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José Garrido no Bahrain: uma noite de fado para árabe ouvir
2009-11-25
«Em Manama existe uma comunidade portuguesa interessante. Há cerca de 40/50 pessoas do nosso país aqui. Recentemente fizemos um jantar com o embaixador português na Arábia Saudita - cuja influência abrange esta área - e soubemos que a fadista Katia Guerreiro estaria por cá», conta o treinador do Al-Riffa, líder da liga nacional.

A música tradicional do Bahrain é o sawt, uma espécie de blues influenciado por ritmos persas. Toda a população dança e vibra com estas notas de alegria. Mas, atenção, o fado, o nosso fado, vai conquistando espaço no mundo árabe. É difícil acreditar, concedemos, mas José Garrido explica esta invasão ao Maisfutebol.

Líder absoluto no paraíso do petróleo

«Em Manama existe uma comunidade portuguesa interessante. Há cerca de 40/50 pessoas do nosso país aqui. Recentemente fizemos um jantar com o embaixador português na Arábia Saudita - cuja influência abrange esta área - e soubemos que a fadista Katia Guerreiro estaria por cá», conta o treinador do Al-Riffa, líder da liga nacional.

Em busca do «direito adquirido»

«A Katia veio encerrar um festival de música e tive a oportunidade de a ver e ouvir numa noite memorável. As gentes do Bahrain ficaram perplexas, nunca tinham ouvido uma sonoridade tão emocional. Acho que muitos deles ficaram verdadeiros fãs do fado.»

A população do Bahrain, de resto, é muito aberta à influência do Ocidente, ao contrário da sociedade do Kuwait, por exemplo. «Vivi dois anos na Malásia e gostei muito. Mas no Kuwait foi mais complicado. O país é bastante fechado, não existem bares, discotecas, nem se pode consumir álcool. O Bahrain aproxima-se muito mais aos nossos costumes.»

 IOL, aqui.

 

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