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Portugueses vão fintando a crise nos Estados Unidos
2012-11-05
Emigrantes portugueses “ainda têm trabalho”, apesar dos jovens enfrentarem muitas dificuldades para entrar no mercado do trabalho, diz o padre Walter Carreiro.

Apesar da crise, a comunidade portuguesa não tem sido muito afectada pelo desemprego nos Estados Unidos, afirma Walter Carreiro, um padre da paróquia de Santo António de Cambridge, da arquidiocese de Boston, no estado de Massachussets, onde está radicada uma das maiores comunidades de portugueses.

Em declarações à Renascença, em Fátima, o padre  Walter Carreiro começa por referir que "a crise económica dos Estados Unidos não é tão má como em Portugal".

Os emigrantes portugueses "ainda têm trabalho", apesar dos jovens enfrentarem muitas dificuldades para entrar no mercado do trabalho.

"Para os jovens é difícil conseguir trabalho, mas os que já têm emprego estão bem servidos. Na minha paróquia são poucos os que não têm trabalho."

Os Estados Unidos ainda são um destino importante para muitos portugueses? O padre Walter Carreiro responde que "já não vêm em tão grande número como nas décadas de 50, 60 ou 70" e explica que agora há uma grande vaga de emigrantes brasileiros. 

"Os que vêm agora são poucos, são familiares, também por causa da crise de trabalho nos Estados Unidos. É difícil agora procurar trabalho, o número de empregos está a aumentar mas muito lentamente", disse o sacerdote, à margem do Encontro de Promotores Sócio-Culturais das Comunidades Portuguesas que começou esta sexta-feira, em Fátima.

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