma, e que trazem consigo as suas poupanças. +
Em França há mais de 600 mil emigrantes portugueses, na Suíça são cerca de 214 mil. Para Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, uma das principais explicações para a liderança da Suíça nas remessas prende-se com o regresso de emigrantes a Portugal, muitos em idade de reforma, e que trazem consigo as suas poupanças. +
Pela primeira vez, os emigrantes portugueses na Suíça enviaram mais dinheiro para Portugal do que os que trabalham em França. No total, os portugueses enviaram em 2020 mais de 3.600 milhões de euros. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, apresenta ao jornal “Público” uma explicação para o aumento da Suíça face a França, apesar de a última ter mais emigrantes. “Quando olhamos para os dados da população residente em cada um destes países, temos situações distintas: enquanto em França a população residente se tem mantido razoavelmente estável, na Suíça tem decrescido consecutivamente desde 2017”, o que indica “que não só estão a entrar menos pessoas, como também estão a sair mais”. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, disse ao Público que a geral descida das remessas “está provavelmente ligada aos efeitos da pandemia, visto que o volume de remessas e de migrações estão fortemente ligadas”. “O aumento do desemprego e da inatividade, em consequência dos confinamentos impostos por muitos países, afeta a capacidade e disponibilidade financeira dos emigrantes para enviarem remessas para Portugal”, explicou. +
Inês Vidigal, do Observatório da Emigração, destaca ao PÚBLICO que a entrada de portugueses “tem vindo a diminuir tanto na Suíça como em França”. “Contudo”, acrescenta, “quando olhamos para os dados da população residente em cada um destes países, temos situações distintas: enquanto em França a população residente se tem mantido razoavelmente estável, na Suíça tem decrescido consecutivamente desde 2017”. +
A população francesa conta com mais de meio milhão de cidadãos com nacionalidade portuguesa, o equivalente a mais de 8% dos estrangeiros no país, segundo o Observatório da Emigração. +
"Os valores provisórios do Observatório da Emigração estimam que em 2019 terão saído do nosso país cerca de 80 mil portugueses, número semelhante ao de 2018", especifica-se no documento. +
As remessas dos emigrantes portugueses baixaram em 2020, pela primeira vez numa década. Continuaram acima dos três mil milhões de euros, mas desceram 1,4%, em relação a 2019. +
168 portugueses inscreveram-se na Segurança Social entre setembro e dezembro de 2020, uma subida face aos 60 registos do trimestre anterior. Aumento acompanhou a tendência de outros Estados-membros. +
A emigração portuguesa para o Reino Unido caiu cerca de 73 por cento, passando de 24.593, em 2019, para 6664, no ano passado. A investigadora do Observatório da Emigração Inês Vidigal explica o que está na origem desta quebra. +
Os estudos indicam que pelo menos um terço dos emigrantes portugueses no Reino Unido tem profissões pouco qualificadas, apesar de o grau de licenciados entre os que imigram ter crescido 87% em dez anos, segundo o Observatório da Emigração. +
Ao Polígrafo, Ana Drago explicou o alcance das suas declarações: “Temos uma emigração histórica para o Reino Unido, que acontece desde que estamos integrados na União Europeia. E houve um aumento de emigração, como todos nós sabemos e o Observatório da Emigração mostra durante a intervenção da ‘troika’ em Portugal. Mas é óbvio que eu não estou a dizer que culpa da variante inglesa é da ’troika’”, garantiu a antiga deputada. +
Já os dados do Observatório da Emigração indicam um aumento em 30% na entrada de portugueses em solo britânico em 2019, comparando com os números de 2018 — um reflexo da emigração de “última hora” antes do “Brexit”. +
Os advogados e as associações de direitos humanos condenaram hoje os números resultantes da política de deportações de migrantes sem documentos do Canadá, em plena pandemia de covid-19, segundo a agência Reuters. +
A jovem de Samora Correia é um dos 165 mil portugueses, de acordo com os dados mais recentes do Observatório da Emigração, que vivem em Inglaterra. +
Até à chegada da pandemia, a aquisição de nacionalidade britânica subia a um ritmo nunca antes visto. Desde que foi votada a saída do Reino Unido da União Europeia, em Junho de 2016, mais de sete mil portugueses tomaram essa iniciativa. Comparando 2019 com 2016, o número triplicou. A chamada de atenção foi feita pelo Observatório da Emigração, uma estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, adianta o Público. +
El último informe del Observatorio de la Emigración, que analiza los datos del flujo migratorio portugués en 2019, indica que 596 portugueses han adquirido la nacionalidad española. Se trata de un aumento del 58,1%, frente a los 377 que habían conseguido el DNI español en 2018. En 2017, esta cifra era de 135. Estos números, desde 2010, han oscilado entre 400 y 600. +
Desde o referendo do Brexit, em junho de 2016, que ditou a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), mais de sete mil portugueses adquiriram nacionalidade britânica, segundo dados do Observatório de Emigração publicados esta terça-feira. +
Inês Vidigal, investigadora do Observatório da Emigração (um centro de investigação do ISCTE), explica ao ECO que há vários fatores a contribuir para este desempenho, mas realça dois: o retorno de emigrantes mais velhos e a maior emigração no início da década por causa da crise das dívidas soberanas e o resgate da troika. +
O Relatório da Emigração, elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, indica que foram expulsos ou deportados para Portugal 655 cidadãos, dos quais 382 provenientes de países da Europa e 273 do resto do mundo. +
O Relatório da Emigração apresentado este ano aponta que em 2019 terão saído de Portugal cerca de 80 mil portugueses. +
O número de portugueses que adquiriu a nacionalidade espanhola subiu 58,1% em 2019, o que poderá ser explicado pelos descendentes de emigrantes na Venezuela que escolheram este destino devido a afinidades, como a língua, segundo o Observatório da Emigração. +
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O número de portugueses a pedir nacionalidade espanhola está a aumentar. A partir de 2010, aumentou para 1.265, em 2013, e baixou para 135 em 2017, voltando a aumentar em 2018 e 2019. Espanha é o sétimo país do mundo onde mais portugueses adquiriram a nacionalidade do país de destino em 2019. Num relatório do Observatório de Emigração divulgado à Agência Lusa pode ler-se ainda que o número de portugueses emigrados em Espanha totalizou 94.319 em 2019, tendo diminuído 0,2% relativamente a 2018. +
O Observatório da Emigração estima que, no ano passado, tenham abandonado o país cerca de cerca de 80 mil portugueses, tantos como em 2018. Os valores estabilizaram, mas estima-se que a pandemia provoque "uma descida dos fluxos migratórios globais" nos próximos tempos. +
O valor total recebido durante o ano de 2019 foi de 3.645.200.000 euros, 1,7% do PIB português. Ainda assim, houveuma diminuição de 1,06%, indica o Relatório da Emigração. O Relatório da Emigração, elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, indica que, no contexto internacional, em termos de remessas recebidas pelos seus emigrantes, Portugal desceu do 33.º lugar em 2018 para o 36.º lugar em 2019. +
Em 2019, o número de entradas de portugueses no Reino Unido totalizou 24.593, mais 30,3% do que em 2018, um aumento que contraria a tendência decrescente verificada desde 2015. Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, o documento dá conta de uma “estabilização do volume da emigração portuguesa”, indicando que em 2019 terão saído de Portugal cerca de 80.000 portugueses, número semelhante ao ano anterior e ligeiramente inferior aos 85.000 que saíram em 2017. +
A emigração portuguesa para Angola atingiu novos mínimos em 2019, com 1.708 cidadãos a procurarem este país africano como destino, o que representa cerca de um quarto das entradas registadas em 2015, revelou hoje o Observatório da Emigração. +
Há muitos portugueses a viver no estrangeiro, sendo que segundo os dados mais recentes do Observatório de Emigração, o número em 2019, fixava-se em quase cinco milhões espalhados pelos cinco continentes, avança o ‘Correio da Manhã’. +
O artigo academico “O Brexit e os emigrantes portugueses no Reino Unido”, da autoria de Raquel Xavier Rocha, Jennifer McGarrigle e Alina Esteves, revelado ontem pelo Observatório da Emigração explora as representações que os emigrantes portugueses residentes no Reino Unido fazem sobre a saída do país da União Europeia e a forma como o Brexit alterou as suas aspirações migratórias. +
Em 2019, entraram no brasil "705 portugueses, segundo os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro". Este ministério contabilizou um "total de 31,297 entradas" de estrangeiros no Brasil, tendo os "portugueses representado 2.3%" desse total. De resto, a informação é veiculada pelo Observatório da Emigração. +
Registou-se um pequeno decréscimo no número de entradas de portugueses no Japão em 2018: foram 259 os portugueses que, em 2018, entraram no Japão, segundo dados da OCDE. Este organismo internacional contabilizou um total de 519,683 entradas de estrangeiros em território japonês, não chegando os portugueses a representar 0.1% desse total. +
Quando analisamos o conteúdo da informação da publicação também nos deparamos com vários dados incongruentes ou mesmo falsos. Exemplo disso são os cinco milhões de emigrantes portugueses que o texto afirma existirem, quando a Organização das Nações Unidas, ainda em 2019, contabilizava, por exemplo, 2,6 milhões de portugueses emigrados a residir no estrangeiro. Destes, 57% vivem na Europa e 40% no continente americano, segundo dados recentes do Observatório da Emigração. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Isabel Gaspar, na RDP internacional, foram analisados os dados mais recentes referentes aos nascimentos em França de mães portuguesas. +
A emigração voltou a ser mais baixa do que no ano anterior: em 2018, tinham emigrado 31.600 portugueses. É de sublinhar que a forma como o INE estima as saídas de portugueses do país difere da metodologia usada pelo Observatório da Emigração que vai recolher dados de entrada de portugueses nos países de destino. +
A conclusão resulta da análise de uma série estatística sobre os nascimentos em França de mães de origem estrangeira, entre 1977 e 2018, da autoria de Inês Vidigal, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa. Intitulado “Nascimentos em França de mães portuguesas, 1977-2018”, a análise está a ser divulgada pelo Observatório da Emigração e identifica “o declínio” dos nascimentos em território francês das mães de origem portuguesa e suas relações com a evolução dos nascimentos em França. +
“É um comportamento expectável”, considera ao “JN” Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração. Isto porque, diz o especialista, Portugal está entre os três países da UE com maior percentagem de retorno de emigrantes, e porque quem regressa mais são os que têm mais qualificações, dado terem mais oportunidades. +
De acordo com dados do Observatório da Emigração, no Luxemburgo vivem quase 73 mil portugueses, o que representa mais de 12% da população, estimada em 264 mil habitantes. +
O embaixador de Portugal no Luxemburgo alertou hoje para o aumento de casos de portugueses explorados por empresas de construção civil portuguesas naquele país e disse recear que a pandemia vá aumentar estas situações. +

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