artigo de opinião de António Fiuza, publicado no jornal Público, aqui.
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2026-02-11
O autor, António Fiuza, reflete sobre a falta de força motora do Estado democrático português em valorizar a sua diáspora. Ao invéz de apostar na "educação cívica, cultural e democrática no exterior", optou-se antes por uma "narrativa confortável e empobrecida", de "um Portugal reduzido a celebrações ocas e a discursos ambíguos". Este vazio abriu espaço para que movimentos populistas ganhassem espaço na diáspora, o que, segundo o autor, é inquietante. O autor defende a necessidade de clareza moral da democracia - esta "exige investimento político, cultural e educativo. Exige verdade histórica".
artigo de opinião de António Fiuza, publicado no jornal Público, aqui. |