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OEm nos média
Na reunião plenária desta tarde, Rodrigo Saraiva, deputado do Iniciativa Liberal, sublinhou que "cerca de 20% da população portuguesa vive fora de Portugal" e "somos mesmo o país da União Europeia com mais emigrantes em proporção da população residente". Confirma-se?
As Nações Unidas reviram ‘em baixa’ a estimativa de quantos portugueses vivem fora do país: a organização chegou a apontar para 2,6 milhões em 2020, mas corrigiu agora para 2 milhões, o que faz de Portugal o 20º país do mundo com mais pessoas emigradas face ao número de residentes. Há sinais de que em 2021 houve mais portugueses a deixar o país do que antes da pandemia, mas para ter a certeza é preciso conhecer os dados do Reino Unido, ressalva Rui Pena Pires, coordenador do Observatório da Emigração. Para já, é claro o aumento da emigração para o Norte da Europa, Bélgica e Países Baixos.
Um comunicado do Observatório da Emigração revelou que, de acordo com as últimas estimativas das Nações Unidas, “em 2020 havia cerca de dois milhões de portugueses emigrados a residir no estrangeiro”, mais precisamente 2,081,419.
Dados avançados pelo Observatório da Emigração de Portugal, apresentados por Inês Vidigal, recentemente, revelam que, em 2021, entraram no Brasil 461 portugueses.
A emigração portuguesa para o Brasil voltou a crescer em 2021, mas continuou abaixo das 500 entradas. A análise do Observatório da Emigração, publicada esta semana, pela investigadora Inês Vidigal, refere que no ano passado entraram no Brasil 461 portugueses, segundo os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro.
No ano passado, emigraram para o Brasil 461 portugueses. O número é ligeiramente superior ao de 2020, quando entraram em solo brasileiro apenas 439 cidadãos portugueses. Mesmo assim, continua abaixo do meio milhar de emigrantes. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro e foram divulgados, esta terça-feira, pelo Observatório da Emigração português.
Paulo Cafôfo adiantou que o Observatório das Emigração está a elaborar um estudo comparativo sobre políticas públicas para as comunidades, seguindo-se depois a elaboração da estratégia que será colocada em consulta pública para que todos possam dar o seu parecer nos primeiros três meses do próximo ano.
O Relatório da Emigração 2020, elaborado em 2021 pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, é um importante documento que contém um extenso repositório de informação sobre a emigração portuguesa.
Os números, analisados pelo Observatório de Emigração, mostram que os portugueses constituem 5,3% do total de entradas de estrangeiros no país (143.506) em 2021 e, face aos 5,5% de 2020, nota-se uma tendência para a estabilização da emigração lusa na Suíça.
O Observatório da Emigração, que se apresenta como uma estrutura técnica e de investigação independente integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do ISCTE-IUL, tem imensa informação e trabalhos sobre este tema, publicando anualmente um Relatório Estatístico sobre a emigração portuguesa.
Houve mais portugueses a saírem do país no ano de 2021, segundo os dados do Observatório da Emigração referentes a onze países, uma subida que estará relacionada com o alívio das restrições impostas pela covid-19.
O número de portugueses a emigrar subiu, no ano passado. O alívio das restrições à circulação devido à Covid-19 explica o aumento, que se verifica depois da queda observada em 2020, indicam os dados do Observatório da Emigração, referentes às entradas em 14 países.
Os dados relativos à emigração portuguesa para o Reino Unido foram fornecidos pelo presidente do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, que citou dados do Departamento Britânico do Trabalho e Pensões.
Observatório da Emigração ainda só tem dados completos de 2021 relativos a 11 países. Nove registam aumento de emigração. Para o Reino Unido a informação ainda não está completa, mas já se sabe que no primeiro semestre do ano passado as entradas de portugueses estiveram em alta.
Seis mil portugueses emigraram para o Reino Unido no primeiro semestre de 2021, mais do que em todo o ano de 2020, apesar dos constrangimentos provocados pelo Brexit.
A entrada de cidadãos portugueses em Andorra registou em 2021 um novo mínimo, com apenas 206 entradas, anunciou esta terça-feira o Observatório da Emigração (OE), que cita dados do Departamento de Estatística daquele país europeu.
Em 2021, o número de emigrantes portugueses a escolher o Canadá para morar aumentou. 890 portugueses emigraram para o país, o valor mais alto desde 2000.
O número de emigrantes portugueses a escolher o Canadá para morar aumentou no último ano - 890 portugueses imigraram no país, o valor mais alto desde 2000.
O número de portugueses que optaram por se mudar para o Canadá em 2021 foi o número mais elevado desde 2000. Os dados foram partilhados pelo Observatório da Emigração, um centro de estudo e investigação baseado no departamento oficial de estatística da Cidadania e Imigração do Canadá.
Foram 890 os portugueses que, em 2021, entraram no Canadá, segundo os dados do Citizenship and Immigration Canada.
Os emigrantes portugueses que em 2021 escolheram o Canadá atingiram os 890, o valor mais alto desde 2000, indicou hoje o Observatório da Emigração. Este centro de estudos e investigação baseia-se no departamento oficial de estatística do país norte-americano, o Citizenship and Immigration Canadá.
Já em 2018, o Observatório da Emigração tinha alertado que Portugal "precisa desesperadamente" de imigrantes e que, para resolver o problema de falta de mão-de-obra, devia facilitar a entrada de estrangeiros e fazer campanhas de recrutamento no exterior.
Entraram 3,406 portugueses nos Países Baixos em 2021, segundo dados do Centraal Bureau voor de Statistiek.
Ainda que as estatísticas do INE apontem para uma nova diminuição da emigração em 2021, os dados recolhidos pelo Observatório da Emigração já dão sinais de que o número possa estar a aproximar-se do que se verificava antes da pandemia. “Ainda não temos uma estimativa global para 2021, mas todos os dados que têm sido disponibilizados pelos países de destino indicam que já houve uma recuperação em relação a 2020 para números próximos dos da pré-pandemia”, refere Rui Pena Pires, coordenador do Observatório.
Em 2017 e 2018, a emigração portuguesa para a Áustria cresceu 10.2% e 9.1%, respetivamente. No entanto, entre 2018 e 2019, a emigração para a Áustria praticamente estagnou, tendo-se registado um pequeno aumento não significativo (+0.9%).
Um inquérito voltado a emigrantes portugueses procura pessoas que tenham nascido em Portugal e emigrado para exterior – por um período superior a 3 meses – e que tenham regressado após 2000, quando tinham na altura entre 20 e 34 anos.
A emigração para Itália acompanhou a tendência de decréscimo generalizada da emigração portuguesa em 2020. A entrada de portugueses em Itália registou uma quebra de 18.8%, no entanto, o decréscimo dos portugueses é inferior à queda do total de entradas no país (-25.6%).
Um inquérito dirigido aos portugueses no estrangeiro vai revelar as suas posições sobre temas como o aumento de deputados eleitos pela emigração ou o voto eletrónico, estando prevista a divulgação das conclusões em junho, mês do Dia de Portugal. Segundo o relatório do Observatório da Emigração, apresentado em 2021, e de acordo com estatísticas das Nações Unidas, em 2019 existiam cerca de 2,6 milhões de portugueses emigrados.
Em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
O número de portugueses que entraram no Luxemburgo aumentou em 2021, após cair em 2020, e atingiu um recorde desde 2013, recuperando uma tendência de crescimento que se verificava desde 2017, revela uma análise hoje divulgada.
Em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
Citando dados do Portal de Estatísticas do Luxemburgo, a análise do Observatório da Emigração indica que em 2021 entraram 3.885 portugueses no Luxemburgo, o que representa 15,3% dos 25.335 estrangeiros que entraram no país naquele ano.
Dados do Eurostat citados pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, indicam que 5.998 portugueses entraram em França em 2020, menos 21,5% do que no ano anterior.
Há cinco anos, em maio de 2017, Marcelo Rebelo de Sousa esteve em visita de Estado no Grão-Ducado do Luxemburgo, onde atualmente residem mais de 90 mil portugueses, que representam cerca de 15% da população deste Estado-membro da União Europeia, segundo o Observatório da Emigração. O grão-duque Henrique é chefe de Estado do Luxemburgo desde outubro de 2000.
O Observatório de Emigração registou que o número de emigrantes portugueses não atingiu os seis mil, o que significou uma redução de 21,5% em relação ao ano anterior.
Menos de 6.000 portugueses emigraram para França em 2020, o número mais baixo desde que há registo, segundo uma análise do Observatório da Emigração hoje divulgada.
A quebra pode estar relacionada com a redução generalizada da emigração em 2020, associada à pandemia de covid-19 e às restrições à mobilidade, mas no caso de França a emigração já vinha a cair há alguns anos.
O número de emigrantes portugueses para França, em 2020, foi o mais baixo dos últimos 20 anos, já que outros destinos se tornaram mais atrativos para os portugueses.
Dados do Eurostat citados pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, indicam que 5.998 portugueses entraram em França em 2020, menos 21,5% do que no ano anterior.
Menos de 6.000 portugueses emigraram para França em 2020, o número mais baixo desde que há registo, segundo uma análise do Observatório da Emigração hoje divulgada.
A emigração portuguesa para a Noruega é um fenómeno recente, com um pico em 2013 (815 entradas), na sequência de um crescimento acelerado desde 2010.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projeto emigratório não passa por estas transações, segundo o Observatório da Emigração.
As maiores remessas das comunidades portuguesas são de países onde há mais tempo existem mais emigrantes e não dos novos fluxos, protagonizados por jovens para quem o projecto emigratório não passa por estas transacções, segundo o Observatório da Emigração.
Foram 408 os portugueses que, em 2021, entraram na Suécia, segundo dados do Statistics Sweden.
As remessas enviadas pelos emigrantes para Portugal no ano passado atingiram um montante de quase 3,7 mil milhões de euros – cerca de 10 milhões de euros por dia –, o valor mais elevado desde que a moeda única europeia entrou em vigor (1 de janeiro de 2002), revelam dados do Banco de Portugal, citados num estudo do Observatório da Emigração.
2021 foi o ano em que Portugal recebeu mais remessas da emigração desde que adotou o euro. A Suíça destaca-se na lista, sendo o principal país de origem do dinheiro das nossas comunidades.
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De acordo com o Observatório da Emigração, que cita dados da Denmark Statistik, em 2021 entraram na Dinamarca 1.609 portugueses.

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