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Presidente do IEFP confirma oportunidades para emigração
2012-02-09
Brasil, Alemanha, França e Suécia são alguns dos países que procuram trabalhadores portugueses, confirma Octávio Oliveira, presidente do IEFP numa entrevista ao canal Económico Tv.

Há países sedentos de talento e em que não faltam oportunidades para os trabalhadores portugueses, sintetiza um artigo do Diário Económico online onde se reproduz a entrevista. Octávio Oliveira, presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), revela quais as áreas mais procuradas e os países onde ainda há oportunidades.

Os serviços públicos de emprego dos Estados-membros «têm o programa EURES, que, neste momento, tem apresentado interessantes realizações neste domínio e o objectivo é que, nos próximos anos, seja efectivamente um instrumento importante de consagração da mobilidade de trabalhadores em países europeus. Os nossos serviços, através dos centros de emprego e da rede EURES, têm concretizado situações em intercâmbio e em relação com outros serviços públicos de outros Estados-membros, por exemplo de engenheiros e de profissionais da área das Tecnologias de Informação para o Reino Unido, Suécia, Finlândia, Noruega, de enfermeiros também para o Reino Unido, França, Noruega e Suíça. De psicólogos clínicos para a Noruega, França, Bélgica e Holanda. Profissões ligadas à construção civil e às obras públicas».

Segundo o mesmo responsável, a própria Espanha, nos últimos tempos, «conheceu aqui uma grande retracção, mas tivemos também interessantes contratações, por exemplo, ao nível da animação turística desportiva e hotelaria. Para sintetizar, diria que a nível de França tem havido um potencial relativamente a profissões na área da hotelaria, recepção, portaria, cozinheiros, ajudantes de cozinha, empregados de balcão e de mesa».

Embora o mercado português ainda ofereça oportunidades nas empresas que apostam na exportação e também no sector do turismo, o crescimento do desemprego em Portugal faz com que muitos decidam fazer as malas e ir para outras paragens.

Neste contexto, o presidente do IEFP afirma que, existem um conjunto vasto de oportunidades (de emigração) que, de certa maneira, «estão em consonância com as nossas características e que deve ser encarado com naturalidade e não com aquela perspectiva de partir para sempre, quer dizer, hoje, tal qual como não há uma oportunidade para toda a vida também não há um país para toda a vida». 

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