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52% dos “cérebros” que emigraram não pensam em regressar
2015-10-05
Estudo aponta para que os portugueses qualificados que emigraram para outros países europeus se orientem "para uma emigração para toda a vida ou de muito longo prazo"

Um estudo realizado por vários centros de investigação sobre a "fuga de cérebros" de Portugal para países europeus conclui que cerca de metade dos inquiridos que emigraram considera pouco ou nada provável um regresso ao país de origem. 

Dos 1.011 inquiridos, 52% consideram ser pouco ou nada provável regressar definitivamente a Portugal, sendo que a "fotografia" registada pelo estudo aponta para que os portugueses qualificados que emigraram para outros países europeus se orientem "para uma emigração para toda a vida ou de muito longo prazo", sublinhou o coordenador do projeto que teve início em 2013, Rui Machado Gomes, professor catedrático na Universidade de Coimbra. 

O projeto "Brain Drain and Academic Mobility from Portugal to Europe" (BRADRAMO) envolveu investigadores das universidades de Coimbra, Porto e Lisboa e contou com 52 entrevistas e um questionário "online" a uma amostra não aleatória de 1.011 portugueses com formação superior que estivessem a trabalhar ou a residir noutro país europeu ou que o tivessem feito nos seis anos anteriores.

 

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