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Expatriação e identidade
João Vasco Coelho*
As práticas de desempenho de trabalho em contexto internacional vieram trazer novas condições de ação e de interação para indivíduos e organizações, para a gestão nas e das organizações. O presente working paper apresenta a expatriação organizacional como modalidade específica de exercício de trabalho global, definidora de contextos de integração social particulares que propiciam a diferenciação de trajetórias e a personalização do desempenho de papéis atribuídos. Partindo da análise de estudos de caso e de fontes estatísticas secundárias, a dificuldade do momento de regresso do indivíduo expatriado é equacionada como ilustração empírica da especificidade dos quadros de socialização constituídos por práticas organizacionais de expatriação. +

 

Série  OEm Working-Paper 
Número  3
Data  dezembro de 2017 
Páginas  18
ISSN  2183-5438 (online)
DOI  10.15847/CIESOEMWP032017
URI  http://hdl.handle.net/10071/14838

Palavras-chave  Expatriação, repatriação, gestão internacional de recursos humanos, identidade, experiência, socialização disjuntiva

Índice  Da expatriação como prática organizacional. Um eu que vai, um eu que volta: da expatriação organizacional como experiência de recomposição identitária. Um caso empírico: a dificuldade do momento de repatriação. Referências. 

Como citar  Coelho, João (2017), “Expatriação e identidade: a expatriação organizacional como experiência de recomposição identitária”, OEm Working Papers, 3, Lisboa, Observatório da Emigração, CIES-IUL, ISCTE-IUL. DOI: 10.15847/CIESOEMWP032017

 

* Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL), Lisboa, Portugal

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