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2026-01-20
A vitória expressiva de André Ventura na primeira volta das presidenciais entre a comunidade portuguesa no Luxemburgo (42,53%) gerou perplexidade e debate entre os líderes luso-luxemburgueses. Políticos do DP, CSV, Verdes e LSAP questionam a contradição de imigrantes apoiarem um candidato de direita radical com discurso anti-imigração e saudosista da ditadura, percurso do qual muitos portugueses fugiram no passado. O resultado é interpretado como um "voto de revolta" alimentado pelo populismo e pelo sentimento de abandono por parte dos governos tradicionais (PS/PSD), embora os analistas ressalvem que a baixa participação (apenas 2,2% da comunidade votou) impede que Ventura seja visto como o representante da maioria dos 90 mil portugueses no país. Face à segunda volta contra António José Seguro, os líderes locais apelam agora a uma mobilização em massa para "defender a democracia" e o Estado de Direito.
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