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França
José Carlos Marques, Pedro Góis, Pedro Candeias e Bárbara Ferreira
A emigração portuguesa para França tem estado presente na história nacional nos últimos 100 anos, não sendo algo novo para os portugueses. Os anos 60 e 70 foram marcados por uma emigração em massa de portugueses para este país, tendo França sido o principal país de destino da emigração portuguesa durante vários anos. Após a revolução dos cravos, França mantém sempre valores bastante elevados no que respeita o fluxo de entradas de portugueses, especialmente em modalidades migratórias como o reagrupamento familiar e a emigração sazonal. Após a crise económica de 2007/2008 a emigração portuguesa para França volta a intensificar-se, embora com valores inferiores a outros países europeus. Enquanto a emigração portuguesa para este país era maioritariamente composta por baixos níveis de qualificação e de formação e por uma participação em setores de atividade pouco prestigiados, no século XXI, começa a assumir uma maior diversidade de perfis formativos e educacionais. +

 

Série  OEm Country Reports
Número  5
Data  outubro de 2019
Páginas  55
ISSN  2183-8291
DOI  10.15847/CIESOEMCR052019 
URI  http://hdl.handle.net/10071/18902
Palavras-chave  França, emigração portuguesa para França, estatísticas oficiais.
Índice Índice de quadros e gráficos. Introdução. Contexto migratório para França. Contexto demográfico e socioeconómico. Políticas e tendências migratórias. Imigrantes portugueses em França na literatura científica. Dados estatísticos sobre a emigração portuguesa para França. Caraterização dos fluxos pós-2000. O stock de emigrantes de origem ou nacionalidade portuguesa. Notas finais. Referências bibliográficas.
Como citar  Marques*, José Carlos, Pedro Gois**, Pedro Candeias*** e Bárbara Ferreira**** (2019), “França”, OEm Country Reports, 5, Lisboa, Observatório da Emigração, CIES-IUL, ISCTE-IUL, DOI: 10.15847/CIESOEMCR052019

 

Gráfico 3  Categoria socioprofissional dos portugueses inquiridos pelo IE, segundo o período de entrada

Nota (1)Funcionários inclui: funcionários da Administração pública, das empresas, do comércio e dos serviços pessoais; Trabalhadores inclui: trabalhadores qualificados e não qualificados, no sector industrial ou agrícola; Outros sem atividade profissional inclui:  inativos e desempregados que nunca trabalharam.

Fonte   INSEE, Inquérito ao Emprego, 4º trimestre de 2012.

 

*Instituto Politécnico de Leiria (IPL), Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa (Pólo do IPL), Leiria, Portugal
** Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal
*** Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Sociais, Lisboa, Portugal Universidade de Lisboa, Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), Investigação em Ciências Sociais e Gestão (SOCIUS/CSG), Portugal
**** Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade de Lisboa, Centro de Estudos Geográficos

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