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OEm nos média
No dia seguinte ao debate parlamentar desta sexta-feira, o PÚBLICO pediu a oito portugueses para falarem sobre o Estado da Nação para lá das portas de São Bento. +
As entradas em território holandês aumentaram pelo segundo ano consecutivo, superando as duas mil pessoas em 2017. É um dos poucos países de destino, a par com Espanha, em que a emigração cresceu nos anos mais recentes. +
Espanha é, dos principais países de emigração portuguesa, um dos poucos onde a entrada de portugueses tem aumentado continuadamente a partir de 2013, registando-se em 2017 o maior crescimento deste período: +18.2%.
De acordo com o Statistisches Bundesamt Deutschland, o valor das entradas de portugueses na Alemanha, em 2017, está inflacionado, e o crescimento registado entre 2016 e 2017 não é real. Segundo informações avançadas por aquele organismo, citadas pelo Observatório da Emigração, isto deve-se a «problemas de registo nos anos de 2015 e 2016». +
Segundo dados da Statistics Iceland, fornecidos pelo Observatório da Emigração, foram 270 os portugueses que, em 2017, entraram na Islândia. +
Em 2017, 270 portugueses entraram na Islândia, segundo os dados da Statistics Iceland, representando 2,3% da imigração naquele ano. +
A exemplo da Alemanha, também a Áustria registou um aumento na emigração. Chegaram em 2017 um total de 618 portugueses, enquanto que em 2016 tinham emigrado 561. Entre as dez comunidades de que são conhecidos dados estatísticos, houve em 2017 um acréscimo na Islândia (mais 50, atingindo os 270 nacionais) e na Suécia (chegaram 390 em 2017, depois de 380 em 2016), revela o Observatório da Emigração. +
O JN Comunidades é o novo espaço do Jornal de Notícias online dedicado aos portugueses que vivem fora do país. +
De acordo com os dados que são disponibilizados pelo Observatório da Emigração, o "saldo migratório", que faz o balanço entre as saídas e entradas permanentes em Portugal de cidadãos nacionais, concluímos que 147 mil trabalhadores portugueses se deslocaram definitivamente para o exterior, entre 2011 e 2016. Recordo, ainda, que vários estudos apontavam para a vontade de pelo menos 70% dos jovens emigrantes portugueses regressarem ao país. +
Segundo os dados do Portail des Statistiques du Luxembourg, avançados pelo Observatório da Emigração, em 2017 entraram naquele país 3,342 portugueses. O instituto de estatística luxemburguês contabilizou um total de 24,379 entradas de estrangeiros no território, representando os portugueses 13.7% desse total. +
O Eurostat contabilizou um total de 300,823 entradas de estrangeiros em Itália, tendo os portugueses representado 0,2% desse total, refere o Observatório da Emigração. +
A emigração justifica parte desta disparidade de números e os dados das Nações Unidas e do Observatório da Emigração comprovam-no. É que, apesar das saídas do país terem dado sinal de diminuir entre 2015 e 2017, continuam a abandonar o território nacional, em média, 100 mil portugueses por ano. Portugal continua a ocupar as posições cimeiras da lista de países europeus com maior taxa de emigração. 2,2 milhões de portugueses vivem e trabalham fora do país. +
Em 2017 entraram no Reino Unido 22.622 portugueses, o que representa menos 26% do que em 2016, revela o Observatório da Emigração. +
No programa Jornal das Comunidades, realizado pela jornalista Paula Semedo, na RDP internacional, foram abordadas diversas questões referentes aos emigrantes portugueses e ao trabalho que o Observatório da Emigração tem desenvolvido recentemente. +
Brexit poderá explicar diminuição de saídas para Reino Unido, segundo o Observatório da Emigração. +
A entrada de portugueses em território britânico baixou 26% em 2017, a segunda descida consecutiva. Os especialistas em emigração explicam este movimento "sobretudo pelos receios induzidos" pela saída da União Europeia. +
Nos anos duros da crise, a emigração foi a escapatória para milhares de trabalhadores portugueses. Mas também aqui as desigualdades foram vincadas: os mais qualificados puderam arriscar novos destinos e valorizar currículos em relativa segurança, os outros ficaram circunscritos aos tradicionais destinos da emigração portuguesa. +
Há um maior número de inscritos nos consulados portugueses nos Estados Unidos da América (EUA). Os dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros, referentes a 2016, indicam um total de 315 mil portugueses registados, mais 121 mil face aos 194 mil registos de 2015. Uma variação que traduz um salto de 62%. +
Pela primeira vez em quase dez anos, a emigração lusa para os Estados Unidos ultrapassou as mil entradas. Ainda assim, a maior economia do mundo foi o destino de apenas 1% dos cerca de 100 mil que emigraram em 2016. +
Em 2016, a entrada de emigrantes portugueses nos Estados Unidos aumentou 17%, o que significa que voltou a superar, pela primeira vez desde 2007, as mil entradas, revela o Observatório da Emigração. +
Nos dados disponíveis do relatório de emigração de 2016 por exemplo, foram realizados mais de 1 milhão e 900 mil actos consulares, mais de 600 permanências consulares em 24 países, mais de 40 mil atendimentos, tendo sido emitidos mais de 200 mil vistos. +
Desde 1990 que o fluxo migratório de portugueses para o pequeno país dos Pirinéus tem sofrido quebras. Números do Observatório da Emigração referem que, em 2004, mais de dois mil emigrantes portugueses fixaram-se em Andorra. Em 2008, verificou-se a maior quebra (-54%) comparativamente ao ano anterior e apenas 301 portugueses emigraram para Andorra em 2016. +
Segundo Rui Pena Pires, coordenador científico do Observatório da Emigração, a razão da descida da emigração portuguesa está altamente relacionada com o aumento do emprego. +
“Neste início de ano, importa pensar o emprego em Portugal e os seus desafios. A verdade é que vivemos uma realidade social inquietante: de acordo com o INE, nos últimos sete anos Portugal vem perdendo população. Isto não só porque a sociedade portuguesa está envelhecida mas também porque uma parte significativa da população em idade activa emigra. E segundo os dados do Observatório da Emigração, só em 2016 emigraram cem mil portugueses.” +
Apresentação e discussão do Relatório da Emigração Portuguesa 2017 elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), pelo Professor e Coordenador Científico do OEm, Rui Pena Pires, e pelo Professor e Investigador, Jorge Malheiros. +
O Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração, revela que a emigração atingiu o valor máximo deste século em 2013, com cerca de 120 mil saídas, e, desde então, este número tem vindo a diminuir. +
Os dados do Relatório da Emigração, lançado nesta quinta-feira, confirmam o que o PÚBLICO já antecipara na semana passada: foram 100 mil os portugueses que emigraram em 2016, menos 10 mil que no ano anterior, acentuando a tendência de descida da emigração que se verifica desde 2013. +
Na apresentação do Relatório da Emigração 2017, elaborado pelo Observatório da Emigração com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, do Fundo para as Relações Internacionais (FRI) e da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), verificou-se que 22% dos portugueses residem no estrangeiro e que o número de saídas, de 110 mil pessoas todos os anos, só tem comparação com a década de 1960. +
Um total de 183 portugueses foram detidos no exterior em 2016, tendo permanecido 149 presos, 30 foram libertados e quatro obtiveram liberdade condicional, refere o Relatório da Emigração lançado nesta quinta-feira em Lisboa. +
Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas afirma que o crescimento económico ainda não é o suficiente para convencer os muitos jovens qualificados que saíram a voltar ao país. +
Ao lado do Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, o Primeiro Ministro reagiu aos dados lançados pelo Observatório da Emigração sobre o declínio no número de emigrantes. +
Na sequência da apresentação do estudo do Observatório da Emigração sobre os regressos de emigrantes portugueses na década de 2001 a 2011, foi realizada uma entrevista ao Professor e Investigador, que conduziu o estudo, João Peixoto. +
Na sequência do seminário sobre emigração e imigração em Portugal, no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-ULisboa), onde foi lançado o relatório “International Migration Outlook 2017” da OCDE, o coordenador do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, avançou que as estimativas de saídas de emigrantes portugueses em 2016 ronde os 100 mil. +
No início deste mês, o Observatório da Emigração, que tem como um das suas principais missões recolher, harmonizar e analisar informação sobre a evolução e as características da emigração portuguesa e das populações portuguesas emigradas, anunciou que no ano de 2016 entraram 845 portugueses no Canadá, mais 3% do que no ano anterior. +
Foram 6.638 os portugueses que, em 2015, entraram em Espanha, segundo os dados do Instituto Nacional de Estadística. Emigração que voltou a aumentar em 2016, quando se registou a entrada de 7.646 no país vizinho. +
Dados de 17 países dão conta que o Reino Unido mantém-se como o destino preferido dos portugueses. +
O saldo das remessas o resultado de uma emigração elevada e de uma imigração muito menor, diz Rui Pena Pires, mas agora a saída de portugueses foi estancada.
O número de portugueses a emigrar para Angola aumentou 32 por cento em 2015, comparativamente a 2014. Os dados são do último Relatório de Emigração, divulgado pelo Governo português na passada quinta-feira.
O peso da emigração portuguesa no mundo é sete vezes superior à da população. O Reino Unido continua primeira escolha dos últimos anos.
Mais de 110 mil portugueses saíram do país em 2015. Reaberta a porta de emigração, o fluxo de partidas não parece pronto a estancar. O Reino Unido é o principal destino e, segundo o último Relatório da Emigração, não há margem para dúvidas: este é um país de “repulsão”
Com a crise, o número de emigrantes aumentou muito a partir de 2010. O nível das 110 mil saídas mantém-se desde 2013, apesar de a economia estar a crescer há dois anos.
Augusto Santos Silva afirmou que Portugal tem "verdadeiramente um problema demográfico" e comentou que "é fácil notar" o efeito da crise económica no aumento da emigração portuguesa.
Cerca de 110 mil portugueses emigraram em 2015.
Queda dos preços do petróleo não abranda chegadas a antiga colónia.
Portugueses no Reino Unido não têm razões para estar preocupados. Hospitais querem que eles fiquem no pais.
Dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que entre 2011 e 2015 saíram, em média, quase 120 mil pessoas por ano.
No ano passado o Statec contabilizou a chegada de 3.525 portugueses ao Luxemburgo. É preciso recuar até 2002 para encontrar um valor mais baixo.
Entrevista a Rui Pena Pires, coordenador cientifico do Observatório da Emigração, publicada no jornal Público, dia 1 de Novembro 2016, realizada por Joana Gorjão Henriques. Segundo Rui Pena Pires, embora em decréscimo, a emigração não chegará aos níveis de antes da crise, para além de Portugal ser cada vez menos atractivo para imigrantes. +
A entrada de portugueses no território recuou 19% no ano passado e quase metade dos 12.325 registos "escondem" a transformação de autorizações provisórias em permanentes.
No ano passado, entraram 947 os portugueses na Dinamarca e 145 na Região Autónoma de Macau, China.

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