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Deputados da emigração pedem maior atenção às comunidades
2013-06-25

Os deputados Paulo Pisco (PS) e Carlos Gonçalves (PSD) apelaram ao Governo para que dê maior atenção à comunidade emigrante portuguesa, que está a aumentar devido à crise.

Durante as comemorações do Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas na embaixada de Portugal em Paris, os dois deputados concordaram que é necessário mais atenção aos emigrantes.

No entanto, o deputado socialista, eleito pelo círculo da Europa, foi mais crítico e considerou que o primeiro-ministro, Passos Coelho, "devia pedir desculpa aos portugueses" pela "atitude inaceitável que foi sugerir que os portugueses deixassem o país". Para o eleito socialista, o Governo tem que "criar todas as condições para que os portugueses não tenham que sair", procurando "acabar com o estado de espírito verdadeiramente aterrador que existe" em Portugal.

Por seu turno, o deputado do PSD eleito pelo círculo da Europa, Carlos Gonçalves, considerou que "Portugal tem que começar a entender" que o Dia das Comunidades Portuguesas são "os 365 dias do ano".

Carlos Gonçalves chamou a atenção para o facto de, "graças às comunidades", neste dia se ouvir "A Portuguesa" e a "nossa bandeira" ser hasteada "nos quatro cantos do mundo". "Seremos mais fortes se contarmos com todos", acrescentou o deputado social-democrata.

Em Paris, o Dia de Portugal foi comemorado com a colocação de uma coroa de flores por parte do embaixador de Portugal em França, José Filipe Moraes Cabral, junto à estátua de Luís de Camões, no 16.º bairro parisiense.

De seguida, José Moraes Cabral recebeu, na embaixada, centenas de elementos da comunidade portuguesa em França, onde também marcaram presença os deputados eleitos pelo círculo da Europa e o cônsul-geral de Portugal em Paris, Pedro Lourtie.

O embaixador considerou que "as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo dão um contributo muito importante para que consigamos todos ultrapassar as dificuldades com que nos defrontamos". José Filipe Moraes Cabral acrescentou que "não há alternativa para o país que não seja a inserção plena" no projeto europeu.

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