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Comunidade no Luxemburgo repudia intenção de colocar cônsul em acumulação de funções
2012-03-17

A Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo (CCPL) repudiou a intenção do governo de substituir o cônsul-geral no país por um diplomata em acumulação de funções, considerando que provocará perturbações de funcionamento e baixa de qualidade.

Em comunicado, a CCPL exige ao governo que «trate os portugueses residentes no Luxemburgo da mesma forma que trata os residentes em Portugal», recordando que «nenhuma loja do cidadão em Portugal atende 107.000 utentes», o número de cidadãos inscritos no consulado do Luxemburgo.

O comunicado do CCPL surge depois de, na segunda-feira, representantes da comunidade no Luxemburgo terem acusado o governo de querer «desqualificar» o consulado local, transformando-o em secção consular.

Na altura, o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, explicou que o serviço «continua a ser consulado-geral», embora o responsável do posto passe a «acumular as funções de encarregado de negócios da Embaixada e de cônsul-geral».

Para o governante, no Luxemburgo um mesmo diplomata «pode desempenhar as duas funções perfeitamente».

No comunicado de hoje, o CCPL sublinha que as declarações do secretário de Estado contrastam com as do deputado da emigração e do representado local do partido do governo, que «afirmam em uníssono que este passará a uma simples secção consular».

TSF, aqui.

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