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OEm nos média
A Associação Business Roundtable Portugal (BRP) disse que é preciso "assegurar melhores salários" para reter os profissionais qualificados em Portugal, alertando para um "inferno demográfico" agravado pela saída de jovens do País. No comunicado em que esta entidade comentou os números nacionais da emigração relativos a 2021, revelados pelo Observatório da Emigração, recordou que saíram do País mais 60 mil pessoas, lembrando ainda que em 2019 foram 80 mil. Frisa que “nos últimos dez anos a média foi de 90 mil pessoas por ano".
O documento, a que a agência Lusa teve acesso, é uma iniciativa da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e baseia-se nos dados recolhidos pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, junto das instituições responsáveis pelas estatísticas da imigração.
O Observatório da Emigração, relativo a 2021, informa que nesse ano 60 mil portugueses decidiram emigrar, ou seja, mais 15 mil do que em 2020.
Num comunicado em que comentou os números nacionais da emigração relativos a 2021, revelados pelo Observatório da Emigração, a entidade recordou que saíram do país mais 60.000 pessoas, lembrando ainda que em 2019 foram 80.000.
A Associação Business Roundtable Portugal (BRP) disse esta quarta-feira que é preciso “assegurar melhores salários” para reter os profissionais qualificados em Portugal, alertando para um “inferno demográfico” agravado pela saída de jovens do país. Num comunicado em que comentou os números nacionais da emigração relativos a 2021, revelados pelo Observatório da Emigração, a entidade recordou que saíram do país mais 60.000 pessoas, lembrando ainda que em 2019 foram 80.000.
Citando dados do Banco de Portugal, o relatório elaborado pelo Observatório da Emigração, no centro de investigação do Instituto Universitário de Lisboa, identifica um aumento de 1,8 por cento do valor das remessas em relação a 2020.
Em 2021, Portugal registou 60 mil saídas, 20 mil abaixo de 2019, metade de 2013. A saída de mão-de-obra qualificada é minoritária mas significativa para Reino Unido, Países Baixos e países nórdicos.
Da “emigração pouco qualificada” para países como França à “emigração qualificada” que prefere “Reino Unido, Países Baixos ou nórdicos”, já não se pode falar de um perfil do emigrante português.
Reino Unido recebeu maioria de novos emigrantes portugueses no ano passado. Angola lidera contagem fora da Europa. Emigram mais homens que mulheres.
Ainda assim, em 2021, emigraram metade dos portugueses que o fizeram em 2013. Reino Unido foi o principal destino.
O valor total das remessas de emigrantes em 2021 representa 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) português.
Conclusões do Relatório da Emigração revelam que cerca de 60 mil portugueses emigraram em 2021, mais 15 mil que no anterior.
O Relatório da Emigração 2021 indica que, nesse ano, terão emigrado mais 15 mil do que em 2020. Angola é o único país não europeu no “top 10” das preferências para emigrar.
Os Países Baixos destacam-se, com um crescimento da emigração lusa em 2021, traduzido em 3.406 entradas de portugueses no país nesse ano.
Nos últimos anos, houve mais portugueses a emigrar e o Reino Unido lidera as escolhas. A conclusão é de um relatório da emigração.
O Reino Unido é o país para onde os portugueses mais emigraram em 2021. A emigração aumentou, com mais 15 mil portugueses a saírem de Portugal em 2021 do que em 2020, num total de cerca de 60 mil, segundo o relatório da emigração apresentado, esta manhã de quarta-feira, em Lisboa.
Angola surge em nono lugar na lista dos principais destinos de emigração dos portugueses e é o único país não europeu do “top 10”, segundo o Relatório da Emigração 2021, hoje divulgado.
Os habituais destinos da emigração também enfrentam um aumento do custo de vida. Mas os salários mais altos nesses países podem significar para os portugueses um ganho em relação às suas condições de vida atuais, explica Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração. Para já, não há dados sobre a emigração em 2022, mas em 2021 voltou a subir.
O número de portugueses que emigraram para Macau em 2021 foi o mais baixo desde 2000, sendo esta a terceira maior emigração para o território, de acordo com o Relatório da Emigração.
Cerca de 60.000 portugueses emigraram em 2021, mais 15.000 que no ano anterior, numa "recuperação assinalável" de saídas, após quebra brutal em 2020, com o Reino Unido a retomar a posição de principal destino, segundo o Relatório da Emigração.
A Suíça voltou em 2021 a ser o país onde mais emigrantes portugueses adquiriram a nacionalidade, destronando o Reino Unido, que mantém a segunda posição, de acordo com o Relatório da Emigração, que será hoje apresentado em Lisboa.
O valor total das remessas de emigrantes em 2021 foi de 3.677,76 milhões de euros, o mais alto das últimas duas décadas e que representa 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) português, de acordo com o Relatório da Emigração.
Emigração volta a aumentar. Reino Unido ainda é o principal destino, mas há mudanças de direção para alguns países europeus que recebem cada vez mais portugueses qualificados. Também as saídas para Espanha estão novamente a crescer.
O valor total das remessas de emigrantes em 2021 foi de 3.677,76 milhões de euros, o mais alto das últimas duas décadas e que representa 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) português, de acordo com o Relatório da Emigração.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de imigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, divulgou o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do Brexit em 2016.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de imigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, divulgou hoje o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do `Brexit` em 2016.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de imigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, divulgou esta terça-feira o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do 'Brexit' em 2016.
O Reino Unido ultrapassou França e Suíça no número de emigrantes portugueses que adquiram a nacionalidade daquele país em 2021, segundo o Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do ‘Brexit’ em 2016.
Em 2021 adquiriram nacionalidade britânica 2561 portugueses, mais 25% do que os 2042 registados em 2020, um aumento de catapultou o Reino Unido para primeiro lugar no que respeita à aquisição da nacionalidade do país de destino, à frente de França e Suíça. Os dados são de um relatório do Observatório da Emigração, confirmado a tendência ascendente desde o referendo do "Brexit" em 2016.
O mapeamento das comunidades portuguesas tem flexibilidade para abranger cidadãos que, não sendo portugueses de nacionalidade ou lusodescendentes diretos ou próximos, por “estado de alma” se sentem portugueses, segundo o deputado socialista Paulo Pisco. O deputado falava num colóquio sobre “O que é ser lusodescendente?”, iniciativa organizada pela Associação Internacional dos Lusodescendentes (AILD) e pelo Observatório da Emigração, que decorreu hoje no Iscte – Instituto Universitário de Lisboa.
O Observatório da Emigração organiza, em parceria com a Associação Internacional dos Lusodescendentes (AILD), o colóquio “O que é ser lusodescendente?” no próximo dia 15, em formato híbrido.
Na reunião plenária desta tarde, Rodrigo Saraiva, deputado do Iniciativa Liberal, sublinhou que "cerca de 20% da população portuguesa vive fora de Portugal" e "somos mesmo o país da União Europeia com mais emigrantes em proporção da população residente". Confirma-se?
As Nações Unidas reviram ‘em baixa’ a estimativa de quantos portugueses vivem fora do país: a organização chegou a apontar para 2,6 milhões em 2020, mas corrigiu agora para 2 milhões, o que faz de Portugal o 20º país do mundo com mais pessoas emigradas face ao número de residentes. Há sinais de que em 2021 houve mais portugueses a deixar o país do que antes da pandemia, mas para ter a certeza é preciso conhecer os dados do Reino Unido, ressalva Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração. Para já, é claro o aumento da emigração para o Norte da Europa, Bélgica e Países Baixos.
Um comunicado do Observatório da Emigração revelou que, de acordo com as últimas estimativas das Nações Unidas, “em 2020 havia cerca de dois milhões de portugueses emigrados a residir no estrangeiro”, mais precisamente 2,081,419.
Dados avançados pelo Observatório da Emigração de Portugal, apresentados por Inês Vidigal, recentemente, revelam que, em 2021, entraram no Brasil 461 portugueses.
A emigração portuguesa para o Brasil voltou a crescer em 2021, mas continuou abaixo das 500 entradas. A análise do Observatório da Emigração, publicada esta semana, pela investigadora Inês Vidigal, refere que no ano passado entraram no Brasil 461 portugueses, segundo os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro.
No ano passado, emigraram para o Brasil 461 portugueses. O número é ligeiramente superior ao de 2020, quando entraram em solo brasileiro apenas 439 cidadãos portugueses. Mesmo assim, continua abaixo do meio milhar de emigrantes. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro e foram divulgados, esta terça-feira, pelo Observatório da Emigração português.
Paulo Cafôfo adiantou que o Observatório das Emigração está a elaborar um estudo comparativo sobre políticas públicas para as comunidades, seguindo-se depois a elaboração da estratégia que será colocada em consulta pública para que todos possam dar o seu parecer nos primeiros três meses do próximo ano.
O Relatório da Emigração 2020, elaborado em 2021 pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, é um importante documento que contém um extenso repositório de informação sobre a emigração portuguesa.
Os números, analisados pelo Observatório de Emigração, mostram que os portugueses constituem 5,3% do total de entradas de estrangeiros no país (143.506) em 2021 e, face aos 5,5% de 2020, nota-se uma tendência para a estabilização da emigração lusa na Suíça.
O Observatório da Emigração, que se apresenta como uma estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do ISCTE-IUL, tem imensa informação e trabalhos sobre este tema, publicando anualmente um Relatório Estatístico sobre a emigração portuguesa.
Houve mais portugueses a saírem do país no ano de 2021, segundo os dados do Observatório da Emigração referentes a onze países, uma subida que estará relacionada com o alívio das restrições impostas pela covid-19.
O número de portugueses a emigrar subiu, no ano passado. O alívio das restrições à circulação devido à Covid-19 explica o aumento, que se verifica depois da queda observada em 2020, indicam os dados do Observatório da Emigração, referentes às entradas em 14 países.
Os dados relativos à emigração portuguesa para o Reino Unido foram fornecidos pelo presidente do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, que citou dados do Departamento Britânico do Trabalho e Pensões.
Observatório da Emigração ainda só tem dados completos de 2021 relativos a 11 países. Nove registam aumento de emigração. Para o Reino Unido a informação ainda não está completa, mas já se sabe que no primeiro semestre do ano passado as entradas de portugueses estiveram em alta.
Seis mil portugueses emigraram para o Reino Unido no primeiro semestre de 2021, mais do que em todo o ano de 2020, apesar dos constrangimentos provocados pelo Brexit.
A entrada de cidadãos portugueses em Andorra registou em 2021 um novo mínimo, com apenas 206 entradas, anunciou esta terça-feira o Observatório da Emigração (OE), que cita dados do Departamento de Estatística daquele país europeu.
Em 2021, o número de emigrantes portugueses a escolher o Canadá para morar aumentou. 890 portugueses emigraram para o país, o valor mais alto desde 2000.
O número de emigrantes portugueses a escolher o Canadá para morar aumentou no último ano - 890 portugueses imigraram no país, o valor mais alto desde 2000.
O número de portugueses que optaram por se mudar para o Canadá em 2021 foi o número mais elevado desde 2000. Os dados foram partilhados pelo Observatório da Emigração, um centro de estudo e investigação baseado no departamento oficial de estatística da Cidadania e Imigração do Canadá.

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