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Macau: 16 portugueses e luso-descendentes integram listas para a Assembleia Legislativa
2009-07-17
(Lusa) As eleições de 20 de Setembro para a Assembleia Legislativa de Macau contam com 16 representantes portugueses ou luso-descendentes nas 16 listas que concorrem pela via directa e com um luso-descendente no sufrágio indirecto.

A lista "Voz Plural, Gentes de Macau" concentra um total de oito macaenses numa equipa formada por 12 elementos e liderada pelo intérprete-tradutor e cantor Casimiro Pinto e que pretende eleger mais de um deputado.

O português Jorge Godinho, jurista e professor universitário, é o número dois da equipa que integra ainda, entre outros, a karateca Paula Carion, o médico Mário Évora, a empresária Isabela Manhão e o professor Pedro Lobo, da Escola Portuguesa.

A "Nova Esperança" é a segunda a concentrar o maior número de luso-descendentes, quatro no total, designadamente José Pereira Coutinho, presidente da Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau, Rita Santos, coordenadora do Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, José Miguel de Sales da Silva e Ricardo da Luz.

A equipa de Pereira Coutinho quer conquistar dois assentos na Assembleia Legislativa, mas para isso precisa de mais de 14 mil votos, mais quatro mil do que no último acto eleitoral.

A lista "Equipa de Justiça Social" é encabeçada pelo guarda prisional In Kam Seng, e integra ainda o guarda Estanislau Carlos do Rosário, a assistente social Angelina Maria de Carvalho Lei e a professora Filomena Maria Wan Nogueira.

A "União para o Progresso e Desenvolvimento", liderada por Lai Cho Wai, integra também uma luso-descendente, Ana Maria Manhão.

A Associação Novo Macau Democrático (ANMD), a mais votada em 2005 com 23.000 votos, leva este ano duas listas às legislativas para conseguir eleger quatro deputados.

Ng Kuok Cheong lidera o "Próspero Macau Democrático" e Au Kam San a Novo Macau Democrático.

A "Associação dos Cidadãos Unidos de Macau" volta a concorrer com os representantes da comunidade de Fujian, Chan Meng Kam e Ung Choi Kun, que tentam a renovação do mandato.

Angela Leong avança para o segundo mandato pela via directa com a "Aliança para o Desenvolvimento de Macau", ao lado do consultor sénior da Melco International Development, Wong Seng Hong.

A antiga jornalista Agnes Lam é uma das caras novas que vão às urnas a 20 de Setembro e que pretende conseguir um lugar de deputado com o "Observatório Cívico", enquanto Melinda Chan quer eleger dois deputados com a Associação Promotora do Desenvolvimento de Macau.

No que se refere ao sufrágio indirecto - representantes dos diversos sectores associativos - , os lugares estão já distribuídos, com o número de candidatos a corresponder às dez vagas existentes e Leonel Alves volta a ter um lugar pelos interesses profissionais.

A Assembleia Legislativa de Macau é constituída por 29 deputados, dos quais 12 são eleitos por sufrágio directo e universal, 12 são eleitos indirectamente pelas associações representativas da sociedade e sete nomeados pelo Chefe do Executivo.

JCS.

Lusa, aqui, acedido em 17 de Julho de 2009.

 

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