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Uma massagem depois do trabalho ou um jantar no rio Mekong
2016-01-01
Foi no Laos que Bruno encontrou o que procurava: um país com gente que sorri na rua, que vive bem com o que tem em vez de mal com o que não alcança. No dia em que regressou à Europa, soube que tinha de regressar à Ásia - mas não a uma Ásia qualquer, antes à Ásia dele. O relato de Bruno, a décima e última história da série “Em pequeno número”, que o Expresso publicou na semana de Natal e agora prossegue na de ano novo sobre portugueses que vivem em regiões em que quase não os há

Junto às margens do rio Mekong fica Vientiane, a capital do Laos. Bruno vive no centro da cidade. Desloca-se a pé para quase todo o lado: mercados, restaurantes, bares, farmácias. E vai de mota até ao aeroporto internacional, onde trabalha, a quatro quilómetros do centro e a cinco minutos de casa.

Há um ano que Bruno Dionísio, 34 anos, vive no Laos, "um país do sudeste asiático com uma beleza natural enorme e uma capital em crescimento", depois de já ter vivido no Vietname e na Malásia. "Foi isso que encontrei quando cheguei."

"O meu estilo de vida no Laos assemelha-se bastante ao que tinha no Vietname. Com a diferença que Vientiane é uma pequena aldeia comparada com a agitação e loucura de Saigão. Aqui levo uma vida bastante tranquila e simples, mesmo assim com acesso a todos os bens necessários. É uma cidade que vai crescendo ao seu ritmo, muito devido a ajudas internacionais."

O primeiro cinema abriu há cerca de três meses e perante a falta de mais atividades, a rotina centra-se no contacto com as pessoas. "Passa-se bastante tempo na rua, onde o calor é uma constante, entre mercados locais, cafés ou simplesmente a caminhar junto ao rio Mekong."

 

Ler artigo completo no Expresso, aqui.

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