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INQUÉRITO

Expectativas

de regresso de portugueses no estrangeiro
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Lançada campanha «Trabalhar no Estrangeiro»
2006-10-20

Recentemente foi apresentada no Centro de Congressos de Lisboa, a Campanha Trabalhar no estrangeiro, uma iniciativa da Direcção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP), do Instituto de Emprego e Formação profissional (IEFP) e da Inspecção-Geral de Trabalho (IGT).

«Se for trabalhar para um dos países da União Europeia, não necessita de qualquer visto de trabalho e tem direitos específicos, uma vez que é cidadão comunitário» dizem os documentos da campanha. «Antes de partir, informe-se junto da Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas, da Inspecção-Geral do Trabalho ou do Instituto do Emprego e Formação Profissional (no Centro de Emprego mais próximo). Se for trabalhar para um país fora da União Europeia informe-se também, em Portugal, junto do Consulado do país para onde vai trabalhar, pois nesse caso tem que ser titular de um visto de trabalho». E a mensagem acaba por apelar «ao chegar ao país de destino, inscreva-se no Consulado de Portugal da área em que vier a residir».

A sessão de abertura foi presidida pelo Secretário de Estado do Emprego e da Formação profissional, Fernando Medina que afirmou que «o mais importante nesta iniciativa é que três organismos da função pública sabem trabalhar em conjunto e responder a um problema evidente ». José Manuel da Costa Arsénio, Director-Geral da GACCP,Paulo Morgado de Carvalho, Inspector Geral do Trabalho e Francisco Madelino, Presidente do IEFP,congratularam-se com a iniciativa e apelam para que todas as organizações difundam estes apelos junto de quem quer emigrar.

O professor universitário Júlio Gomes, da Universidade Católica fez uma intervenção sobre o destacamento de trabalhadores e uma mesa redonda integrou João Proença, Secretário-Geral da UGT, Carlos Trindade, membro do Conselho nacional da CGTP-In, Pedro Almeida Freire, Vice-Presidente da Confederação do comércio português e Heitor Salgueiro da Direcção da Confederação da indústria portuguesa. «Cada vez há mais portugueses a sair para o estrangeiro e há situações muito complicadas que têm de ser evitadas. Por isso é muito importante que se diga a estes trabalhadores que se devem sindicalizar quando chegarem aos países de destino e que devem manter um contacto directo com os Consulados» desse Carlos Trindade, numa das intervenções mais aplaudidas da tarde.

Para encerrar, o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, referiu também a importância da Campanha e referiu que, «os spots que foram difundidos aquando do Mundial de futebol, fez aumentar substancialmente o número de chamadas que foram feitas para os nossos serviços. Isto prova que estas campanhas são importantes».

Lusojornal Bélgica, aqui.

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