Tal como no volume anterior, a emigração é aqui entendida como um processo dinâmico e multifacetado. A integração surge como uma realidade plural, que ultrapassa a dimensão económica, enquanto o regresso é analisado como parte integrante dos percursos migratórios, frequentemente articulado com práticas de circulação e pertenças múltiplas.
Data julho de 2026
Páginas 130
ISBN 978-989-584-347-3 (online)
DOI 10.15847/CIESOMEE022026
URI
Índice Índice de figuras e quadros. Sobre os autores. Introdução. Emigração e regresso numa fase avançada da vida. Emigração portuguesa na Alemanha. Os novos migrantes portugueses no cantão de Zurique. Trajetórias migrantes e redes de sociabilidade translocais
Como citar Vidigal, Inês, Jorge Malheiros, Daniela Craveiro e Idalina Machado (orgs.) (2026), Integração e regresso na emigração portuguesa, Lisboa, Observatório da Emigração, CIES-Iscte. DOI: 10.15847/CIESOMEE022026
* Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL), Lisboa, Portugal
** Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-UL), Centro de Estudos Geográficos (CEG), Lisboa, Portugal
*** Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa (ISEG-UL), Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações (SOCIUS/CSG), Lisboa, Portugal
**** Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FL-UP), Instituto de Sociologia (IS-UP), Porto, Portugal
Autores Inês Vidigal, Daniela Craveiro, Idalina Machado e Jorge Malheiros
Páginas 1-4
DOI 10.15847/CIESOMEE022026_1
Como citar Vidigal, Inês, Daniela Craveiro, Idalina Machado e Jorge Malheiros (2026), “Introdução”, em Vidigal, Inês, Jorge Malheiros, Daniela Craveiro e Idalina Machado (orgs.) (2026), Integração e regresso na emigração portuguesa, Lisboa, Observatorio da Emigração, CIES-Iscte, pp: 1-4. DOI: 10.15847/CIESOMEE022026_1
2. Emigração e regresso numa fase avançada da vida: abordagem comparativa entre a América do Norte e a Europa
Este texto propõe uma análise comparativa da emigração e do regresso em fases avançadas da vida, articulando dois estudos qualitativos: um sobre emigrantes açorianos regressados da América do Norte e outro sobre emigrantes portugueses com trajetórias ligadas à Suíça. A partir destes dois contextos, o texto analisa os ritmos do regresso na reforma, as mobilidades transnacionais, os processos de construção de casa e de pertença, bem como as ambivalências que marcam a decisão de regressar numa etapa mais tardia do percurso migratório.
Autores Liliana Azevedo e Dora Sampaio
Páginas 5-38
DOI 10.15847/CIESOMEE022026_2
Palavras-chave Migração de regresso, reforma, Açores, Portugal continental, análise comparativa
Como citar Azevedo, Liliana e Dora Sampaio (2026), “Emigração e regresso numa fase avançada da vida: abordagem comparativa entre a América do Norte e a Europa”, em Vidigal, Inês, Jorge Malheiros, Daniela Craveiro e Idalina Machado (orgs.) (2026), Integração e regresso na emigração portuguesa, Lisboa, Observatorio da Emigração, CIES-Iscte, pp: 5-38. DOI: 10.15847/CIESOMEE022026_2
3. Emigração portuguesa na Alemanha: uma integração a duas velocidades
Este capítulo centra-se na integração laboral da emigração portuguesa na Alemanha. Com base numa metodologia mista, que combina entrevistas e inquérito por questionário, o autor identifica diferentes perfis de inserção no mercado de trabalho alemão, distinguindo entre emigrantes que chegam com emprego já assegurado, frequentemente com qualificações elevadas em áreas técnico-científicas, e emigrantes que procuram trabalho apenas após a chegada ao destino.
Autores Pedro Candeias
Páginas 39-66
DOI 10.15847/CIESOMEE022026_3
Palavras-chave Mercado de trabalho, trajetórias de integração, integração residencial, integração linguísticas, redes de sociabilidade
Como citar Candeias, Pedro (2026), "Emigração portuguesa na Alemanha: uma integração a duas velocidades", em Vidigal, Inês, Jorge Malheiros, Daniela Craveiro e Idalina Machado (orgs.) (2026), Integração e regresso na emigração portuguesa, Lisboa, Observatorio da Emigração, CIES-Iscte, pp: 39-64. DOI: 10.15847/CIESOMEE022026_3
4. Os novos migrantes portugueses no cantão de Zurique: integração, redes e experiência vivida
O capítulo centra-se nos percursos de integração dos novos fluxos migratórios portugueses no cantão de Zurique, na Suíça, abordando a integração como um processo dinâmico, não linear e multidimensional, no qual intervêm redes familiares, sociais e digitais, quadros institucionais suíços e portugueses, experiências vividas e avaliações subjetivas dos próprios migrantes.
Autores Maria Carolina Pinto
Páginas 67-90
DOI 10.15847/CIESOMEE022026_4
Palavras-chave Emigração portuguesa, integração, percursos migratórios, redes sociais, Suíça
Como citar Pinto, Maria Carolina (2026), “Os novos migrantes portugueses no cantão de Zurique: integração, redes e experiência vivida”, em Vidigal, Inês, Jorge Malheiros, Daniela Craveiro e Idalina Machado (orgs.) (2026), Integração e regresso na emigração portuguesa, Lisboa, Observatorio da Emigração, CIES-Iscte, pp: 65-88. DOI: 10.15847/CIESOMEE022026_4
5. Trajetórias migrantes e redes de sociabilidade translocais: a partir de uma aldeia fronteiriça transmontana
Partindo de uma aldeia fronteiriça transmontana, este capítulo analisa trajetórias migrantes e redes de sociabilidade translocais, colocando o foco no lugar de partida. Resultante de uma investigação doutoral em antropologia, o texto observa as transformações produzidas pelas migrações portuguesas iniciadas na década de 1960, incluindo dinâmicas de migração internacional e de migração interna.
Autores João Baía
Páginas 91-116
DOI 10.15847/CIESOMEE022026_5
Palavras-chave Trajetórias migrantes, redes translocais, raio de interação social, migrações internas e internacionais, Trás-os-Montes, fronteira
Como citar Baía, João (2026), “Trajetórias migrantes e redes de sociabilidade translocais: a partir de uma aldeia fronteiriça transmontana”, em Vidigal, Inês, Jorge Malheiros, Daniela Craveiro e Idalina Machado (orgs.) (2026), Integração e regresso na emigração portuguesa, Lisboa, Observatorio da Emigração, CIES-Iscte, pp: 65-88. DOI: 10.15847/CIESOMEE022026_5



