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Associações de família exigem ao Estado acompanhamento legal dos casos de crianças retiradas aos pais em Inglaterra
2016-10-18
Organização que defende os direitos da família escreveu duas cartas para o Ministério dos Negócios Estrangeiros a exigir “urgentemente” um acompanhamento destes casos, a nível legal e não só. Esta é a terceira reação pública à história que a VISÃO denunciou em maio, na grande reportagem “Os filhos perdidos em Inglaterra”

A confederação Nacional das Associações de Família (CNAF) escreveu ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, e ao secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, a exigir que se faça com urgência “um acompanhamento próximo e criterioso das situações que levaram à retirada compulsiva, por parte dos serviços da Segurança Social inglesa, de vários filhos menores de emigrantes portugueses naquele país”.

A organização liderada por Teresa Costa Macedo, Secretária de Estado da Família dos governos de Sá Carneiro e de Francisco Pinto Balsemão, diz ser “obrigação” do Estado português fazer chegar a estes pais radicados em Inglaterra “todo o auxílio legal e todo o apoio pessoal possível”: “Considera a CNAF que o direito de paternidade, pelas suas implicações legais e cívicas mas, não menos importantes, humanistas e afetivas, só deve ser quebrado por razões gravosas, devidamente fundamentadas e justificadas.”

A Confederação resolveu intervir e fazer exigências ao Ministério dos Negócios Estrangeiros na sequência de uma grande reportagem da VISÃO sobre os pais portugueses que tinham perdido os seus filhos para os serviços sociais do Reino Unido e de uma reportagem da TVI sobre o mesmo tema.

Esta é a terceira reação desencadeada pelo tema que já foi tornada pública. Como a VISÃO noticiou na passada semana, um grupo de advogados portugueses voou para Londres para saber mais sobre os casos de pais que ficaram sem os filhos – temporária ou definitivamente – no Reino Unido. Há ainda notícia de que foi criada uma plataforma com cerca de 70 advogados dispostos a dar apoio jurídico gratuito a estas famílias.


Ler artigo completo na Visão, aqui

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